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MensagemEnviado: Sáb, 17/Jun/2017 23:01 
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Paz plena... Irmão quintinomelo, um grande abraço.
No dia 24/08/2016 você fez essa postagem:
Citação:
Bom dia,
Sou espírita, amo o espiritismo e não o deixo em hipótese alguma.
Isso não me faz cego a eventuais falhas, contradições e erros doutrinários, seja nos escritos de Allan Kardec, seja em escritores posteriores.
Minha trajetória me fez entender que ninguém é dono da verdade, e que a realidade do mundo ainda é desconhecida, mesmo aos desencarnados.
Muito do que os espíritos nos ensinam é a opinião pessoal deles, as convicções deles. Não podemos dogmatizar nenhuma informação que venha deles.
Quanto ao livro do Marcelo da Luz, sem entrar no mérito, percebi que você não argumentou contra o conteúdo do livro, mas tão somente atacou o autor. O que prova que você não tem capacidade intelectual para refutar o que ele diz no livro. Então, não devia ter se aventurado em algo acima de sua capacidade.
Aos demais foristas, sugiro que leiam a obra, é enriquecedora. Mas fazendo a reserva de que o autor não é infalível, e que sua visão é, como a de todos nós, parcial.
As críticas que ele faz ao espiritismo procedem em parte.
Para finalizar, cito uma frase que achei muito interessante:
"O orgulho se preocupa com quem está certo. A humildade, com o que está certo."
Você comentou sobre textos, que estou postando sobre os meus comentários com relação ao livro "Onde a Religião Termina" e também ao autor.
Agora você não continuou o diálogo e por isso fica sim difícil para que a Verdade possa ser melhor explicado e divulgada.
Mesmo assim agradeço muito a sua postagem de quase um ano atrás.

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Paz plena... Rosário. ("Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" - João 8,32).


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MensagemEnviado: Sáb, 17/Jun/2017 23:22 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Mais um texto sobre o livro "Onde a Religião Termina?", do Marcelo da Luz.

22 – Páginas 298; 300 a 302; 307; 309; 311.
(“Religiosos e defensores da fé se ressentem do fato de ser a violência religiosa muito divulgada pela mídia mundial, enquanto os esforços religiosos pela paz permanecem, segundo eles, subestimados”. Pág. 298). Quem mais condena no presente a violência religiosa do passado foram os mesmos que fizeram as violências no passado. Estes condenam no presente o que eles mesmos fizeram no passado, pois tudo está arquivado no inconsciente profundo deles. (18/07/2012).
(“Mesmo pesquisadores de nível elevado a exemplo do estadunidense Mark Juergensmeyer, perito internacional no tema violência religiosa e autor do livro Terror na Mente de Deus, após admitir a letal ambivalência do discurso religioso, ainda acredita ser a religião o antídoto para a erradicação dos conflitos”. Pág. 300). Concordo com o Mark Juergensmeyer, pois os “Espíritos mais evoluídos que estão reencarnados na Terra estão ligados a alguma das religiões antigas”. Agora os fundadores de novos grupos religiosos são pessoas egoístas, pois seus Espíritos reencarnados ainda são de níveis evolutivos bem inferiores. (18/07/2012).
(“Entretanto, a análise crítica do presente e o olhar retrospectivo do passado podem mostrar o quanto a religião tem sido mais um obstáculo à paz do que propriamente um fator de união entre os povos. Pelas razões e fatos já estudados nos capítulos anteriores, o princípio da desunião entre os grupos humanos está inscrito indelevelmente na estrutura sectária das religiões. Este autor pensa ser possível a qualquer consciência isenta de interesses particulares e aberta ao debate da admissão da validade dessa conclusão”. Pág. 300). Discordo um pouco do autor, pois o que já fez e faz a desunião são os dogmas sofistas das Religiões e a fé, que cega aos líderes e membros de todas as religiões. Com relação a isenção de interesses particulares não vi essa atitude nos palestrantes do IIPC dos quais assisti palestras no Hospital Otaviano Neves! Vi lá sim o grande interesse de vender livros e cursos administrados pelo IIPC.
(“A inevitável dissolução da hipnose religiosa só acontecerá a partir de dentro”. Pág. 300). Quanta falta faz ao autor a TV; TL e DE.
(“A contradição entre a atual ênfase nos direitos humanos e a precedente história de obscurantismo e violência é admitida pela Conferência dos Bispos da Inglaterra e Gales em documento comemorativo por ocasião do jubileu da Declaração Universal dos Direitos do Homem em 1998”. Pág. 301). Evolução: Estamos finalmente concluindo a mudança de Era Cósmica no Planeta Terra e entrando de Vez na Era da Regeneração, mas alguns ainda falham, como é o caso do espertalhão, que é o autor considera como o mestre atual dele: o W. V. (18/07/2012).
Ver pág. 174. (“Também no passado, a Igreja Católica Romana pareceu às vezes estar ao lado daqueles que se opunham à ideia dos direitos humanos (...). No Syllabus de Erros de 1864, por exemplo, o papa Pio IX afirmou ser errôneo argumentar pela necessidade dos direitos de expressão a liberdade de religião. A seção 3 do Syllabus nega que todo homem é livre para abraçar e professar a religião que ele acredite ser verdadeira, guiado pela luz da razão”. Pág. 301). Pio IX, em sua caminhada evolutiva teve as reencarnações do Putifar, que adquiriu o jovem escravo José do Egito; do Faraó Ramsés II; do juiz Sansão; do Amnon, o filho primogênito do Rei Davi; do Rômulo, fundador de Roma com o Remo; do profeta Maomé e muitos outros.
Após ler este parágrafo só posso dizer isso: Como faz falta ao autor a TV; TL e DE. (18/07/2012).
(Início do texto escrito por Arthur Schlesinger: “Como historiador, confesso achar certa graça quando ouço a tradição judaico-cristã louvada como origem de nossa preocupação atual com os direitos humanos. (...) A religião cultuou e exigiu hierarquia, autoridade e desigualdade, e não teve qualquer contrição quanto ao assassinato de hereges e blasfemadores. Até o fim do séc. XVIII, a tortura era um procedimento normal de investigação da Igreja Católica”. Pág. 302). A explicação está na Evolução Individual e depois na Coletiva. Digo aqui que também faz falta ao Arthur Schlesinger Jr. A TV, TL e DE. (18/07/2012).
(“Todas as manifestações violentas se assemelham... Contudo, não existem limites para a violência”. Pág. 307). Este limite existe pela morte física do violentado, mas até chegar à morte os tipos de violências dependem do ódio e da brutalidade do violentador. (18/07/2012).
(“O advento da autêntica e duradoura paz não se estabelecerá a partir da guerra”. Pág. 307). OK. Concordo: a guerra só gera mais ódio e desejos de vingança.
(“Todas as manifestações violentas se assemelham... Contudo, não existem limites para a violência. Qualquer estrutura criada a partir do recurso à “justa violência” acabará tornando-se cruel e por isso incapaz de gerar liberdade. A violência empregada pelo indivíduo contra seu inimigo justifica o contra-ataque deste último”. Pág. 307). Esse limite existe sim por dois aspectos: 1º - A prática da não violência pelo violentado, que é sim a prática do AMOR. 2º - A morte física do violentado, mas até chegar à morte os tipos de violências dependem do ódio e da brutalidade do violentador. (18/07/2012).
(“O advento da autêntica e duradoura paz não se estabelecerá a partir da guerra”. Pág. 307). OK, pois a prática autêntica e duradoura da paz só se estabelecerá por meio da vivência do AMOR, pois quem ama não pratica guerras e nem de vingança.
(“Os princípios propostos por Ellul são medidas profiláticas a todas as expressões de violência desencadeadas pelas religiões”. Pág. 307). Não consegui ainda entender como a “Conscienciologia” não explicou que as “religiões” demonstram o “inconsciente coletivo das conscins” (espírito encarnados), então tudo está realmente sobre o controle dos “conscins”, que são controlados pelos consciexes” (espíritos desencarnados), que lideram a Evolução. (18/07/2012).
Resumindo tudo só digo isso: Faz falta ao autor e ao mestre dele a TV, TL e DE. (18/7/2012).
Como fiquei decepcionado quando soube que foi o Chico (Francisco Cândido Xavier), que mandou o W. V. caçar o rumo dele, pois ele (o W. V.) queria receber os direitos autorais dos livros, que iriam ser publicados nos E. U. A.
Isso, para mim, foi mais decepcionante ainda, pois pensava que a separação entre o Chico e o Waldo tivesse partido de uma decisão só do Waldo Vieira. Quem ama não expulsa ninguém! Quem sabe se o Chico tivesse conversado com o W. V. com mais compreensão, ele teria ajudado mais ao Waldo para encontrar o verdadeiro caminho do AMOR e da evolução perfeita? Quem será que foi o W. V. nos terríveis tempos da “Inquisição da ICAR”, pois já não tenho dúvida de que ele foi um terrível inquisidor que esteve sempre atrás dos bens das vítimas da inquisição. (18/07/2012).
(“Seção V – Descrenciologia”. Pág. 311). A “Crença” depende do “mistério da fé”, da ignorância religiosa dos indivíduos (= conscins) ou seres humanos. (18/07/2012).
Todo aquele que conhece a Verdade se liberta da bitolação da crença ou da fé, que cega a todo crente.
A Verdade de verdade só é conquistada por meio do autoconhecimento e de “revelações” advindas da Espiritualidade Superior, pois também existem falsas revelações da Espiritualidade (Mt 24,24).
Veja o que já escrevi sobre “fé” em diversos livros e principalmente na encíclica “Lumen fidei”.

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MensagemEnviado: Sáb, 19/Ago/2017 17:30 
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Mais comentários sobre o livro "Onde a Religião Termina?", do Marcelo da Luz.

23 – Páginas 314; 316 a 320.
(“A crença enquanto ato epistemológico - Dificilmente, em condições normais, o paciente se submeteria aos riscos da cirurgia proposta com base na crença injustificada do médico”. Pág. 314). Ouvi de um médico em 1986, que eu teria que fazer uma cirurgia, ele era um especialista no assunto e ainda me falou que só a cirurgia iria resolver o meu problema. Ele até me deu o valor dos honorários dele: CRZ 6.000,00, mas que iria me dar recibo só de CRZ 1.000,00, já os outros CRZ 5.000,00 teriam que serem pagos em moeda corrente, pois nem cheque ele os receberia. Como eu recebia por mês CRZ 750,00, então não podia fazer a cirurgia particular e teria que ser pelo INSS (INAMPS na época). Fui encaminhado para outro especialista, que também trabalhava no INSS, mas tive que pagar antes um consulta particular e ele me examinou e me receitou um remédio para tomar. Ele também me orientou a ir ao PAM da Sagrada Família imediatamente, pois eu iria ser atendido inicialmente por um clínico geral e este iria me encaminhar para ele. Este processo iria durar uns 15 dias e quando eu chegasse a ele, ele iria me reavaliar e decidir a sequência do tratamento. Tudo foi feito e quando fiz a 2ª consulta com o 2º especialista, eu já estava bem e não foi necessário fazer a cirurgia. A verdade que ficou comprovada para mim com relação ao primeiro médico foi apenas uma esperteza vil do mesmo. (18/07/2012).
(“O discurso religioso fundamentalista, lamentavelmente, elege o recurso à falácia e aos mecanismos da coerção psicológica, anulando o juízo critico dos fiéis ávidos de promessas consolatórias. Tomando-se o exemplo do cristianismo, essa é a estratégia discursiva da Cúria romana e das inúmeros seitas neopentecostais, entre tantas outras. Já o discurso religioso de cunho liberal apela ao assim chamado “salto de fé”, o surto de irracionalidade, quando os caminhos da lógica parecem ter desmascarado todos os mitos inerentes às doutrinas religiosas. Na história do cristianismo, intelectuais do porte de Soren Kierkegaard (1813-1855), Karl Barth (1886-1968) e Rudolf Bultmann (1884-1976), entre muitos outros, promoveram essa armadilha, dando ares sofisticados à crença injustificada e cega. Dessa maneira, os gestos empreendidos pelo velho professor em Oxford – reconhecimento das evidências em contrário, admissão do erro e pública correção da crença consolidada em muitos anos de docência –, são simplesmente impossíveis à consciência religiosa, ainda refém do clamor dogmático imposto pela tradição recebida”. Pág. 316). Como faz falta a todos o conhecimento da TV, TL e DE.
(“Fundamentalistas e liberais cristãos baseiam-se na mesma fonte a fim de fugirem às regras da lógica: o texto neotestamentário da Carta aos Hebreus, 11,1, segundo o qual “a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem”. Sam Harris, outro proeminente crítico da religião, saliente, no livro A Morte da Fé, o quando essa definição bíblica é apenas uma versão da falácia da esperança: a crença de que algo, por ser aparentemente bem e altamente desejável, ganha automática existência e garantida validade”. Pág. 316). O poder da fé realmente cega a muitos crentes e não permite que a Verdade seja encontrada, compreendida e divulgada. (19/07/2012).
(“Em carta endereçada á filha Juliet, quando esta completou dez anos, Richard Dawkins elenca três pseudojustificativas para a crença, a tríade falaciosa tradição-autoridade-revelação, abaixo explicitadas”. Pág. 316). Aqui discordo do autor e do Richard Dawkins, é necessário estudar e entender a tradição, respeitar a autoridade e discernir as revelações verdadeiras das falsas. (19/07/2012).
(“a - Tradição”. Pág. 317). Quem não aceita e compreende a tradição nunca irá entender o processo da Evolução individual e coletiva. Ninguém reencarna por acaso ou por causa do caos. (19/07/2012).
(“A mulher judia ainda virgem ou estéril era vista com desprezo”. Pág. 317). Discordo e concordo. A mulher judia tinha sim que guardar sua virgindade para o futuro esposo e isso não era desprezado por ninguém, já no caso da mulher estéril sim, pois ela não poderia ser mãe do Messias ou uma antepassada dele.
(“Segundo muitos especialistas, o Jesus histórico provavelmente jamais atribuiu a sim mesmo a condição divina”. Pág. 317). OK
(“Dessa forma, é no mínimo inverossímil a possibilidade de Maria ter se percebido enquanto “mãe divina”, conforme reza a crença católica. Tal suposição surgiu vários séculos depois, quando o cristianismo já era religião oficial do Império Romano”. Pág. 317). OK.
(“O apelo à tradição, falácia comum nos discursos religiosos, é sempre ilegítimo”. Pág. 317). Volto a discordar do autor, que dá apoio ao Richard Dawkins. Faz muita falta a ambos a TV; TL e DE. Ambos necessitam estudar, compreender e avaliar com clareza e verdade a “Linha do Nascimento” ou a “Linha reencarnatória” (ver pág. 490). (19/07/2012).
(“b - Autoridade”. Pág. 318). Como ainda não vivemos numa comunidade perfeita, então sem a autoridade viria a anarquia ou a confusão.
(“Megalômana ideia da infalibilidade papal era antiga questão disputada nos círculos eclesiásticos, mas coube ao papa Pio IX a tarefa de torná-la oficial. Este papa foi também o autor, em 1864, do Syllabus errorum, uma lista de oitenta “erros” da sociedade moderna a serem evitados pelos católicos, entre eles a esperança de alguns liberais numa possível conciliação entre a Igreja Católica e o progresso advindo da emancipação intelectual”. Pág.318). A perfeita harmonia entre Religião e Ciência vai acontecer sim, mas primeiro no plano individual e depois no coletivo. (19/07/2012).
(“No campo teológico não há verdadeira pesquisa, mas apenas compilação de interpretações feitas ao longo da história sobre os mesmos dogmas fossilizados. Quando muito, há formulação de novas metáforas, o que assemelha a Teologia à literatura ficcional. Teólogos são hábeis “malabaristas” de palavras e figuras de linguagem, perenes recicladores de arcaicas mitologias”. Pag. 319). Aqui discordo do autor e com quem concorda com o autor (ver minhas cartas: a do papa João Paulo II, a 7ª para o frei Basílio e a 3ª para o bispo Dom Célio e muitas outras).
(“Lamentavelmente, homens e mulheres dedicados à Teologia renunciaram à autonomia intelectual a fim de se tornarem submissos à autoridade dos livros sagrados, de antigos intérpretes ou das lideranças eclesiásticas. A estéril erudição desses gênios desperdiçados ajuda a reforçar a crença de bilhões de outras consciências no mito das esperanças abstratas”. Pág. 319). Como faz falta a todos a TV; TL; DE e o Autoconhecimento. (19/07/2012).
( “c - Revelação”. Pág. 319). Sem a Revelação é sim impossível descobrir todos os segredos da Criação e entender perfeitamente a Deus, mas só mesmo Deus sabe a hora certa para fazer as verdadeiras revelações sobre os segredos da Criação e sobre a própria Teologia, que é o verdadeiro estudo sobre Deus.
(“Se faltam evidências em favor da justificação da crença na revelação divina dos textos sagrados, sobejam motivos para desacreditá-los”. Pág. 320). Discordo do autor e de quem concorda com ele, pois todos devem sim estudar primeira a Espiritologia para depois começar a falar sobre a Teologia.
(“Ainda no século VI a.e.c., antes do término do cânon do Antigo Testamento cristão ou do Alcorão islâmico, o pensador grego Xenófanes de Cólofon havia criticado a inclinação humana de fabricar deuses à sua imagem e semelhança, atribuindo aos deuses o bem e o mal feito pelos próprios homens. Segundo o filósofo, se os animais tivessem mãos e pudessem fabricar imagens da divindade, o fariam copiando as características próprias dos subumanos. Notável e trágica demonstração do antropomorfismo é a violenta predisposição à vingança, característica do deus descrito pelos textos sagrados das religiões monoteístas (tema abordado no capítulo 13).” Pág. 320). Xenófanes de Cólofon: interessante pois eu passei a defender essa tese depois que comecei a receber revelações a partir de janeiro de 1980 e aqui o autor escreve contra as revelações. Em agosto de 1983 recebi uma revelação explicativa do dogma sobre a Santíssima Trindade e por isso passei a compreender todas as religiões, pois Deus mesmo não criou ou fundou nenhuma religião, mas falsos deuses sim fizeram isso e estes tentam destruir a quem tenta desmascará-los. (19/07/2012).

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24 - Páginas 321 a 326; 328; 329.
(“Após consolidar a conversão à fé cristã, Agostinho abandonou o caráter científico que lhe era característico dedes a juventude, para tornar-se arauto de dogmas pretensamente infalíveis. Demonstração disso é o trecho no qual compara os opositores intelectuais do catolicismo a cães enlouquecidos: ‘Quero, ó meu Deus, conversar um pouco na vossa presença, só com aqueles que reconhecem como verdadeiras todas essas iluminações que a Vossa Verdade não esconde ao meu espírito. Os outros que a negam, ladrem para aí quanto quiserem até enlouquecerem...’ ” Pág. 321). Evolução do conhecimento e das revelações. Agostinho por ter procurado a Verdade intensamente deve tê-la encontrada, mas não tinha como divulgá-la nos séculos IV e V, pois o conhecimento teológico na época era sim muito imperfeito ou ainda inadequado. Existem revelações que só são compreendidas por quem as recebe muitos anos ou décadas depois e outras só irão ser compreendidas em encarnações futuras, esse foi e é o caso do número 666, que está no Apocalipse 13,18 (Ver cartas e mensagem sobre esse assunto). A Verdade verdadeira só pode ser compreendida com uma união perfeita entre Religião e Ciência. (19/07/2012).
(“O problema do ateísmo – A primeira década do século XXI presenciou verdadeiro boom editorial sob a bandeira do ateísmo. Renomados jornalistas e pesquisadores de vários campos do conhecimento publicaram trabalhos em repúdio às irracionalidades propagadas pelas religiões”. Pág. 322). Isso foi por causa dos dogmas sofistas das religiões e muitos fanáticos religiosos mataram em nome de Deus e ainda diziam que era para salvar as almas de quem estava sendo condenado à morte.
(“Segundo o filósofo francês Michel Onfray, na obra Tratado de Ateologia, o primeiro ateu no sentido pleno da palavra, isso é, a primeira consciência a negar explicitamente a existência de “Deus” foi, ironicamente, o padre católico Jean Meslier (1664-1729). Autor do manuscrito Memória dos Pensamentos e Sentimentos de Jean Meslier, concluído em 1720, o quase anônimo pároco de aldeia nega a transcendência da matéria, denuncia os embustes da religião e apregoa uma espécie de comunismo utópico, a partir do qual os oprimidos se uniriam contra a tirania dos poderosos – tudo isso cerca de um século antes de Marx e Engels aparecerem em cena. Contudo, o francês manteve abafado o sentimento de revolta até o final da vida, registrando seus pensamentos em segredo e mantendo-se no sacerdócio por medo da rejeição e da miséria”. Pág. 322). A revolta deste padre é sim compreendida com facilidade por causa da época em que viveu, quando a ICAR explorava as vendas de indulgências, que eram pagas pela aristocracia da época e também por causa dos dogmas sofistas da Igreja. Se ele tivesse exposto publicamente as suas ideias ou teses seria um fortíssimo candidato a morrer condenado nas fogueiras da inquisição.
(“Quase três séculos depois, as sociedades democráticas oferecem muito mais espaço à liberdade de pensamento, apesar da onipresença do sentimento religioso. Dissidentes religiosos transformados em ateus são raros, mas existem e não precisam se esconder como ao tempo do padre francês. Exemplo contundente é o ex-pastor evangélico estadunidense Dan Barker. De inflamado pregador pentecostal e autor de hinos religiosos para crianças, Barker tornou-se, a partir de 1984, ativista ateu e publicou um livro autobiográfico cujo título é Perdendo a Fé na Fé. No entanto, cristãos liberais tendem a desconsiderar a validade da experiência de Barker, cuja formação religiosa foi marcadamente fundamentalista. De modo simplista, ele tende a ser descrito e refutado pelos oponentes ao modo de alguém cujo itinerário consistiu em passar de um fundamentalismo a outro”. Pág. 322). Em parte eu até concordo com os cristãos liberais. Eu posso falar assim hoje: “Não tenho mais fé, pois a fé cega o crente e não permite que ele entenda de vez a Verdade, eu conheço a Verdade e a divulgo. O estado de alguém ter fé é sim algo muito importante antes desse alguém conhecer de verdade a Verdade, que liberta e plena (Jo 8,32 e 16,13). (19/07/2012).
(“Obviamente, a “religião civil” proposta pelos iluministas, o utópico comunismo marxista, e o freudianismo ortodoxo, entre outros projetos culturais revolucionários, encontram-se hoje superados”. Pág. 323). Ótimo: concordo. A fábrica de “ateus” é a própria ignorância dos religiosos ou dos teólogos sobre a criação e sobre Deus, pois estes sempre se refugiam na impossibilidade de conhecer os desígnios de Deus. (21/07/2012).
(“Dogma da inexistência de Deus – Apesar do salutar exercício de provocação ao debate e da crítica aberta às superstições e crendices onipresentes na sociedade, os intelectuais ateus insistem em bater na tecla errada ao manter a obstinada estratégia de afirmar a inexistência de “Deus”.” Pág. 324). Deus, o onisciente perfeito e bom, é o Espírito Incriado e Primeiro Criador; antes de iniciar a Criação de outros Espíritos, da matéria e do tempo, ele planejou tudo para que todos alcançassem a felicidade plena, a sabedoria e a perfeição, mas não reservou só para Ele o poder e a capacidade criadora e por isso sempre permaneceu no leme da evolução cósmica, mas respeitando plenamente a liberdade de todos... Deus já sabia que viriam outros criadores, que iriam tentar usurpar o lugar dele e isso iria sim complicar a situação de quase todos, pois seria criado um labirinto do qual dificilmente seria encontrada a saída. Só no final do século XX foi que se tornou possível a revelação de todo o processo da evolução cósmica e assim a criação entrou numa Nova Era Cósmica. (21/07/212).
(“Excesso de arrogância – Outro item problemático presente na literatura ateísta é a excessiva arrogância e agressividade dos autores. Nesse ponto, Christopher Hitchens, autor do livro Deus não é Grande – Como a Religião Envenena Tudo, parece extrapolar todos os limites ao utilizar jargões ofensivos, tiradas sarcásticas e piadas humilhantes em seus discursos contra os religiosos”. Pág. 325). O ateísmo também é uma forma de crença. Uma das causas do ateísmo é sim a vaidade, o orgulho e a arrogância de Seres Humanos, que querem ser superiores a Deus e Deus respeita plenamente a liberdade de todos, incluindo os ateus. (21/07/2012).
(“Princípio da descrença e Conscienciologia – Segundo o professor Waldo Vieira, o princípio da descrença constitui a “proposição fundamental e insubstituível da abordagem da Conscienciologia” quanto a quaisquer aspectos da realidade do Cosmo em qualquer dimensão”. Pág. 326). Cuidado! É preciso desmascarar o mago negro! (21/07/2012).
(“Nisso consiste o principal problema da investigação conscienciológica: toda pesquisa é autopesquisa, pressuposição conflitante com os valores epistemológicos da ciência convencional”. Pág. 326). Cuidado, pois existem experiências vividas com relação à Espiritualidade que não são autopesquisas, mas só acontecem uma única vez e isso não é aceito pela ciência convencional.
(“O autor foi fraternalmente recebido pelo professo Waldo Vieira, propositor das neociências Conscienciologia e Projeciologia. Horas de conversas se seguiram, sempre sob o aviso bem visível nas paredes e na tônica da argumentação: “Não acredite em nada, nem mesmo naquilo que lhe dizem aqui no CEAEC. Experiente. Tenha suas próprias experiências” – fórmula inequívoca do princípio da descrença”. Pág. 328). O autor foi facilmente envolvido pelo processo dos estudos no IIPC porque desconhecia completamente os ensinos da Doutrina Espírita. A tônica da argumentação coincide com o primeiro princípio da Doutrina Rosareana, que é: “Nunca acredite cegamente em nada do que já foi escrito”.
(“Ao longo do intenso período de experimentação e estudo voluntariamente realizado, o autor chegou às evidências de estar vivendo a automimese existencial, isto é, a repetição inconsciente de si mesmo, no seu caso como religioso e sacerdote, em vidas sucessivas, configurando o insatisfatório cumprimento da programação existencial. Exatamente um ano depois da sua primeira visita a instituição conscienciocêntrica, o autor subscreveu uma carta aberta à Ordem religiosa à qual pertencera por vinte anos, declarando abjuração. No dia 08 de outubro de 2004, este autor desligou-se oficialmente do sacerdócio e da vida religiosa consagrada”. Pag. 329). Discordo plenamente do autor, pois o verdadeiro cumprimento da programação existencial só pode acontecer seguindo a “linha do nascimento”. Quando a “conscin”, usando de sua liberdade, abandona a “linha de nascimento” (ver pág. 490), ela rompe com todo o planejamento ou programação, que foi feita antes da reencarnação ou ressoma, pois os Espíritos Superiores respeitam o livre arbítrio da “conscin”. Esta por sua vez entre em sintonia com outras “consciexes” (outros Espíritos desencanados), que ele julga que são realmente superiores e, no caso da Conscienciologia, são chamados de “amparadores”, que são “falsos Cristos”. O autor aprendeu tudo nas dependências do IIPC e nunca desconfiou que o Waldo Vieira criou neologismos para todos os termos da Doutrina Espírita e ele julgou que tudo foi sim obra das pesquisas do Waldo Vieira, que aprendeu no tempo em que conviveu com o médium Francisco Cândido Xavier. (22/07/2012).

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Desejo a todos um Feliz Natal...

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25 - Páginas 330 a 333.
(“Nas palavra do pesquisador da Conscienciologia Roberto Almeida: Ao longo da história da humanidade, a relação estabelecida entre consciências e conhecimentos foi marcada por atitudes anticosmoéticas. Eis alguns fatos exemplificadores: esoterismo, rituais de iniciação, criptografia, sonegação de informação, destruição de livros, morte de adversários ideológicos, Inquisição, índex librorum prohibitorum, palimpsesto, dogmatização, entre outros”. Pág. 330). Roberto Almeida, quem fez muita sonegação de informação na atualidade? Foi realmente sonegação de informação que soube fazer com muita vileza e esperteza o falso mestre Waldo Vieira; pois ele criou palavras novas (neologismos) para representar tudo o que ele aprendeu dentro da Doutrina Espírita. Quem toma conhecimento do trabalho realizado no IIPC e não conhece nada sobre a Doutrina Espírita nunca irá ter condição de descobrir a enganosa e vil forma de agir do Waldo Vieira, pois ficará achando que tudo foi obra descoberta e estudada por um grande pesquisador e cientista da mente ou da consciência. O Waldo Vieira, par mim foi (ou é) sim uma ressoma (reencarnação) de um mago negro, que perdeu uma grande chance de regenerar com o auxílio do Chico Xavier. O Waldo Vieira decidiu ir atrás das coisas de César e do “sexo” só para o prazer e sem o amor verdadeiro e a responsabilidade da manutenção da espécie. (22/07/2012).
(“O princípio da descrença orienta e estimula a pesquisa conscienciológica, enquanto seus pesquisadores são autônomos, independentes e não obtêm nenhuma espécie de lucro ou ganho financeiro por meio da produção científica”. Pag. 331). Mas esses pesquisadores vão para o IIPC, que por sua vez pertence ao seu fundador na realidade, pois quem o financiou possui cotas, mas na realidade não é dono de nada. (22/07/2012).
(“A religião, por sua vez, não trabalha com hipóteses, mas constrói axiomas, formulações fixas uma vez por todas ao modo de dogmas infalíveis; não fomenta experimentação, mas adesão pela fé, a qual é imposta frequentemente mediante proselitismo, coerção psicológica e lavagem cerebral. Em religião, inexiste pesquisa, pois todas as afirmações baseiam-se na revelação e/ou na autoridade de mestres e intérpretes, os quais exigem fé e obediência. Devotos e autoridades religiosas não são autônomos em relação às crenças professadas. Os clérigos, em geral, dependem da religião para viver, dela obtendo seus salários e outros ganhos”. Pág. 331). Só pessoas que já conquistaram a liberdade dos dogmas e princípios religiosos têm coragem de escrever o que foi escrito pelo Marcelo da Luz. Discordo em parte, pois as revelações da Espiritualidade sempre existiram e continuam existindo, mas a fé realmente cega o crente.
(“Pontos de ruptura entre Conscienciologia e religião: 1-vivência do sectarismo”. Pag. 332). O sectarismo depende do nível evolutivo da “conscin” (do indivíduo) e não da Religião.
(“2-Autopesquisa, verdades relativas de ponta, neofila”. Pág. 332). A autopesquisa é muito importante, mas a “evolução do conhecimento” depende também do entendimento de tudo o que foi pesquisado por outros desde a antiguidade.
(“3-Submissão à autoridade, terceirização das escolhas existenciais”. Pág. 332). Existem indivíduos perfeitos, mas não existem sociedades perfeitas, pois sempre existirão desejos e vontades individuais, então quanto mais perfeita for a hierarquia melhor será a harmonia entre os membros de uma sociedade. Toda hierarquia terá sempre a última palavra ou a última decisão num só SER e no Cosmo ou Universo este SER (=Espírito) é o Espírito Santo de Deus. Democracia plena nunca existirá e esta será sempre fruto de mentes demagogas e enganadoras.
(“4-Investimento na emoção – Investimento na racionalidade”. Pág. 332). Todo ser humano é um composto de sentimento (=emoção) e razão (=racionalidade), então deve sempre ser buscada a vivência do equilíbrio entre emoção e razão. Toda vez que a emoção suplanta a razão e vice-versa o indivíduo entre num processo de desequilíbrio emocional ou num processo de perigoso fanatismo.
(“5-Princípio da descrença. Evolução autoconsciente. Parapsiquismo lúcido e assistencial. Interassistência multidimensional. Exame conscienciométrico, análise sistemática da consciência. Autorresponsabilidade e maturidade cosmética. Tarefa energética pessoal (Tenepes). Pág. 332). Os frutos do trabalho do enganador Waldo Vieira, que foi um terrível magro negro e um grande inquisidor em suas vidas passadas.
(“6-Domínio bioenergético”. Pág. 332). A energia é muito importante, mas é necessário ir à fonte da geração da Energia, pois está sempre será efeito e nunca causa primária.
(“7-Teocracia, totalitarismo, inquisições”. Pag. 332). A Teocracia existe sim no plano cósmico ou universal, pois Deus (Theos) está sempre acima de todos e dirige a evolução da criação cósmica. A Conscienciologia só estuda a evolução num nível bem humano, pois o fundador do IIPC só interessava e só interessa pelas coisas de César pelo sexo sem responsabilidade e só pelo prazer.
(“Megaproblema: O princípio da descrença descortina perturbadora realidade aos teólogos de todas as denominações: inexiste pesquisa na religião, pois está é feita de crenças injustificadas e absolutas. O assim chamado “conhecimento” teológico é tão somente o inócuo esforço de validar a tríade falaciosa tradição-autoridade-revelação”. Pág. 333). Quem nega a “Revelação” é um ser orgulhoso e vaidoso e, para mim, não merece crédito. A mediunidade sempre existiu na história da humanidade e as revelações acontecem por meio da mediunidade, mas existem as revelações verdadeiras e as falsas. (23/07/2012).

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MensagemEnviado: Qui, 01/Mar/2018 22:03 
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26 - Páginas 334 a 336.
(“Ainda há lugar para a crença em Deus”. Pág. 334). O autor não falou nada sobre Deus, apenas continuou em sua crítica destrutiva e não construtiva. Falta para ele o conhecimento da TV, TL e DE e do autoconhecimento. O verdadeiro conhecimento sobre Deus só pode vir por meio de revelações e os seres humanos não podem receber as revelações só de uma vez, pois eles não teriam condições para suportar as próprias revelações. Só Deus mesmo sabe as horas certas para ir fazendo suas auto-revelações. (Jo 16,12). (24/07/2012).
(“Em suma, “Deus” ou os deuses das religiões são figuras historicamente construídas à imagem e semelhança das necessidades e anseios humanos”. Pág. 334). Eu consegui ficar livre deste esquema e quero ver o que o autor vai apresentar nesse capítulo. Interessante que o autor escreveu idêntico ao nono (9º) princípio da "Doutrina Rosareana", que é:
“Cada ser humano, que é um espírito criado, cria para si ideias ou imagens sobre Deus e pensa que suas ideias ou suas imagens sobre Deus representam ou são o verdadeiro e próprio Espírito de Deus, que deu o início à Criação, então saiba ouvir e entender aos outros, analise bem seus pontos de vista”.
A razão deste princípio foi intuição que recebi da Espiritualidade para inverter alguns ensinamentos bíblicos para encontrar soluções de problemas, quase insolúveis, para toda a humanidade, como os versículos do livro de Gênesis 1, 27 e 11, 1 a 9. (23/07/2012).
(A natural orientação lógica do intelecto humano em associar um efeito a uma causa correspondente suscitou, ao longo da História, a indagação sobre a causa primeira ou razão originária de todas as coisas. A Conscienciologia admite, em tese, a existência da causa primeira ou primopensene, mas não a identifica com nenhuma das personificações mitológicas criadas pelas religiões do Planeta. Tampouco teoriza a respeito desse princípio originário, pois qualquer especulação desse porte recai em campo incessível à experiência humano atual”. Pág. 335). Discordo. “primopensene” mais um neologismo. A causa primeira ou primopensene é sim o Espírito de Deus, que vai se revelando à medida que a humanidade vai se evoluindo e surge um “profeta adequado” para a revelação de um certo momento da evolução planetária ou mesmo cósmica. O autor e seu mestre nunca devem ter lido João 16,12 a 15 ou se lerem eles não entenderam nada.
(As experiências projetivas (repetidas inúmeras vezes por pesquisadores sensitivos veteranos ou não), orientadas pelo princípio da descrença, apontam o fato da inter-relação entre as consciências, na qual existe diversidade de níveis evolutivos”. Pág. 335). OK, essa é uma verdade e para entrar em sintonia com os níveis mais evoluídos os sensitivos também devem ser mais evoluídos para que haja harmonia nas pesquisas.
(“Amparadores extrafísicos, auxiliam consciências intrafísicas nos trabalhos de assistências multidimensional e remetem a orientadores evolutivos, consciências cuja atuação possui alcance policármico mais amplo. Os experimentos de múltiplos pesquisadores com essas consciências extrafísicas (este autor teve até o momento, de modo lúcido, experiências apenas com amparadores) permitem supor a existência de estágios mais altos na hierarquia evolutivo, levando hipoteticamente à suposição da existência do modelo evolutivo máximo no contexto da experiência na Terra. Esse hipotético modelo, cuja atuação policármica e domínio energético suplantam os demais níveis, é chamado de Homo sapiens serenissimus”. Pág. 335). Mais um neologismo: “serenissimus”. Quando comecei a viver os fenômenos conhecidos como mediúnicos, que são controlados pela Espiritualidade, cheguei a níveis muito elevados e como só conhecia a Doutrina Católica, então julguei estar recebendo revelações do chamado Deus Espírito Santo, que representava para mim a terceira pessoa da Trindade Santa. Toda hierarquia para ser perfeita exige um único Ser no topo da mesma e esse Ser, para mim, na hierarquia cósmica é Deus!
(“Após esse nível, começa o campo da mateologia, e as consciências aí situadas são chamadas hipoteticamente de consciências livres. Ao menos até o momento, não há como saber quantos degraus na escada da evolução são necessários até se obter o acesso (se possível) ao primopensene”. Pág. 335). Esse tal momento já é passado, pois o acesso ao primopensene acontece quando o mesmo se revela, pois para todos os Espíritos criados é sim impossível chegar ao primopensene, que é Deus, sem que ele se revele... E Deus se revelou plena e conscientemente no ano de 1984, mas isso dificilmente será aceito por membros do IIPC e de qualquer religião sem que haja a intervenção do próprio Espírito Santo de Deus.
(“O exame das experiências possíveis com amparadores e outras consciências extrafísicas mais evoluídas permite duas importantes observações. Em primeiro lugar, quanto maior o nível evolutivo, maior o alcance de assistencialidade feita em anonimato. As consciências mais amadurecidas no itinerário da evolução – amparadores, orientadores evolutivos e outros – atingiram considerável patamar de superação do egoísmo e dedicam-se a melhorar a Terra e outros ambientes sem a necessidade de serem reconhecidas e reverenciadas”. Pág. 335). Concordo e aqui entram os anjos e os arcanjos! E na terra está surgindo a nova classe angélica como seres encarnados. (24/07/2012).
(“Estão, portanto, anos-luz distantes da concepção predominante nas religiões monoteístas, nas quais “Deus” (em diferentes versões) espera sacrifício, adoração e louvor dos súditos humanos”. Pág. 336). OK. Deus nunca desejou e nem deseja ser adorado e nem impôs o 1º mandamento. A exigência da adoração é característica de “Espíritos orgulhos” e então pouco evoluídos. (24/07/2012).
(“Em segundo lugar, todas as consciências estão em evolução. Em algum momento do itinerário evolutivo, o qual supõe a experiência de inúmeras vidas, mesmo aquelas consciências ainda profundamente enredadas nos próprios interesses mesquinhos e destrutivos realizarão a reciclagem intraconsciencial e passarão à condição de amparadoras e além. As consciências não estão destinadas à obediência temerosa, dependência ou servidão preconizadas pelas religiões”. Pág. 336). Com uma única exceção que é a primopensene, que é Deus e o primeiro Criador, mas falar sobre esse assunto para o autor e seu mestre é sim pura mateologia, pois eles ainda estão num nível que nem conseguem pensar em Deus, que dirige todo o processo evolutivo da Criação.
(“Porém, a noção de divindade descrita pelas religiões monoteístas assume direção oposta. Por exemplo, segundo o cristianismo, “Deus” exige conversão e irrestrita obediência a fim de conceder salvação ao humano, cujo futuro na eternidade será louvar e adorar o “Senhor”. A consciência, acreditam os cristãos, foi criada para servir a “Deus”, não para evoluir”. Pág. 336). OK. Concordo, pois Deus nunca exigiu obediência, nem louvor ou serviço de ninguém. Deus ama infinitamente a todos.

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27 - Páginas 337 a 344; 349.
(“Embora o objetivo do livro escrito pelo biólogo tenha sido apresentar a compatibilidade entre ciência e religião, mediante o reconhecimento das evidências científicas da existência de “Deus”, a tarefa naufraga nas águas da fé absoluta na revelação cristã. O exame crítico dos mitos da divindade de Jesus (capítulo 5) e da santidade de Madre Teresa (capítulo 7) seria suficiente para refutar a crendice do biólogo”. Pág. 337). Falta ao autor a TV, TL e DE para que possa partir consciente para o autoconhecimento e entender que para compreender o início da Criação só mesmo com a aceitação do Espírito Incriado de Deus, que iniciou a criação do Nada Absoluto, mas não reservou o poder criador só para Ele, pois se assim o fizesse seria um ato de egoísmo. (24/07/2012).
(“A conversão de Collins foi fruto do olhar deslumbrado de quem, a priori, já havia elevado a crendice ao patamar de interpretação pessoal da realidade. A profissão de fé, neste caso, é enorme salto por cima das regras da racionalidade”. Pág. 338). Idem. Por que muitas experiências paranormais são diferentes de uma pessoa (conscins) para a outra? Qual é a razão destas diferenças? Como será que o autor entende o início da criação? Será se ele julga que a criação sempre existiu?
(“Propostas religiosas, a exemplo da perspectiva da proteção de algum ser onisciente pronto a suprir carências, ou a ideia da necessidade de submissão à vontade do juiz supremo, patrocinador de maiores culpas, tornam-se atraentes e aguçam a emotividade, em detrimento da razão”. Pag. 338). Emoção + Sentimento + Razão = Ser Humano. Toda hierarquia (ver pág. 335) exige alguém acima de todos os membros da hierarquia; o nome desse alguém pode variar de pessoa para pessoa e para mim esse alguém é Deus, que dirige tudo e ama infinitamente a todos, mas também respeita plenamente a liberdade e ou vontade de todos os outros! (24/07/2012).
(“A consciência passa então a alimentar cronicamente insegurança quanto aos recursos pessoais, e procura abrigo nas soluções automáticas dos credos religiosos (cf. capítulo 3), muitas vezes sob direta influência extrafísica de guias amauróticos”. Pág. 339). Veja que para os outros os guias são amauróticos (cegos). Para mim, os guias dos seguidores do Waldo Vieira e do próprio são sim os corruptos da Espiritualidade, pois agem sob a proteção dos maiores devedores do passado, que não aceitam que têm de pagar os próprio erros ou suas dívidas. (24/07/2012).
(“Autora de premiados estudos de divulgação científica na área da história da religião, Pagels muito tem contribuído na divulgação do desmantelamento dos mitos cristãos, desvendando os meandros da política eclesiástica subjacente à fabricação dos domas na origem do cristianismo. A historiadora dedicou muitos anos à pesquisa da literatura apócrifa dos primeiros séculos da Igreja – os escritos destruídos pelas lideranças ortodoxas e desconhecidos até muito recentemente. A recuperação da história desses evangelhos perdidos tem esclarecido muitas coisas a respeito da fabricação da mitologia de Jesus Cristo e dos primeiros heróis da fé cristã”. Pág. 339). A criação dos dogmas do cristianismo teve sim sua grande validade para por um fim em discussões estéreis, que não levariam a lugar nenhum e nem ajudariam naqueles tempos ao entendimento da Verdade, que liberta (Jo 8,32). Eles ainda não tinham o trabalho do Kardec para entender o modo de agir da Espiritualidade. (24/07/2012).
(“No entanto, ao receber a notícia de que o filho ainda bebê teria apenas alguns meses a mais de vida em função de grave e rara enfermidade, a autora admite ter retornado à igreja para experimentar o conforto ali oferecido. Apesar do conhecimento especializado acerca das contradições da religião cristã, Pagels, em função dessa experiência emocional, ainda concede espaço significativo à apreciação dos cultos religiosos, mantendo, assim, a crença na crença. Essa situação contraditória configura a inabilidade da autora em aplicar o princípio da descrença e tirar as conclusões lógicas do próprio trabalho, problema comum a muitos consciências pesquisadoras do fenômeno religioso”. Pág. 339). Idem do 1º tópico, pág. 337. Interessante, pois eu passei a pesquisar todos os ensinamentos das diversas religiões, após ter vivido o meu nascimento do alto (Jo 3,3 e 7) em janeiro de 1980 e ter recebido uma revelação, em agosto de 1982, de que também desci do céu (Jo 3,13). Hoje posso até dizer que eu não tenho mais fé e nem crença, pois passei a ter conhecimento e entendimento da Verdade e do autoconhecimento, pois sei quem sou e sei de onde vim, sei o que tenho que aqui fazer, como também o que irei fazer no futuro.
(“O projeto lúcido tem a possibilidade de verificar o quanto a escatologia – área da Teologia dedicada ao estudo do “fim dos tempos” e do futuro extrafísico da consciência – constitui conjunto de crenças totalmente injustificadas”. Pág. 340). A escatologia é sim um estudo que nada tem a ver com a Teologia, tem sim a ver com a Espiritologia, que é a melhor forma de falar e explicar o futuro. Para Deus não existe o futuro, nem o passado, pois tudo é presente, então passado e futuro, como o presente são assuntos para nós, que fomos criados.
(“No instante da morte, o psicossoma (paracorpo, perispírito), o qual porta consigo também o corpo mental, e este a consciência, se desprende definitivamente do corpo desativado e passa a se manifestar na dimensão extrafísica”. Pág. 341). Perispírito: essa foi a 1ª vez que vi um termo da Doutrina Espírita citado pelo autor, que não deve ter lido nada da Codificação do Kardec.
(“Nessas colônias, há consciências extrafísicas organizando a manutenção do holopensene religioso na Terra. Muitas delas se arvoram em juízes, mestres ou superiores de outras, mantendo-as sob a hipnose da religião”. Pág. 342). Marcelo da Luz! Só posso dizer: Cuidado! Idem do 1º tópico, pág. 337: TV, TL e DE. (24/07/2012).
(“Síndrome de Swebendorg”. Pág. 343). Idem do 1º tópico, pág. 337.
(“No entanto, a noção do “Deus” todo-poderoso e bondoso provedor, e mesmo a figura de Jesus Cristo enquanto “espírito de luz” permanecem vivas nas crenças de muitos espiritualistas, especialmente entre os sequazes do kardecismo, como se verá adiante”. Pág. 344). Será se o Marcelo da Luz conhece verdadeiramente o que ensina e se faz em Centros Espíritas, que seguem a Codificação do Kardec? Pelo que está escrito, digo que não! (24/07/2012).
(“Por exemplo, são de Chico Xavier as seguintes palavras:
“Não apareceu, por enquanto, nenhuma frase resumida em filosofia de vida como aquela pronunciada por Jesus – ‘amai-vos uns aos outros como eu vos amei’ -, isto é, amar sem esperar ser amado e sem aguardar recompensa alguma, amar sempre”.
A frase atribuída a Jesus e citada pelo médium encontra-se originalmente no Evangelho segundo João, inserida na moldura sectária construída pelo evangelista, o qual divide a Humanidade em dois grupos: pró-Jesus e contra Jesus (Jo 15,12”.
Pág. 349). Quase ninguém ainda sabe que estou aqui para divulgar a Verdade e para isso tive que me preparar por 3 décadas para não ser envolvido por falsos “mestres” (profetas) e falsos Cristos (amparadores como os do Waldo Vieira e seus seguidores).
(24/07/2012).

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MensagemEnviado: Seg, 16/Jul/2018 18:06 
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28 - Páginas 350 a 352.
(“Crença no mito de Jesus Cristo (cf. capítulo 5). O exemplo acima (entre tantos outros possíveis) evidencia o quanto a consideração de Jesus Cristo ser o homem mais perfeito de toda a História é resultado da fé cega e injustificada. Os textos evangélicos estão plenos de ilogicidades e imperfeições, as quais não resistem ao frio exame da racionalidade. Chico Xavier, os médiuns espíritas e as consciências extrafísicas afínicas ao espiritismo ainda baseiam suas práticas assistenciais em fantasias criadas pelos cristãos”. Pág. 350). Discordo do autor. Quem será para o autor o homem mais perfeito de toda a História da Humanidade? Deve ser o Waldo Vieira!
(“A análise, mesmo sumária, desses pontos demonstra o quanto o exercício do para psiquismo revestido de religião é insuficiente à consciência cuja meta é a evolução autoconsciente. No livro Por trás do Véu de Ísis, o jornalista Marcel Souto Maior, biógrafo de Chico Xavier, relata o encontro com o pesquisador Waldo Vieira, o qual, após dez anos de trabalhos em parceria com o célebre médium mineiro, rompeu definitivamente com o espiritismo e assumiu o caminho de pesquisador independente. O jornalista disse trazer em sua pauta a pergunta “Por que esta ruptura tão radical?”, mas não retornou ao assunto, dado o seu foco na biografai de Chico Xavier”. Pág. 351). A ruptura tão radical entre o Chico e o Waldo Vieira aconteceu porque o Waldo foi atrás das coisas de César e queria receber os “direitos autorais” dos livros psicografados, que seriam publicados nos Estados Unidos, e o Chico não concordou e assim aconteceu a ruptura. O Waldo Vieira ainda apoiou o processo da evolução na dupla sexual ou no sexo sem a responsabilidade da fidelidade e da procriação e ficou só no prazer da sensualidade... Até a ejaculação é orientada por ele para ser feita fora do aparelho genital feminino como fez Onã, o filho do Judá (Gn 38,9) para evitar a gravidez... (Essas revelações vieram ao meu conhecimento por meio de pessoas, que frequentaram o IIPC). (24/07/2012).
(“Megaproblema: A ideia de “Deus” arquitetada pelas grandes religiões é sempre uma interpretação contaminada de antropomorfismos e anseios humanos a respeito da suposta causa primeira. A verdade quanto à identidade do princípio originário do Universo permanece inacessível à experiência terrestre da consciência. Tal verdade independe tanto dos desejos, sonhos e esperanças, quando do numero de crentes. O fato dos credos religiosos exercerem ostensiva influência sobre a vida das pessoas, infundindo-lhes o consolo e alento em muitas situações, não os torna verdadeiros em si mesmos. A consolação traz alívio momentâneo, sob o preço do autoengano”. Pág. 351). Como faz falta ao autor a TV, TL e DE e também o autoconhecimento verdadeiro, que é a descoberta da caminhava evolutiva cósmica de cada um. (24/07/2012). A saída encontrada pelo autor e seu mestre: “A verdade quanto à identidade do princípio originário do Universo permanece inacessível à experiência terrestre da consciência” é também um processo de fuga para o encontro, compreensão e explicação do início da Criação, pois Deus iniciou a Criação do tempo, da matéria e dos Espíritos do Nada Absoluto e não guardou o segredo da Criação só para Ele, então Deus é sim o primeiro Criador, mas não é o único! (24/07/2012).
(“Epílogo – Onde a Religião Termina?” Pág. 352). Religião é filosofia de vida e cada um tem o direito de ter a filosofia como bem entender, mas cada um irá colher aquilo que plantou ou está plantando. Essa é uma regra consciencial, lógica e cósmica, pois todos terão que pagar todos os erros ou pecados até ao último centavo... Ninguém será perdoado de nada, pois se o perdão das dívidas realmente existisse isso sim seria uma grande injustiça cósmica... Entre os erros a ser pagos estão sim os ensinamentos enganadores e todos os plágios realizados por algum espertalhão. Eu posso perdoar uma dívida ou uma ofensa que me foi feita, mas a justiça perfeita não pode deixar de cobrar as ofensas do ofensor, pois o ofensor fez algo de não bom e terá que ser cobrado pela justiça perfeita para poder chegar sem débitos no estado de perfeição.
(“A pergunta sobre o fim da religião não pode ser respondida em termos cronológicos. Qualquer previsão sobre o “quando” da erradicação do fenômeno religioso na Terra seria prematura e temerária. Hoje, simples constatação da predominância da crença religiosa na maioria dos países sugere o quanto a Humanidade está distante de banir a superstição. Por esse motivo, a pergunta-título desta obra usa o interrogativo “onde”. A religião termina no íntimo da consciência, o exato lugar onde, em determinado momento, o autoengano comoçou”. Pág. 352). Concordo em parte com o autor, pois religião é sim filosofia de vida e quem ainda não conhece a Verdade, que liberta, então fica satisfeito com a crença, que tem e com a fé, que cega a todo crente.

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MensagemEnviado: Seg, 17/Set/2018 23:39 
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29 - Páginas 353 a 354.
(“Se você, leitor ou leitora, acompanhou esta narrativa até aqui, valeira a pena tentar responder para si mesmo(a) as seguintes questões:” Pág. 353). Eu não tenho mais “crença e nem fé religiosa”, mas passei a buscar a Verdade e a encontrei e quando assisti algumas palestras dadas por membros do IIPC entendi que eles estão bem aquém de tudo o que já aprendi e entendi. (24/07/2012).
(“01. Crê realmente que a “verdade” professada pelo seu pequeno grupo ou igreja é a única possível dentro do oceano de religiões existentes na Terra?” Pág. 353). Não. Eu sou “católico” (=universal) e por isso risquei o nome “romano” da minha religião logo depois de ter vivido o meu nascimento do alto (Jo 3,3 e 7) em janeiro de 1980.
(“02. Já teve a experiência de olhar para o céu estrelado e perceber um pouco da infinitude do Universo, o qual a sua religião insiste em reduzir apenas às vicissitudes experimentadas na Terra?” Pág. 353). Já e isso me prova a existência de um Ser Superior, que iniciou a Criação do Nada Absoluto, e esse Ser Superior par mim chama-se Deus Pai Mãe.
(“03. Quantas vezes repudia uma ideia nova apenas porque esta vem de pessoas ou grupos alheios à sua crença?” Pág. 353). Antes de 1980 eu não aceitava ouvir algo contrário à Doutrina que aprendi desde a minha infância, mas depois do meu nascimento do alto mudei a minha forma de ver e entender todo o processo da evolução e do conhecimento individual e coletivo. Hoje eu só aceito uma nova ideia se a mesma foi mais convincente e lógica do que as minhas ideias e ao meu conhecimento, que é baseado na MATEMÁTICA. Foi assim que aceitei a reencarnação como verdade no dia 05/01/1980.
(“04. Já se perguntou por que os líderes cristãos tinham tanto medo do telescópio ao tempo de Galileu Galilei?” Pág. 353). Já sim, pois eles temiam como ainda temem a Verdade.
(“05. Se você é líder religioso(a), alguma vez se sentiu um(a) impostor(a) ao transmitir a mitologia contida nas sagradas escrituras para as pessoas?” Pág. 353). Esse problema eu nunca tive!
(“06. Sente desconforto ao trabalhar com a catequese - conjunto de doutrinas e abordagens anticientíficas usadas na lavagem cerebral de crianças e adultos?” Pág. 353). Idem.
(“07. Já teve a sensação de estar se repetindo inutilmente ao cumprir os mesmos ritos indefinidamente? Percebe com estranheza o quanto, na imaginação de muitos, os sacramentos (celebração simbólicas) substituem a própria vida?” Pág. 353). Idem.
(“08. Acha estranha a crença de que todos ao morrerem se igualam (seja no céu, seja no inferno)? Isso não lhe parece ilusório diante da pluralidade das populações terrestres?” Pág. 353). Idem.
(“09. Já sentiu medo do inferno? A sensação de talvez já estar condenado(a)? Pode se imaginar liberto(a) desse temor? Qual a sensação?” Pág. 354). Já tive muito medo do inferno até ao início do ano de 1961, quando me libertei do mesmo. A sensação de ficar livre deste medo foi sim uma vivência ou experiência muito fantástica. Nunca me senti que já estivesse condenado.
(“10. A descrição que em geral as pessoas fazem do paraíso não lhe parece por demais extática? Todos destinados a viver a eternidade exclusivamente para adorar “Deus”?”. Pág. 354). Libertei-me dessa descrição ou crença há muito tempo.
(“11. Acha justo o filho ou filha viver em função única e exclusivamente dos pais? Não é essa a análoga imagem que a sua religião faz a respeito do relacionamento entre devoto e “Deus”?” Pág. 354). OK, mas fiquei livre desta ideia há mais de 50 anos!
(“12. Pensa realmente ser possível a uma única consciência atender a todas as ocorrências (absolutamente todas) do Universo?” Pág. 354). Nunca pensei isso!
(“13. Se você é cristão ou cristã, nunca percebeu a pobreza de conteúdo dos evangelhos? As contradições ali existentes? Ou tem medo sequer de considerar o assunto?” Pág. 354). Já. Já. Não.
(“14. Pensa realmente que Jesus Cristo foi a melhor e mais inteligente pessoa já existente na Terra? Qual a base dessa crença? Como se senti diante das chantagens feitas no evangelho, quando Jesus ameaça os infiéis com o fogo eterno?” Pág. 354). Para mim Jesus foi o melhor e mais inteligente homem que já passou pela Terra. A minha base é no homem amigo e bom que foi Jesus. As chantagens vieram depois e não foram feitas por Jesus!
(“15. Já parou para pensar que se você tivesse nascido em família muçulmana ou budista teria uma ideia completamente diferente a respeito de Jesus Cristo? Considere que a mesma pergunta vale para o muçulmano a respeito de Muhammad e para o budista a respeito de Sidharta Gautama.” Pág. 354). Pensei muito nisso quando fui para o seminário com os meus 11 anos e seguintes. Compreendi tudo isso após o dia 05/01/1980. Agora pergunto para o autor: você já pensou por que nasceu numa família católica e por que chegou ao sacerdócio? Quem foi que o fez nascer onde você nasceu? Tudo isso foi um puro acaso? Veja o meu trabalho sobre a linha do nascimento ou reencarnatória, que está nas páginas 85; 90; 317 e 329.
(“16. Acha mesmo que se existir um “Deus” onipotente, onisciente, onipresente e bom, ele perderá tempo atendendo aos caprichos de bilhões de pessoas ao mesmo tempo (as quais têm ideias completamente distintas sobre ele)?” Pág. 354). Nunca achei isso. A partir de janeiro de 1980 comecei a entender que Deus não é onipresente e em agosto de 1983 entendi realmente que Deus não é onipresente, pois esse ensino foi uma forma errada dos teólogos de todos os tempos.
(“17. Nunca achou estranho o fato de as escrituras sagradas serem tão obscuras e mal escritas? Não pensa que revelações divinas mereceriam melhor apresentação?”. Pág. 354). Sim. Sim. Comecei a entender tudo isso há 32 anos, quando vivi o meu nascimento do alto (Jo 8,32). A Bíblia não é a Palavra de Deus!
(“18. Por sinal, consegue resolver o paradoxo existente na ideia ocidental de “Deus” – pode um ser onipotente, onipresente e onisciente ser ao mesmo tempo “bom”? Se a resposta é sim como você explica o sofrimento a Terra?” Pág. 354). Sim, consigo sim entender tal paradoxo, mas não conforme o que aprendi nos meus 9 anos de estudo num seminário católico. Deus é sim onipotente e onisciente, plenamente bom, mas não é onipresente, esse foi sim um erro dos pensadores cristãos, Deus dirige tudo, mas respeita plenamente a liberdade de todos. Não foi Deus o causador de todos os tipos de dor ou sofrimentos na Terra e até no plano astral.
(“19. Nunca se questionou o quanto as preces da maioria das pessoas são mesquinha e autocentradas? Isso lhe diz alguma coisa? Consegue responder por que as pessoas religiosas são também, em geral, as mais preconceituosas?” Pág. 354). A resposta para essas três perguntas está na falta de conhecimento das pessoas e de quem as ensinam e também por desconhecer o autoconhecimento.
(“20. Mesmo tendo fé, sente medo da morte? Por que?” Pág. 354). Eu deixei de ter “fé” a partir do momento em que comecei a entender bem a Verdade, que liberta. Não tenho medo da morte, pois o perdi completamente quando vivi o meu nascimento do alto (Jo 3,3 e 7). Eu não tenho medo de mais nada, pois sei quem Sou e sei para o que aqui Estou.
(“21. Não acha estranho o fato de as pessoas cumprirem os mesmo rituais todos os anos (Natal, Páscoa, momentos penitenciais, entre outros) e permaneceram sempre as mesmas?” Pág. 354). Não, pois cada um tem o direito de fazer o que deseja fazer e cada um está num certo nível evolutivo e no futuro, mesmo que seja longínquo, sei que todos irão conquistar a plena sabedoria, deixando assim de serem sempre as mesmas pessoas.

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Paz plena... Rosário. ("Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" - João 8,32).


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