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MensagemEnviado: Qui, 15/Jun/2017 23:00 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Eis o resumo dos meus comentários, que foram escritos enquanto lia os três livros do papa Bento XVI sobre Jesus: “A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo:

Eucaristia.
Os trechos bíblicos foram retirados de "A Bíblia de Jerusalém": MISSA e consagração - Instituição da eucaristia.
Mateus 26, 26 a 29: Enquanto comiam, Jesus tomou um pão e, tendo-o abençoado, partiu-o e, distribuindo-o aos discípulos, disse: “Tomai e comei, isto é o meu corpo”. Depois, tomou um cálice e, dando graças, deu-lho dizendo: “Bebei dele todos, pois isso é o meu sangue, o sangue da Aliança, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. Eu vos digo: desde agora não beberei deste fruto da videira até aquele dia em que convosco beberei o vinho novo no Reino do meu Pai”.
Marcos 14, 22 a 25: Enquanto comiam, ele tomou um pão, abençoou, partiu-o e distribuiu-lhes, dizendo: “Tomai, isto é o meu corpo”. Depois, tomou um cálice e, dando graças, deu-lhes, e todos dele beberam. E disse-lhes: “Isto é o meu sangue, o sangue da Aliança, que é derramado em favor de muitos. Em verdade vos digo, já não bebereis do fruto da videira até aquele dia em que beberei o vinho novo no Reino de Deus”.
Lucas 22, 14 a 20: Quando chegou a hora, ele se pôs à mesa com seus apóstolos e disse-lhes: “Desejei ardentemente comer esta páscoa convosco antes de sofrer; pois eu vos digo que já não a comerei até que ela se cumpra no Reino de Deus”. Então, tomando um cálice, deu graças e disse: “Tomai isto e reparti entre vós, pois eu vos digo que doravante não beberei do fruto da videira até que vinha o Reino de Deus”. E, tomou o pão, deu graças, partiu e distribuiu-o a eles, dizendo: “Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em minha memória”. E, depois de comer, fez o mesmo com o cálice, dizendo: “Este cálice é a Nova Aliança em meu sangue, que é derramado em favor de vós”.
No Evangelho de Lucas é feita uma inversão, pois primeiro Jesus pegou o cálice, deu graças e o entregou aos discípulos. E depois pegou o pão, deu graças, partiu e o distribuiu aos discípulos. Em Mateus e Marcos, primeiro Jesus pegou o pão e depois o cálice.
No Evangelho de João nada é citado com referência à instituição da Eucaristia na última ceia como pode ser visto nos capítulos 13 a 17. Agora João cita, no Capítulo 6, 48 a 63, algo, que possui um profundo e fantástico ensinamento esotérico sobre a missão de Jesus na terra. Pode-se até dizer que aqui também temos a Teologia da Libertação, que nos liberta de tudo aquilo que é material (João 8,32), que são também as coisas de César.
Bom, então o que foi que Jesus fez e o que ele pediu para fazer em memória dele? Jesus abençoou o pão e o vinho, que passaram a ser uma extensão do corpo e o sangue dele, que seriam oferecidos em oferta ao Pai para a redenção dos pecados do mundo. Jesus pediu para que os discípulos fizessem o mesmo. Jesus era a própria oferta ao Pai, em função da remissão dos pecados e ele pediu para que fosse feito o mesmo que ele fez. Então os sacerdotes, fazendo o que Jesus fez, estão também se transformando em ofertas ao Pai como Jesus o fez para extinguir do mundo os pecados dos seres humanos.
Finalizando digo que pão e o vinho, durante a Santa Missa, são consagrados e transformados no corpo e no sangue do celebrante e não no corpo e no sangue de Jesus. Na última ceia o celebrante era o próprio Mestre Jesus e nas Santas Missas os celebrantes são os sacerdotes, que fazem o mesmo que Jesus fez. Os sacerdotes transformam o pão e o vinho no corpo e sangue deles e não no corpo e sangue de Jesus.
A visão do Sumo Pontífice continua a mesma, que foi ensinada pelos primeiros seguidores de Jesus, como pode ser visto em várias citações: (“Como então o Senhor entrara na Cidade Santa cavalgando o jumentinho, assim agora sem cessar a Igreja O via chegar sob as humildes aparências do pão e do vinho”. Pág. 23 (3)).
(“Esse templo é o seu Corpo: o Ressuscitado que reúne os povos e os unifica no sacramento do seu Corpo e do seu Sangue”. Pág. 31 (3)).
(“Devemos retornar às questões, objeto de grande discussão, que dizem respeito a essas cronologias diferentes e ao seu significado teológico, quando refletirmos sobre a Última Ceia de Jesus e sobre a instituição da Eucaristia”. Pág. 59 (3)).
(“as narrações relativas à Última Ceia de Jesus e à instituição da Eucaristia estão envolvidas num emaranhado de hipóteses contrastantes entre si”. Pág. 101 (3)).
(“Se Jesus não deu aos discípulos pão e vinho como seu Corpo e seu Sangue, então a celebração eucarística é vazia, uma piedosa ficção, não uma realidade que funda a comunhão com Deus e dos homens entre si”. Pág. 102 (3)).
(“Nessa clara certeza, convidou os Seus para uma Última Ceia de caráter muito particular, uma Ceia que não pertencia a nenhum rito judaico determinado, mas era a sua despedida, na qual Ele dava algo de novo, isto é, dava-Se a Si mesmo como o verdadeiro Cordeiro, instituindo assim a sua Páscoa”. Pág. 110 (3)).
(“que até agora não foi possível apresentar nenhuma explicação secundária convincente da tradição da Ceia”. “Só porque Ele mesmo o tinha dito e feito é que a Igreja, nas suas diversas correntes e logo desde o princípio, pudera “partir o pão” como Jesus tinha feito na noite da traição”. Pág. 119 (27)).
(“Nela nos beneficiamos da hospitalidade de Deus, que, em Jesus Cristo crucificado e ressuscitado, Se entrega a nós”. Pág. 123 (3)).
(“Portanto, a ordem diz respeito apenas àquilo que constituía uma novidade nas ações de Jesus naquela noite: o partir o pão, a oração de bênção e agradecimento e, com ela, as palavras da transubstanciação do pão e do vinho”. Pág. 131 (3)).
(“Se Jesus transgrediu a Torá, a ele, Pilatos, que é romano, não lhe interessa”. Pág. 178 (3)). Qualquer transgressão da Torá era e é sim uma grande heresia e blasfêmia para os religiosos judeus! A Tora para eles é sim divina! A Torá para os judeus é igual ao Santíssimo Sacramento para os católicos.

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Paz plena... Rosário. ("Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" - João 8,32).


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MensagemEnviado: Qui, 15/Jun/2017 23:02 
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Eis o resumo dos meus comentários, que foram escritos enquanto lia os três livros do papa Bento XVI sobre Jesus: “A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo:

Evangelho.
Os “Evangelhos” foram sendo preparados e ajustados para transformar Jesus em Deus: o que aconteceu nos séculos I; II; III e IV da Era Cristã! Os Evangelhos foram escritos mais de 3 décadas após os acontecimentos relatados, então dificilmente foram feitos relatos com absoluta exatidão.
Enquanto lia o capítulo 1 (“Entrada em Jerusalém e purificação do tempo”. Pág. 15 a 33 (3)) ia fazendo uma correlação entre os escritos dos 4 Evangelhos com o que vivi nos dias 10 a 12 de Janeiro de 1980. No dia 10 houve a explosão do meu inconsciente e tudo se tornou público para os dois planos da criação: o físico e o espiritual. No mesmo dia eu falei para o frei Patrício que eu tinha encontrado o Reino de Deus e comecei a assustar a todos, pois tive sim o meu nascimento do alto (Jo 3,3 e 7).
No dia 11/01/1980, à noite, ali pelas 20,00 horas, o Toninho, que é um de meus irmãos mais velhos, falou-me assim, enquanto me entregava um exemplar da Bíblia: “Rosário, você gosta de ler a Bíblia, então pega essa aqui, entra para o seu quarto e reza em segredo”. (Veja Mt 6,6).
Eu peguei a Bíblia, entrei para o meu quarto e fechei a porta. E sozinho no quarto, coloquei a Bíblia no chão e deitei de bruços, colocando a minha testa sobre a Bíblia. Após fazer tudo isso e enquanto estava deitado, saíram essas palavras da minha boca, sem que eu tivesse pensado e tido vontade de falar:
“Pai, em vossas mãos entrego o meu espírito” (Lc 23,46).
Levei um grande susto, enquanto ouvia a minha própria voz. Ainda não tinha conhecimento nenhum sobre mediunidade. Fiquei um pouco ainda naquela posição, chegando a pensar que tinha desencarnado (morrido), e, após alguns momentos, decidi reagir, começando a mexer com pé direito, que obedeceu ao meu comando. Levantei imediatamente e voltei para a sala, falando que a Conceição tinha que ser batizada. Isso foi em função de ter ouvido dela mesmo, antes do nosso casamento religioso, que ela não tinha a certidão de batismo. O Toninho interveio imediatamente dizendo que ela já estava batizada.
Conversando com o frei Basílio, no início de 1998, ele me disse que eu falei muitas frases em latim no dia 12/01/1980, enquanto eu estava sendo levado para a Clínica Pinel (eu estava deitado na maca da ambulância). Tentei saber o máximo do frei Basílio sobre o que eu tinha dito, mas ele antes me falou assim:
“Você falava como se você fosse Jesus”. Realmente isso era uma verdade, pois eu estava dando passividade ao Espírito de Jesus, mas só fui compreender e entender bem todo o processo vários anos depois, pois em Janeiro de 1980 ainda não conhecia nada sobre a Espiritologia.
Tentei saber das frases, que foram ditas, mas ele só me contou essa: “Consummátum est” (“Tudo está consumado”) (Jo 19,30). Na ambulância foi dita a última frase de Jesus, que foi dita conforme o Evangelho de João e em casa, na noite anterior e falada em português, foi dita a última frase de Jesus conforme o Evangelho de Lucas. Na noite do dia 11 a intervenção reveladora e secreta era para o meu entendimento, já no dia 12 a intervenção de Jesus era para a compreensão de um sacerdote no plano físico e de um grupo de espíritos desencarnados da hierarquia da Igreja, que não conheciam o português e nem tinham conhecimentos sobre a mediunidade.
O que ficou bem claro para mim é que no “Pentecostes” narrado em Atos 2 a intervenção da Espiritualidade tinha muito a ver com relação ao aprendizado dos seres humanos (encarnados), pois no dia do Pentecostes cerca de três mil pessoas se converteram (Atos 2,41). Agora nas intervenções de Janeiro de 1980, que foram dirigidas pelos Espíritos de Deus e de Jesus o principal objetivo era o de mostrar para muitos grupos de espíritos, com objetivos diferentes da própria Espiritualidade, o que estava acontecendo, e assim todos tomaram conhecimento do início do meu processo mediúnico. Eis a razão do aviso, que eu recebi no dia 12/01/1980 e dentro da Clínica Pinel, de que havia um prazo de 20 anos. A grande importância para mim foi descobrir depois que houve sim a presença dos três apóstolos, que assistiram a Transfiguração de Jesus, novamente unidos e reencarnados na terra.
Por que João não cita nada sobre a oração de Jesus no horto das Oliveiras no seu Evangelho? Mateus e Marcos citam que Jesus afastou um pouco dos discípulos, mas levou com ele Pedro, Tiago e João (Mt 26,37 e Mc 14,33) e isso mostra algo que não foi explicado pelos seguidores de Jesus nos primeiros séculos. Será se os textos de Mateus e de Marços foram inseridos depois e por isso João não teve conhecimento dos mesmos e nem os comentou?
(“Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, permanece sozinho; mas se morre, dá muito fruto” (Jo 12,24). Ele mesmo é a semente. O seu “fracasso” na cruz é precisamente o caminho para chegar a todos, dos poucos aos muitos: “E Eu, quando for elevado da terra, hei de atrair todos a Mim” (Jo 12,32). Pág. 170 (2)). Hoje sabemos que o “Evangelho de São João” foi escrito da década de “90”. Como pode uma pessoa escrever algo que aconteceu quase 60 anos antes? Então entendo estas passagens como sendo escritas por João e intuídas pelo Espírito de Jesus. Dá para compreender que tudo foi intuído e escrito depois, que tudo aconteceu e assim tudo se encaixa!
(“Todavia, faz a tentativa, como, aliás, muitos outros exegetas, por meio da crítica redacional e literária; procura demonstrar que os textos de Mc 14,1a e 14, 12-16 – os únicos lugares em que se fala da Páscoa em Marcos - teriam sido posteriormente inseridos. Na narração verdadeira e própria da Última Ceia, não seria mencionada a Páscoa”. Pág. 109 (3)). Esta deve ser sim a grande solução para o encontro e compreensão da verdade, pois foram feitas sim muitas “inserções” nos escritos dos Evangelhos durante os primeiros séculos até chegar à “Vulgata Latina”. O grande objetivo das inserções era o de “endeusar” o homem Jesus! (05/09/2013).

Evolução.
Por meio da evolução do discernimento, entendimento e conhecimento pode sim conquistar ao autoconhecimento. O mistério em torno da cruz, da fé e da Santíssima Trindade ocultou o caminho para a compreensão da Verdade plena (João 16,13), a verdadeira libertação só acontecerá por meio da verdade (Jo 8,32) e do autoconhecimento.
(“A vida normal de Jesus, o operário provinciano, não parece esconder qualquer mistério; a sua proveniência revela-O como um igual a todos os outros”. Pág. 12 (1)). Eis aí o “segredo” da Vida, pois todos evoluem e como Deus sabe dirigir todo o processo em torno da Vida e da Evolução, e só Ele mesmo sabe a hora certa para tudo acontecer! Eu estou aqui e já sei quem fui e sei quem sou! (Ver a 4ª carta para o bispo Dom Célio (2)). Ninguém da Igreja aceita dialogar comigo no presente e irão ficar na berlinda no futuro!
(“Como método histórico, ele pressupõe a mesma medida na relação dos acontecimentos da história e por isso deve tratar as palavras que tem diante de si como palavras humanas”. Pág. 13 (2)). Como são palavras humanas, então não podem ser divinas. O Divino é perfeito e o humano pode sim conter erros e falhas na interpretação e compreensão, pois o discernimento é muito importante aos humanos que buscam a perfeição. Tem-se hoje uma Bíblia escrita e traduzida por diversas vezes: este é o presente. O passado passou pelo aramaico, hebraico, grego, latim e a língua atual e isso tudo é o presente, que está escrito. Esse “escrito” não é a palavra escrita, mas a palavra viva que ajuda a compreender melhor a Deus por meio da evolução do entendimento e do conhecimento.
Jesus foi sim o primeiro homem que teve a coragem de dizer que era filho de Deus, e foi condenado como blasfemo (Mt 26,57 a 68), mas hoje todo cristão fala isso! Evolução do conhecimento individual e coletivo. (Pág. 114 (2)).
(“Preocupo-me que a presença de Deus no meio de nós não seja jogada na lama, e que nos puxe para cima, para a sua pureza e santidade?” Pág. 134 (2)). Como fica a mente ou consciência do Sumo Pontífice escrevendo tudo isso aqui e tendo o conhecimento que ele tem da história da ICAR? Ele não conhece ou não entende ainda sobre o processo da evolução cósmica individual e coletiva no aperfeiçoamento de cada um e do conhecimento em geral buscando sempre o esclarecimento da Verdade.
A evolução ou salvação é autorredentora e não heterorredentora. Cada um terá que seguir o próprio e único caminho, fazendo e praticando o que Jesus ensinou: Perdoando e amando sempre! (Pág. 146 (2)).
(“e receberam uma nova marca em virtude da sua realização na vida e no sofrimento de Jesus”. Pág. 262 (2)). Compreendo isso com mais clareza e lucidez por meio do processo evolutivo individual e coletivo. A evolução (=salvação), primeiro, acontece no plano individual e depois o indivíduo evoluído fica em condições de trabalhar no aspecto coletivo. Todo sacerdote antes de ser um sacerdote ele se prepara para executar bem sua missão sacerdotal e assim é com todas as profissões. O sacerdote deve ser sim um missionário e não um profissional das religiões.
(“ao encargo particular que Paulo sabia ter assumido simultaneamente como peso e graça”. Pág. 53 (3)). Evolução individual para todos sem tempo marcado: Todos alcançarão a plenitude da perfeição! (“Na descida, Ele reuniu de novo os “Seus” – a grande família de Deus”. Pág. 61 (3)). João escreveu o processo da evolução. Nesse processo não existe queda, mas uma descida para planos inferiores e levando consigo aquele, que desce, tudo o que já possui e conquistou em vidas anteriores, por amor àqueles, que ainda não conquistaram a perfeição (Mt 5,48).
(“torna-se o início de uma nova criação”. Pág. 132 (3)). Discordo: de nova criação não, mas de um novo estágio evolutivo da criação sim, pois é assim o constante e lento processo da evolução individual e coletiva. Na atualidade a humanidade alcançou um novo estágio evolutivo e por isso está sendo fechado com chave de ouro o período do trabalho realizado pelo homem Jesus.
(“E, no entanto ela era o início verdadeiramente novo: aquilo de que, secretamente, tudo estava à espera... Cristo verdadeiramente ressuscitou”. Pág. 223 (3)). O processo evolutivo continua a sua constante e contínua caminhada. A ressurreição agora irá ser melhor compreendida. Eu já sou um ressuscitado. Por enquanto a única prova ficou escondida no tempo, pois foi no dia 02/02/1991, quando vivi durante 15,30 horas com o meu coração parado, mas não fui buscar prova médica, pois dentro de um hospital eu não sou dono do meu corpo e tive medo de ser uma cobaia nas mãos de médicos, e, a prova clara para todos, só Deus sabe quando irá acontecer, pois Ele é que dirige tudo!
(“morto num determinado momento, mas na ressurreição verificou-se um salto ontológico que toca o ser como tal; foi inaugurada uma dimensão que nos interessa a todos, e que criou para todos nós um novo âmbito da vida, o estar com Deus”. Pág. 245 (3)). Para compreender bem e melhor todo o processo em torno da missão salvífica de Jesus torna-se necessário entender bem tudo em torno do processo evolutivo planetário e cósmico.

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MensagemEnviado: Qui, 15/Jun/2017 23:04 
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Eis o resumo dos meus comentários, que foram escritos enquanto lia os três livros do papa Bento XVI sobre Jesus: “A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo:

Fé.
Sinto-me até envergonhado depois de ler este prefácio (Págs. 9 e 10 (1)), que foi escrito pelo Joseph Ratzinger, o papa Bento XVI. Como o Bento XVI, o líder máximo da Igreja Católica Apostólica Romana, que é a minha egrégora de nascimento ou a minha atual linha reencarnatória, está tão distante da Verdade, que liberta (João 8,32) e da Verdade Plena (Jo 16,13)! O Bento XVI não se libertou da cegueira da fé e por isso ele renunciou, pois a salvação da Igreja só virá por meio da VERDADE, que passei a chamar de Teologia da Verdade.
(“O anjo lhe dá a confirmação de que Ela não será mãe pelo modo normal, depois de ser recebida por José, mas por meio “da sombra do poder do Altíssimo” com a vinda do Espírito Santo, declara com força: “Para Deus, nada é impossível” (Lc 1,38)”. Pág. 36 e 37 (1)). A Igreja necessita entender e compreender toda a Verdade sobre a concepção de Jesus no ventre de Maria de Nazaré e chegou a hora da Verdade plena (João 16,13) ser divulgada, pois já foi revelada: ver a 7ª carta para o frei Basílio. A Verdade ficou oculta por “20” séculos e a mentira continuou sendo ensinada e protegida pela fé sob o véu do mistério e até por meio de uma tirania de Roma. Os homens perderam o caminho da Verdade ou da árvore da Vida (Gn 3,24).
Tenho que pedir desculpas ao Sumo Pontífice, mas tudo o que ele escreveu neste item 4 (4. Concepção e Nascimento de Jesus, segundo Mateus. Pág. 38 a 48 (1)) só veio confirmar por meio da fé, que cega, e do mistério, que nada explica, uma das maiores enganações inventadas pelo cristianismo nascente. Esta enganação só foi explicada e esclarecida no século XX por intermédio do Espírito da Verdade (João 16,13), que encarnou no seio da humanidade e teve, como ainda tem, a proteção do Espírito Santo de Deus! (Ver a 7ª carta para o frei Basílio).
(“Efetivamente, é essencial para a fé bíblica que ela se refira a um acontecimento realmente histórico”... “Et incarnatus est; professamos com estas palavras a nossa fé na efetiva entrada de Deus na história real”... “É a própria fé que o exige”. Pág. 12 (2)). Fé é uma forma de aceitar aquilo que ainda não se pode compreender e nem é possível explicar. A fé cega o crente. Todo aquele, que conhece a Verdade, se liberta do “estágio da fé”.
(“De aparentes resultados da exegese científica se entreteceram os piores livros que destruíram a figura de Jesus, que desmontaram a fé”. “E o Anticristo nos diz, com os gestos da mais elevada cientificidade, que uma exegese que lê a Bíblia na fé no Deus vivo, aí o procura e escuta, é fundamentalismo;”. Pág. 47 (2)). A fé cega o crente e obscurece o encontro do caminho para a Árvore da Vida (Gn 3,24), ocultando assim a possibilidade de encontrar a Verdade, que liberta (Jo 8,32). Eu encontrei e compreendi a Verdade, mas os membros da hierarquia da Igreja nada querem ouvir, todos estão bitolados pela cegueira da fé ou se escondem na fortaleza inexpugnável do silêncio com medo da Verdade.
(“E a Igreja como um todo deve manter-se consciente de que deve permanecer reconhecível como a comunidade dos pobres de Deus”. Pág. 82 (2)). A fé na realidade é sim um sustento para o crente se manter fiel e confiante nas promessas divinas. Bento XVI, por que você não viveu como “pobre”, principalmente depois de ser eleito papa?
Fé: quem vive em estado de fé ainda está na realidade num estado de ignorância sobre si mesmo e sobre a Verdade. Todo aquele que conhece a Verdade fica livre da fé cega! (Pág. 109 (2)).
(“O “fervor” (zelo) pela lei, que deu o nome a este movimento, viu os seus modelos nos grandes “fervorosos” da fé de Israel”. Pág. 159 (2)). Defender a fé matando os outros nunca foi um ato bom! É preciso sim libertar-se destes ensinamentos sofistas e dogmáticos. Fé de Israel! Por causa desta fé de Israel muitos povos foram massacrados! Veja Josué... Isso nunca foi agradável a Deus, o eternamente bom e perfeito.
(“até Matatias, o fundador dos macabeus, que começou a revolta contra a tentativa feita pelo rei helenista Antíoco de extinção da fé de Israel, matando um conformista que, de acordo com a ordem do rei, quis publicamente sacrificar os ídolos (1Mc 2,17-28)”. Pág. 160 (2)). Isso nunca foi um ato bom e agradável a Deus. A fé cega e leva o crente a atos de fundamentalismo.
A confiança no outro deve ser plena, quem não confia plenamente no outro é porque ainda não entendeu ou não conheceu profundamente o outro. Fé como confiança está correto! (Pág. 214 (2)).
(“Eles podem ver o que “os outros” não veem, e deste ver surge um conhecimento que vai além da “opinião” dos “outros”. É desse ver que vem a sua fé, a sua confissão; sobre isso pode então surgir a Igreja”. Pág. 250 (2)). Este fato deixa de ser um ato de fé, mas de certeza, de conhecimento e da confiança; é o testemunho daquele que viu e porque viu tem certeza (Jo 3,11).
(“Isso, porém, era apenas uma primeira demonstração das crueldades inimagináveis que haveriam de seguir-se com crescente brutalidade, incentivada reciprocamente pelo fanatismo de uns e o furor crescente de outros”. Pág. 40 (3)). Veja aqui como a fé cega o crente. Quantas guerras já aconteceram por causa das crenças diferentes em nome de Deus? Veja Josué, as cruzadas, a inquisição e a jihad!
(“sacramento do seu amor, no qual Ele nos imerge na fé e que é o verdadeiro lavacro de purificação do homem”. Pág. 75 (3)). A moral e a ética estão sim corretas e mostram o caminho para ser vivido e percorrido na vida. A fé não purifica ninguém, mas é um meio para melhorar na conquista da purificação, uma grande auxiliar no caminho da perfeição. A fé oculta o caminho da verdade (João 8,32 e 16,13).
Fé e conhecimento - É necessário ter o autoconhecimento para discernir o que foi ensinado como verdadeiro e que não é verdadeiro. (Pág. 86 (3)).
(“Se a certeza da fé se baseasse exclusivamente sobre uma certificação histórico-científica, continuaria sempre passível de revisão”... “as palavras autênticas de Jesus, para encontrar nelas a rocha segura da fé”. “a fé teria perdido o seu fundamento”. “não se podem esperar provas de certeza absoluta”. Pág. 102 (3)). Essa é, para mim, a maior dificuldade para a aceitação, compreensão e divulgação da verdade plena (Jo 16,13), pois a fé cega o crente e o faz fugir (ou temer) dos diálogos que podem conduzi-lo à compreensão da Verdade.
(“Assim como, a partir da fé, é preciso ler de modo totalmente novo a afirmação de Caifás sobre a necessidade da morte de Jesus, assim também se deve fazer com a palavra de Mateus sobre o sangue: esta, lida na perspectiva da fé, significa que todos nós precisamos da força purificadora do amor, e tal força é o seu sangue. Não é maldição, mas redenção, salvação. Só com base na teologia da Última Ceia e da cruz presente na totalidade do Novo Testamento é que a palavra de Mateus sobre o sangue adquire o seu sentido correto”. Pág. 172 (3)). A fé cega o crente e o faz aceitar que o sangue de Jesus aplacou a ira de Deus e conseguiu assim o perdão de Deus! Que absurda ignorância sobre Deus!
(“Ele não possui nenhuma legião. Acaba crucificado. Mas é precisamente assim, na carência total de poder, que Ele é poderoso, e só assim a verdade se torna força, sem cessar”. Pág. 177 (3)). Os teólogos têm um medo terrível e assustador da Verdade por causa da fé, que cega o crente e dos dogmas que foram impostos a ferro e fogo nos primeiros séculos da Era Cristã.
(“Pedro continua: “Entretanto, irmãos, sei que agistes por ignorância, da mesma forma como vossos chefes” (Atos 3,17)” “Sem dúvida, esta combinação entre douta erudição e profunda ignorância deve fazer-nos pensar”. Pág. 189 (3)). E essa ignorância em torno das coisas de Deus e da Espiritualidade reina até hoje por causa da fé que cega o crente!

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Eis o resumo dos meus comentários, que foram escritos enquanto lia os três livros do papa Bento XVI sobre Jesus: “A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo:

Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR).
(“Mas contra a autoridade de Jesus há também o argumento oposto, referido concretamente na discussão em torno da cura do “cego de nascença”, que adquiriu a vista: “Sabemos que Deus falou a Moisés; mas esse (Jesus) não sabemos de onde é!” (Jo 9,29)”. Pág. 13 (1)). A história se repete com relação à hierarquia da ICAR. Eles sabem quem foi Moisés e quem foi Jesus, mas nada querem saber quem eu sou e sobre o que estou fazendo, pois estou aqui para revelar a Verdade, que me foi revelada, para quem quiser ouvir.
(“Não há distinção de raça nem de proveniência, no reino de Jesus Cristo”. Pág. 83 (1)). Mas no “Reino da ICAR” há sim muita distinção!
(“O Reino de Deus e a Igreja são colocados de um modo distinto um em relação ao outro e mais ou menos aproximados um do outro”. Pág. 60 (2)). Deus está fazendo de tudo para que isso se torne uma Verdade, mas a hierarquia da ICAR não permite que Deus aja em seu seio!
(“Em Jesus, Ele nos mostra o seu rosto; no Seu agir e na sua vontade, conhecemos os pensamentos e a vontade de Deus”. Pág. 121 (2)). Jesus nos ensinou a amar aos inimigos (Mt 5,44) e como conciliar isso com o que a ICAR já fez no seu passado (principalmente no período da inquisição) e faz hoje com quem lhe mostra o verdadeiro caminho da Verdade... O silêncio é omissão e a omissão é ensinada como pecado!
(“No entanto, é certo que se trata aqui de uma experiência humana de Deus, que reflete a realidade infinita no finito e limitado do espírito humano”. Pág. 251 (2)). Interessante, pois usei de uma expressão em palavras semelhantes ao que foi escrito aqui para tentar explicar a experiência, que vivi nos contatos iniciais que tive com a Espiritualidade em 1980; com Jesus nos dias 25 e 26 de Novembro de 1983; com Deus-Pai no dia 12/04/1984 e com Deus-Mãe no dia 20/11/1984. Mas sobre tudo isso a hierarquia da ICAR não entendeu nada ainda e ou não deu nenhum apoio até hoje! (veja a carta para o papa João Paulo II (2)).
(“Todas pecaram. Todos precisam da misericórdia do Senhor, do amor do Crucificado (cf. Rm 3,23-24)”. Pág. 142 (3)). A “cruz” foi sim uma consequência dos ensinamentos de Jesus e da forma de vida de Jesus, que não foram aceitos pelos líderes religiosos e estes decidiram pela morte de Jesus. Os líderes religiosos sempre agiram tiranicamente contra os verdadeiros mensageiros da PAZ, do AMOR e da VERDADE. Quantos a ICAR condenou à morte nas fogueiras? Qual membro da hierarquia da ICAR já me deu apoio até hoje? (Vejam as minhas cartas (2)).
(“Aos membros do Sinédrio, isso deveria parecer politicamente absurdo e teologicamente inaceitável, porque desse modo se exprimia de fato uma proximidade do “Todo-poderoso”, uma participação na própria natureza de Deus, que se havia de entender como blasfêmia”. Pág. 166/7 (3)). O mesmo acontece hoje por parte dos membros da hierarquia da Igreja, quase todos eles não aceitam o que está acontecendo no momento atual: “Deus veio em meu auxílio para salvar toda a humanidade”, mas isso os teólogos ainda não aceitaram mesmo. Todos eles, os teólogos, estão sendo omissos e procuram se defender dentro da fortaleza do silêncio, que existe no labirinto criado pelos primeiros pensadores cristãos, que são chamados de “Doutores da Igreja”.
(“O motivo por que o nosso texto se interrompe aqui, não o sabemos. No século II, foi acrescentado um resumo narrativo em que se recolhem conjuntamente as mais importantes tradições sobre a ressurreição e também sobre a missão de os discípulos levarem o anúncio a todo o mundo (Mc 19,9-20).” Pág. 234/5 (3)). Digo com toda a certeza que foi o MEDO das mulheres de relatar alguma coisa. Sei muito bem sobre esse MEDO atemorizador! Eu o venci, mas não foi fácil vencer todos os meus medos.
(“Como já junto da cruz – se excetuarmos João – tinham se encontrado só mulheres, assim a elas se destinava o primeiro encontro com o Ressuscitado. Na sua estrutura jurídica, a Igreja está fundada sobre Pedro e os Onze, mas, na forma concreta da vida eclesial, são sempre de novo as mulheres que abrem a porta ao Senhor, O acompanham até a cruz e assim podem encontrá-Lo também como ressuscitado”. Pág. 235/6 (3)). E por que a ICAR não acabou ainda com a discriminação das mulheres com relação ao recebimento do sacramento da Ordem?

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Eis o resumo dos meus comentários, que foram escritos enquanto lia os três livros do papa Bento XVI sobre Jesus: “A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo:

Jesus.
Jesus só ensinou a universalidade após a ressurreição! Os seguidores de Jesus deixaram o universalismo quando a Religião Católica se transformou em ICAR no século IV ou no romanismo.
(“Por que motivo deveria Lucas ter inventado a afirmação sobre a custódia das palavras e dos eventos no coração de Maria, se não houvesse a propósito qualquer referência concreta?” Pág. 22 (1)). O motivo que isso foi escrito sob o nome de Lucas foi de quem já queria endeusar a Jesus. Como também inventou o diálogo entre Jesus e os dois ladrões na cruz! Por que só em Lucas foi narrado o famoso diálogo da cruz?
Por que os anúncios dos nascimentos de João Batista e de Jesus só foram narrados em Lucas? Lucas nem conheceu a Jesus e foi convertido por Paulo, que só conheceu Jesus em Espírito (Atos 9,1 a 18). Por que só em Lucas estão narradas a visita dos pastores e as aparições dos anjos? Tudo foi sendo feito para endeusar a Jesus pelos seguidores dele nos primeiros séculos do cristianismo! Nunca se pode esquecer que havia um grupo muito poderoso no meio dos seguidores de Jesus nos primeiros séculos, que queria de todo jeito transformar Jesus em Deus porque os cristãos aceitaram que Jesus era o Messias e isso não foi aceito pelos judeus, então partiram para “impor Jesus como sendo o próprio Deus”.
Jesus não fundou ou criou a Religião Católica. O catolicismo foi fruto dos ensinamentos libertadores e cheios de amor e perdão de Jesus e da perseguição dos líderes do judaísmo para com os seguidores dos ensinamentos de Jesus (Atos dos Apóstolos, principalmente 1 a 9).
(“A reação dos seus ouvintes era clara: essa doutrina não tem a sua origem em nenhuma escola”... “A doutrina de Jesus não vem da aprendizagem humana, seja ela de que espécie for. Ela vem do contato imediato com o Pai, do diálogo “face a face”, da visão Daquele que repousa no seio do Pai”. Pág. 25 (2)). Realmente essa é uma grande verdade, pois Jesus foi médium de Deus-Pai. Eu recebi a sintonia perfeita com o Espírito de Deus no dia 12/04/1984 e assim passei a viver “face a face” com Deus-Pai-Mãe, mas até hoje nenhum teólogo aceitou essa realidade. A Espiritualidade, incluindo o Espírito de Deus e de Jesus, me revelou muitas verdades e por isso criei uma nova doutrina, que já possui quatorze princípios, eis os três princípios da Doutrina Rosareana:
Citação:
que estão nesses endereços:
Primeiro princípio:
viewtopic.php?f=12&t=5628&p=129488#p129488
Segundo princípio:
viewtopic.php?f=12&t=5628&p=129508#p129508
Terceiro princípio:
viewtopic.php?f=12&t=5628&p=129523#p129523
(“Não devemos esquecer que acorriam a Jesus pessoas de todas as origens e que a mais antiga comunidade cristã contava com não poucos sacerdotes e antigos fariseus”. Pág. 30 (2)). Todos os primeiros seguidores de Jesus eram judeus e Jesus tinha sim uma ligação muito forte com o povo de Israel. Ele ensinou isso: “Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mt 15,24). Esses dizeres nunca foram universalistas! Jesus só se tornou universalista após a morte e ressurreição: “Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulos...” (Mt 28, 19). O mesmo ensinamento está em Marcos 16,15 e Lucas 24,47.
(“E então diz realmente: “Foi-me dado todo o poder no céu e na terra” (Mt 28,18)”. Pág. 49 (2)). Se Jesus tivesse o todo poder na terra e no céu, então os seguidores dele não teriam sofrido tantas perseguições dos judeus (Atos) e dos romanos por mais de três séculos e nem teriam se transformados em perseguidores e torturadores de pessoas que duvidassem dos dogmas da Igreja. E também os seguidores de Jesus não teriam sofrido obsessões como aconteceu comigo e acontece com muitos outros. Num dos encontros do meu Espírito com o Espírito de Jesus no plano espiritual, ele me falou assim: “Isso está além do meu poder”.
(“Mas uma mudança do mundo para o bem”. Pág. 57 (2)). O bem elimina o sofrimento e a cruz.
(“O anúncio da soberania de Deus, como toda a mensagem de Jesus, radica no Antigo Testamento”. Pág. 65 (2)). É lógico, pois no tempo de Jesus não existia nada do Novo Testamento.
(“Os mansos (simples) herdarão a terra” (Sl 37,11). Pág. 83 (2)). Jesus confirmou a profecia do salmo 37,11 em Mateus 5.4! Quando foi que os mansos herdaram a Terra? Mas tenho certeza que os mansos irão sim herdar a Terra e este tempo chegou, pois só irão poder reencarnar na Terra os Espíritos de mansos para cima e os que não são mansos não podem mais aqui ficar.
(“Pai-Nosso que estais no céu”. Pág. 127 (2)). Se Jesus tivesse dito: “Pai-Mãe nosso seria sim um imenso escândalo para a época e por isso Jesus só disse Pai” (Mt 6,9). Passei a chamar Deus de Pai-Mãe em função de experiências místicas ou mediúnicas que vivi.
Por que João não cita nada sobre a angustiosa e dramática oração do Getsêmani? Mateus e Marcos citam que Jesus afastou um pouco dos discípulos, mas levou com ele Pedro, Tiago e João (Mt 26,37 e Mc 14,33) e isso mostra algo que não foi explicado pelos seguidores de Jesus nos primeiros séculos.
(“Pai, perdoai-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23,34). Pág. 144 (2)). Por que não foi escrito, como Jesus mesmo falando: ‘Eu perdoo a vocês, porque não sabem o que fazem’? Por que só no Evangelho de Lucas este versículo está escrito? Hoje não tenho receio de ensinar e falar: “Este versículo foi sim inventado pelo autor do Evangelho de Lucas”, pois o objetivo era o de transformar Jesus em Deus. E quem será que foi este autor?
João foi sim um ouvinte de Jesus e depois um médium do Espírito de Jesus, que João passou a chamar de Paráclito. Passei a entender isso muito bem, após o meu nascimento do alto (Jo 3,3 e 7). O “Paraclito” (João 14,16 e 26) é realmente o Espírito de Jesus, que foi o mentor do apóstolo João, o autor do 4º Evangelho.
A obra salvífica de Jesus está sim em seguir e cumprir os ensinamentos que ele nos deu. O batismo de Jesus (Mt 3,13 a 17) e a morte na cruz (João 19,30) foram consequências da vida missionária de Jesus.
O AMOR é realmente o ponto ou aspecto central da missão de Jesus (Jo 15,9 a 13 e 17). O AMOR vivido e ensinado por Jesus tinha como base a bondade e a perfeição divina (Mt 5,48). O AMOR verdadeiro inclui o PERDÃO definitivo por parte do SER ofendido. O problema do ofensor ou do criminoso é para com a Lei (Dt 24,16): Lei é cega e tem que ser obedecida por isso cobra até ao último centavo (Mt 5,26 e 18,34).
Enquanto lia este capítulo: “Entrada em Jerusalém e purificação do templo” (Pág. 15 a 33 (3)), ia fazendo uma correlação aos escritos dos 4 Evangelhos com o que vivi nos dias 10 a 12 de janeiro de 1980. Os Evangelhos foram escritos mais de 3 décadas após os acontecimentos relatados, então dificilmente foram feitos relatos com absoluta exatidão (Vide o relato completo no título: Evangelho).
(“O próprio Jesus é a presença do Deus vivo”. Pág. 47 (3)). Jesus não é Deus, mas conseguiu sintonizar-se perfeitamente com o Espírito de Deus. Eu segui o exemplo do caminho aberto por Jesus e o Espírito de Deus veio ao meu encontro, no dia 12/04/1984, como o Rei do Universo, o Deus-Pai e como Deus-Mãe no dia 20/11/1984. Isso tudo se tornou possível porque nenhum sacerdote me deu auxílio e fui perseguido pelo espírito do papa Pio IX, que é também conhecido por outros nomes em outras encarnações e assim pôde enganar a muitos outros espíritos.
A missão salvífica de Jesus é sim com relação aos ensinamentos e exemplo de vida que ele deu. A expiação é algo individual, pois se um pagasse as dívidas do outro, isso seria uma “grande injustiça” e contrária à Lei (Dt 24,16 e Jr 26,29 e 30).
(“Verifica-se aquilo que Jesus anunciou em João 12,32: da cruz, ele atrai todos a Si, para dentro de Si”. Pág. 131 (3)). A salvação é autorredentora e não heterorredentora! Para dentro de si não! A força magnética ou espiritual do Espírito de Jesus, que atraiu a todos os espíritos desencarnados, que passaram a obedecer ao comendo do Espírito de Jesus: isso ficou claríssimo em Atos 2. Mas deixou de ser verdadeiro depois do 1º século da Era Cristã e por isso surgiram as divergências também entre os Espíritos e tudo voltou a se complicar.
(“Esta fórmula – duas naturezas, uma única Pessoa – foi criada pelo papa Leão Magno (440 a 461) com uma intuição que ultrapassava em muito aquele momento histórico, e logo encontrou o assentimento entusiasta dos padres conciliares”. Pág. 147/8 (3)). Jesus é um Ser Cósmico, como eu também sou, então todos são! Tenho a minha identidade cósmica, que é composta de muitas individualidades humanas... Já sei de muitas vidas passadas do meu Espírito Cósmico.
Como João tomou conhecimento da reunião dos chefes judeus? João tinha amigos lá, como ficou claro em João 18,15: “Ora, Simão Pedro, junto com outro discípulo, seguia Jesus. Esse discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote”.
(“Com essas palavras, Jesus criou um conceito absolutamente novo de realeza e de reino, colocando Pilatos, o representante do poder terreno clássico, em face do mesmo”. Pág. 174 (3)). O Espírito de Pilatos depois foi à busca do Reino anunciado por Jesus. Ele reencarnou como o Santo Agostinho. Recebi essa informação dele mesmo no ano de 1984.
(“Os sequazes de Jesus não estão presentes no lugar do julgamento, estão ausentes por medo”. Pág. 180 (3)). Jesus não tinha sequazes! Essa palavra não é bem adequada para se referir aos discípulos de Jesus.
(“A ressurreição de Jesus da morte”. Pág. 217 (3)). Jesus ressuscitou sim, mas entender e compreender o que aconteceu é algo impossível para quase toda mente humana e por isso Jesus foi transformado em Deus. Entender a ressurreição de Jesus realmente não é fácil, mas Jesus ressuscitou sim e teve uma ascensão pública (Atos 1,6 a 11). Elias foi arrebatado para um plano superior (2Rs 2,1 a 13). Maria de Nazaré teve uma assunção oculta! Eu já sou um ressuscitado e aqui estou para ensinar a Verdade plena (Jo 16,13), mas a hora de provar e comprovar isso só Pai sabe, pois para tudo existe sim o momento ou a hora exata... O Pai dirige tudo, mas também respeita plenamente a liberdade de todos.
(“Mas uma ressurreição para uma condição definitiva e diferente, no meio do mundo velho que continua a existir, isso não estava previsto e, portanto, inicialmente não era sequer compreensível”. Pág. 220 (3)). A ressurreição de Jesus ainda é incompreensível até hoje para quase todos e só é aceita em função da fé que cega, pois aceitaram que Jesus era Deus. Entendi a ressurreição de Jesus, porque não fui compreendido na época do início do meu nascimento do alto (Jo 3,3 e 7) e primeiro fiquei sabendo por meio de uma revelação (agosto de 1982) que também desci do céu (Jo 3,13), como muitos outros também desceram.

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Eis o resumo dos meus comentários, que foram escritos enquanto lia os três livros do papa Bento XVI sobre Jesus: “A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo:

Labirinto.
(““Não temas” aceitar essa tarefa, que pode verdadeiramente suscitar temor. “Não temas”: isso dissera o anjo da Anunciação também a Maria. Com a mesma exortação do anjo, José vê-se agora envolvido no mistério da Encarnação de Deus”. Pág. 41 (1)). Os seguidores de Jesus passaram a ensinar que Jesus foi a encarnação de Deus e aceitaram tudo como mistério e assim iniciaram a criação do labirinto em torno da missão salvífica de Jesus.
(“A Palavra criadora de Deus, sozinha, realiza algo de novo. Jesus, nascido de Maria, é plenamente homem e plenamente Deus, sem confusão e sem divisão, como especificará o Credo de Calcedônia no ano de 451”. Pág. 49 (1)). Desculpe-me de novo, mas o Bento XVI tenta provar e defender a enganação! Ele continua perdido no labirinto mental e teológico que foi criado em torno da encarnação e da missão salvífica de Jesus.
(“Tendo mergulhado na água, prendeu o que era forte”, diz S. Cirilo de Jerusalém. “E S. João Crisóstomo escreveu: “Mergulhar e emergir são a representação da descida ao inferno e da ressurreição”. Pá.g 35 (2)). Por falta do entendimento e conhecimento da Verdade, São Cirilo de Jerusalém e São João Crisóstomo, que juntos com outros criaram os obstáculos para o encontro da Verdade: um Labirinto.
(“Capítulo 4 – O Sermão da Montanha”. Pág. 71 a 120 (2)). Foi sim criado um labirinto em torno de Deus, de Jesus, da Bíblia e da Vida por todos os líderes religiosos durante milênios. Este labirinto ocultou o caminho para o encontro da Verdade e a compreensão sobre como Deus e os Espíritos criados agem. A saída deste labirinto começou a ser desvendada por Allan Kardec e passou a ser esclarecida a mim por muitos Espíritos, que foram considerados como sendo a terceira pessoa da Santíssima Trindade e até pelo Espírito de Deus, que sintonizou perfeitamente comigo no dia 12/04/1984, depois que aceitei a verdade da reencarnação no dia 05/01/1980 e me foi revelado em agosto de 1982 o início da minha identidade cósmica, pois fiquei sabendo da minha vida passada no primeiro século da Era Cristã.
Trigo e joio estão misturados em todos os lugares. A separação está sendo feita, graças a Deus. Veja Apocalipse 13, 11 a 18. (Pág. 193 (2)).
(“Mas, porque o autor pensa e escreve com a memória da Igreja, então o nós ao qual ele pertence se abre para além do que é próprio e é conduzido profundamente pelo Espírito de Deus, que é o Espírito da Verdade”. Pág. 205/6 (2)). Coitado do papa! Ele está perdido no labirinto mental e teológico, que foi criado pelos pensadores cristãos, e não encontra a saída! Esse labirinto ocultou o encontro da Verdade em torno da Bíblia, de Deus, de Jesus e da Vida. O Espírito de Deus é um e o Espírito da Verdade é outro, está escrito: “Quando vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à verdade plena, pois não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido...” (Jo 16,13). A Verdade está sim com o Espírito de Deus e com quem receber as revelações do próprio Espírito de Deus.
(“Quando os cristãos consideraram a passagem pelo mar Vermelho como representação do batismo, então aparece em primeiro plano imediatamente o mar como símbolo da morte: ele se torna imagem para o mistério da cruz”. Pág. 209 (2)). O mistério da cruz: foi um dos ensinamentos que ajudou a construir o labirinto criado pelos teólogos cristãos, que complicou o processo para a compreensão e o esclarecimento da Verdade.
(“Em primeiro lugar, deve-se dizer que a tentativa de reconstruir historicamente as palavras originais de Pedro e deixar todo o resto como desenvolvimentos tardios da fé pós-pascal leva a um beco sem saída”. Pág. 259 (2)). Eis o labirinto sobre o qual passei a falar!
(“Mas com isto já nos antecipamos. Voltemos às confissões de fé dos discípulos. O que vemos aí, quando consideramos todo o mosaico dos textos? Os discípulos reconheceram que Jesus não se enquadrava me nenhuma das categorias correntes, que Ele era mais e mito diferente do que “um dos profetas””. Pág. 260 (2)). O Sumo Pontífice fez referências à confissão de Pedro (Mt 16,13 a 20; Mc 8,27 a 30 e Lc 9,18 a 21). O papa Bento XVI, tenta sair do labirinto criado, mas não consegue encontrar a porta para percorrer calmamente o caminho para colher os frutos da árvore da vida (Gn 3,24) e assim poder viver a vida plena e eternamente e nem consegue encontrar a Verdade, que liberta (Jo 8,32) e plena (Jo 16,13).
(“Ele deve se entendido de um modo totalmente literal: sim, no próprio Deus há o eterno diálogo do Pai e do Filho, os dois no Espírito Santo são realmente um só e o mesmo Deus”. Pág. 272 (2)). O labirinto sobre Deus, que escondeu de vez o caminho da Verdade, foi formado. Só o Espírito Santo de Deus mesmo poderia mostrar a saída do tal labirinto, mas para que isso pudesse acontecer houve sim um longo tempo, mas esse tempo também chegou e estamos nele.
(“Hoje, para nós, tudo isso é difícil de entender”. Pág. 48 (3)). Realmente é difícil entender na atualidade porque nos primeiros séculos da Era Cristã ou Comum os teólogos cristãos criaram um labirinto em torno de Deus e da Verdade, que só começou a ser destruído pelo trabalho do Allan Kardec. Essa destruição do tal labirinto terminou com o trabalho que já fiz em função das revelações que recebi e que foram iniciadas no de 1980. Entenda quem puder entender!
(“Se podemos dizer que, no Antigo Testamento, a imanência de Deus se dava na dimensão da palavra e da observância litúrgica, agora essa imanência tornou-se ontológica: em Jesus, Deus fez-Se homem”. Pág. 92 (3)). E Jesus não é Deus! O papa não consegue sair do labirinto mental em torno de Deus e da Verdade, que foi criado pelos (teólogos) pensadores cristãos dos primeiros séculos.
Fé! Cruz! Morte! Martírio! Sacrifício! Saia do labirinto mental e teológico, Ratzinger ou Bento XVI, pois esses são ensinamentos contrários à vida em abundância (Jo 10,10)!
(“A unidade desses três elementos constitutivos da Igreja – o sacramento da sucessão, a Escritura, o Símbolo da Fé (Credo) – é a verdadeira garantia de que “a Palavra” possa “ressoar de modo autêntico” e a tradição seja mantida”. Pág. 97 (3)). Com estes três elementos foi sim concluído o labirinto mental em torno da Verdade e do Espírito Santo de Deus. Só o próprio Deus poderia mostrar a saída do tal labirinto, como mostrou nos anos de 1980 a 1984.
(“Naturalmente, no Evangelho de João não se fala nesses termos dos três pilares da comunidade dos discípulos, da Igreja; mas, com a referência à fé trinitária e ao ser enviados, ficaram postos os alicerces”. Pág.98 (3)). O labirinto teológico foi sendo construído no decorrer dos primeiros séculos da Era Cristã, ou Comum para quem não aceita o nome de “Cristã”.
(“Dessa maneira, a frase sobre o cálice não aludiria ao acontecimento da morte na cruz e seu efeito, mas ao ato sacramental, e assim ficaria esclarecida também a palavra “muitos”; enquanto a morte de Jesus vale “para todos”, o alcance do Sacramento é mais limitado; este alcança muitos, mas não todos”. Pág. 128 (3)). Veja como todos estão presos no labirinto teológico criado pelos pensadores dos primeiros séculos da Era Cristã. Só no século XX o próprio Espírito Santo de Deus veio em socorro da humanidade para que o tal labirinto fosse destruído. Eu estou aqui para divulgar tudo... (Jo 16,13).
(“Por isso é absolutamente absurdo que alguns teólogos pensem que, na oração do monte das Oliveiras, o Homem Jesus Se tenha dirigido ao Deus trinitário. Não, aqui fala precisamente o Filho, que assumiu em Si mesmo toda a vontade humana e transformou-a em vontade do Filho”. Pág. 151 (3)). O ensinamento sobre o “Deus Uno e Trino”, o Deus Trinitário, foi sim a conclusão do labirinto teológico criado em torno do Deus Único, de Jesus, da Espiritualidade, da Verdade e da Vida!
Volto aqui a dizer, que o Sumo Pontífice fala e fala, mas está sempre perdido no labirinto que foi criado em torno de Deus e da Bíblia pelos líderes religiosos e por aqueles que os bajularam. É preciso sim entender bem o que está escrito em João 3,11; 8,32; 10,10 e 16,12 a 15, como também no Apocalipse 13,15 a 18. Eu estou aqui para ajudar a quem quiser encontrar a saída do tal labirinto criado. Sei que tenho que respeitar as crenças dos outros e a fé, que cegou e ainda cega a todos os crentes, mas não posso ser omisso e por isso ajo, como estou agindo.

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Eis o resumo dos meus comentários, que foram escritos enquanto lia os três livros do papa Bento XVI sobre Jesus: “A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo:

Líderes religiosos.
Após ter este capítulo 4 (“Os magos do Oriente e a fuga para o Egito”. Pág. 77 a 100 (1)) faço aqui algumas perguntas: Por que os líderes religiosos nunca aceitaram um verdadeiro profeta em toda a história da humanidade? (Exceção apenas para o sacerdote Eli em 1Samuel 3). Quantos verdadeiros profetas foram assassinados a mando de líderes religiosos? Quantos verdadeiros profetas (homens e mulheres) viveram “aprisionados” pelos líderes religiosos e, após a libertação final deles pela desencarnação ou morte do corpo físico, eles foram canonizados como santos e ou santas?
Como faz falta ao sumo Pontífice o conhecimento da Teologia da Libertação (TL); Teologia da Verdade (TV); Doutrina Espírita (DE) e Doutrina Rosareana (DR)!
O processo na atualidade mudou e agora quero ver como irão agir os líderes religiosos, pois eles não podem mais continuar com a enganação! Eles estão sim num beco sem saída!
(“O que há de mais trágico, o que mais contradiz a fé num Deus bom e a fé num redentor do homem do que a fome na humanidade?” Pág. 43 (2)). A humanidade está sim sem pastor, pois cada líder religioso só pensa em sua egrégora ou até mesmo só no seu “ego” ou no próprio umbigo.
Deus é bom, perfeito e pleno de AMOR para com todos. Deus respeita plenamente a liberdade de todos e isso os líderes religiosos nunca fizeram, a única exceção foi sim a do sacerdote Eli (1Sm 3), quando agiu com relação ao ainda jovem profeta Samuel (1Sm 3) e do fariseu Gamaliel (Atos 5,34 a 39), quando aconselhou ao Sinédrio Judeu a não matar os apóstolos de Jesus.
Jesus foi condenado à morte pela hierarquia religiosa constituída na época dele (Mt 26,57 a 68). A hierarquia da Igreja condenou centenas de milhares de pessoas às fogueiras da inquisição, que tentaram mostrar para ela a Verdade. A hierarquia não aceita a Verdade Absoluta e plena (João 16,13) porque está aprisionada ao mistério da fé. Como faz falta ao Bento XVI a Teologia da Verdade e da Libertação.
Como é difícil explicar para líderes religiosos cristãos que houve sim muitas interpretações não corretas pelos primeiros seguidores de Jesus nos primeiros séculos da Era Cristã. Os membros da hierarquia da ICAR nunca aceitaram ou nem aceitam os erros doutrinários, que foram impostos como dogmas e que complicaram a busca e a compreensão da Verdade.
(“Devemos admitir que todos os 12 eram judeus crentes e observantes, que esperavam a salvação de Israel”. Pág. 160 (2)). O mesmo sempre aconteceu na história da humanidade! Como os líderes de Roma podem aceitar hoje que todos os doze (12) apóstolos e muitos outros personagens do 1º século cristão reencarnaram na terra no século XX. (Veja João 3,11; 8,32; 16;13 e 21,20 a 23 e algumas das minhas cartas (2)).
(“Ao refletirmos sobre a interpretação que Jülicher dá das parábolas, tivemos de dizer que ninguém teria sido condenado à morte por causa de honestos moralismos”. Pág. 274 (2)). Discordo, pois muitos moralistas honestos e puros foram sim condenados à morte porque falaram coisas, que desagradaram aos poderosos religiosos, políticos ou civis. Aqui cito Jesus e João Batista.
(“À comunidade anônima é atribuída uma surpreendente genialidade teológica”. Pág. 275 (2)). Genialidade teológica ‘não’, mas sofista! Os líderes religiosos não se libertam do dogmatismo religioso, que foi imposto a ferro e fogo por quem ainda nada sabia sobre a própria Verdade.
“Propriedade de Deus”? “Culto divino”? (Pág. 87 (3)). Isso é muito bom mesmo para os líderes religiosos, pois eles se apresentam como representantes de Deus e assim se impõem a todos os crentes obedientes.
(“Mas é preciso distinguir dessa motivação simultaneamente religiosa e política, fundamental para os responsáveis de Israel, o interesse específico pelo poder da dinastia de Anás e Caifás, interesse que levou depois à catástrofe do ano 70, provocando assim precisamente aquilo que, segundo a sua verdadeira função, deveriam ter evitado”. Pág. 157 (3)). Esse foi sim a principal e única razão de Jesus ter sido condenado à morte: o medo de perder o poder dos líderes religiosos para Jesus. Estes sempre agiram assim e, para comprovar o que digo, peço para ver o que fez a “Poderosa ICAR” nos 6 séculos da terrível e demoníaca inquisição da ICAR!
Os que agiram contra Jesus e elaboraram todo um esquema vil e traiçoeiro, foram os líderes religiosos. Esses “quase” sempre agiram assim (Exceções: o sacerdote Eli (1Sm 3) e o fariseu Gamaliel (Atos 5,34 a 39)). Veja e estude o que foi feito depois que a Religião Católica foi elevada à condição de Religião Oficial do Império Romano no século IV, quando surgiu a ICAR.
(“Uma amplificação do ochlos de Marcos, fatal nas suas consequências, encontra-se em Mateus (27,25), que diversamente fala de “todo o povo”, atribuindo-lhe o pedido da crucifixão de Jesus”... “O verdadeiro grupo dos acusadores são os círculos contemporâneos do templo, tendo-se associado a eles, no contexto da anistia pascal, a “massa” dos partidários de Barrabás”. Pág. 171 (3)). Mas ninguém pode provar que foi um “grito uníssimo”! Para mim, foi sim um grito dos líderes do Sinédrio infiltrados no meio do povo e dos partidários de Barrabás!
(“Nos Evangelhos, a imagem de Pilatos mostra-nos, muito realisticamente, o prefeito romano como um homem que sabia intervir de forma brutal, se isso lhe parecesse oportuno para a ordem pública; mas sabia também que Roma devia o seu domínio sobre o mundo – e não, por último - à tolerância às divindades estrangeiras e à força pacificadora do direito romano. Assim nos aparece Pilatos no processo de Jesus”. Pág. 173 (3)). Do direito romano não, mas dos poderosos exércitos romanos, que impunham medo nos reis submissos e nos líderes religiosos, que, por sua vez, não queriam perder o poder religioso perante os seus.

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MensagemEnviado: Qui, 15/Jun/2017 23:19 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Eis o resumo dos meus comentários, que foram escritos enquanto lia os três livros do papa Bento XVI sobre Jesus: “A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo: Maria de Nazaré.
(“E, apesar disso, no fim das contas é em Maria, a Virgem humilde de Nazaré, que acontece um novo início: recomeça de modo novo o ser humano”. Pág. 16 (1)). Jesus foi sim filho de José e de Maria! (Ver a 7ª carta para o frei Basílio (2)).
(“Por que deveria falar do “meditar” de Maria sobre as palavras (2, 19; cf 1,29) se não se soubesse nada a respeito disso?” Pág. 23 (1)). Todo ser humano “medita” muito sobre aquilo que vive e não compreende! E foi isso que fez a mãe de Jesus na “anunciação” e “nos dizeres dos pastores!”
Por que a concepção virginal de Maria só foi narrada em Mateus (Mt 1,18 a 25)? (“4.Concepção e nascimento de Jesus, segundo Mateus”. Pág. 38(1). Após a morte de Jesus na cruz, Maria foi recebida na casa de João (Jo 19,27) e ele não comentou nada, então, é lógico, que João não soube de nada sobre a concepção virginal. Quem escreveu isso no Evangelho de Mateus só queria endeusar a Jesus e não foi o próprio Mateus!
(“O anúncio do anjo a José relativo à concepção e ao nascimento virginais de Jesus é seguido, em Mateus, ainda por duas afirmações complementares”. Pág. 43 (1)). Ver a 7ª carta para o frei Basílio! (2).
(“Sublinha-se assim, uma vez mais, que o Filho não é gerado dele, mas do Espírito Santo”. Pág. 44 (1)). Idem.
Eis textos da 7ª carta para escrita para o frei Basílio: Belo Horizonte, 20 de Novembro de 1994...
Quero falar aqui de um assunto muito sério, que é outra tese que defendo, cujo nome só será revelado depois. Essa tese me colocará em choque com teólogos católicos e cristãos em geral, os cegos de fé ou mesmo do fanatismo.
Primeiro preciso fazer um resumo sobre o que já escrevi no meu diário de n° 1, páginas 30, itens 6, 77 e 86: “Revisão de Dogmas”. Não conheço todos os dogmas, mas alguns têm que serem realmente explicados ou até revogados. Para mim hoje “dogma de fé é uma forma, que foi arranjada por aqueles, que mandavam e sabiam menos, imporem a vontade deles como se fosse a vontade ou a lei de Deus”.
Um erro é defender a perda da virgindade como um ato pecaminoso, por isso os teólogos tiveram que defender que Maria de Nazaré foi sempre virgem, mesmo sendo a mãe de Jesus; e outro erro é defender a “concepção pelo Espírito Santo”, pois isso pode até ser considerado como um adultério, já que Maria foi concebida do Espírito Santo e era esposa de José.
Maria foi realmente concebida sem pecado, pois ela já era pura e santa antes de reencarnar, também muitos outros foram concebidos sem pecados e sem nenhuma culpa passada. O ensino da concepção pelo Espírito Santo foi defendido como necessário, porque numa certa época muitos teólogos e doutores da Igreja, que em muitos casos cometeram grandes erros no campo sentimental, e, às vezes participaram até de orgias sexuais antes de suas conversões, consideraram a relação sexual como pecado. Devido a essas considerações e como Jesus não poderia ser fruto de nenhum pecado humano (relação ou ato sexual), então era preciso inventar uma nova fórmula e defender também a virgindade de Maria como ato de fé (dogma?). Maria deveria ser virgem sim antes do casamento, disto não duvido, pois ela já era santa e dedicada a Deus.
O milagre ou a maravilha perfeita da criação, criado por Deus, do nascimento de um novo ser físico ou um novo corpo, precisa de um homem e de uma mulher em completa e íntima união, e, quanto mais amor existir nessa relação mais evoluído será o ato e o fruto dele. O mistério do nascimento da vida de um ser é divino, é obra de Deus-Pai-Mãe-Criador e é o mesmo para todos. Sobre a virgindade de Maria, após o nascimento de Jesus, os evangelistas não comentam nada.
O assunto da concepção pelo Espírito Santo está muito claro em Mateus 1,18 a 25. Em Lucas 1,26 a 38, existe a anunciação do anjo a Maria sobre o futuro nascimento de Jesus, fato ocorrido também com Zacarias com relação ao nascimento de João Batista (Lc 1,11 a 25), com a mãe e depois com os pais de Sansão (Jz 13), como também com Abraão e Sara sobre o futuro nascimento de Isaac (Gn 18,9 a 15). A anunciação é uma verdade comprovada pela Bíblia. Marcos e João não fazem referências à concepção espiritual e nem à anunciação, então se pode concluir que cada um escreveu o que julgou ser o melhor. Não se vê também em nenhuma passagem ou nas pregações de Jesus nenhuma alusão a esse assunto, então o normal era aceito e não a anormalidade.
Em João 19,25 a 27, vemos que Jesus entregou a guarda de sua mãe ao discípulo, que amava (o único que esteve ao pé da cruz) e então Maria teria revelado esse segredo a João, em companhia do qual foi viver, como diz o referido trecho. João, por seu lado, se soubesse disso, teria relatado em seu Evangelho para conhecimento da posteridade. Como João não fez nenhuma referência a esse assunto é porque ele não soube de nada especial.
Nas conversas entre Maria e João esse assunto nunca deve ter sido colocado em evidência, já que foi pura fantasia de alguns. Aceita-se a maternidade humana para Jesus, um lado do nascimento de um novo ser humano e por que não aceitar o outro: a paternidade?
Em Lucas não existe a confirmação da concepção pelo Espírito Santo, mas apenas a anunciação e isto prova que houve sim um apoio espiritual muito elevado para a encarnação de Jesus. Quanto à anunciação a Maria, acredito piamente, pois ela precisava ganhar força e coragem, como também saber previamente a quem ela iria receber em seu ventre e depois dar a luz: Jesus, o maior filho de Deus ou espírito, que já veio a essa terra, o Messias prometido por Moisés e pelos profetas. Quem apareceu a Maria foi um anjo e era um enviado, um mensageiro de Deus-Pai-Mãe ou mesmo de Jesus ou o próprio Jesus em espírito, que iria encarnar por meio de Maria e viria nos ensinar o caminho rumo ao Pai-Mãe-Criador, que é de pureza total...
Agora fica a dúvida, que só Mateus poderá revelar ou explicar: “Ele conversou claramente esse assunto com Maria? Ele entendeu o mistério e a beleza da anunciação feita por um mensageiro divino e de muita luz, de um anjo de Deus?” Pois sobre a anunciação a Maria conforme Lucas, ele, Mateus, não fala nada. Quem sabe Mateus soube da anunciação, mas escreveu a seu modo para impressionar mais ainda aos outros, pois poderia ter ficado entusiasmado e maravilhado com o conhecimento da anunciação do futuro nascimento de Jesus de Nazaré, o Cristo de Deus. Ainda pode ter sido escrito um bom tempo depois, por alguém bem fanático e que deixou tudo de tal forma para que todos pensassem que fosse o próprio apóstolo Mateus.
O processo da concepção ou nascimento de um ser humano foi criado pelo PAI, tudo pode como deveria ser puro e sem pecado. Quem cria uma lei é o primeiro a seguir ou obedecer à lei. Na concepção inicia-se a criação apenas do corpo físico para ser a moradia adequada de um espírito ou alma, que já foi criado há muito e muito tempo e que está em busca da autoperfeição ou da sua salvação. Na íntima união entre um casal humano existe uma grande demonstração de confiança, entrega e vivência do amor humano.
Depois de ter escrito esses pareceres em meu diário, tive duas confirmações desses meus dizeres, que se tornaram em mais uma tese minha, que é: “Jesus de Nazaré, o Cristo, teve pai e mãe carnais ou Jesus, como homem, foi filho de José e Maria”.
Em complemento ao que já escrevi, vou relatar dois diálogos meus com os espíritos de Jesus e Maria de Nazaré: 1º) A primeira confirmação veio do próprio Mestre Jesus, que iniciou a sintonização comigo em 25 de novembro de 1983, como já escrevi nas cartas para o Papa João Paulo II e para o Narciso. Num de nossos muitos diálogos, logo que Jesus aproximou-se de mim, perguntei:
- “O que o Senhor, Mestre, me fala sobre os meus escritos relacionados com a sua concepção e seu nascimento?”. Jesus, antes de responder, fez-me a seguinte pergunta:
- “Por que você está me perguntando isso?”.
- “Mestre, o Senhor já sabe tudo sobre os meus pontos de vista e não quero ensinar nada de errado, a minha responsabilidade é muito grande e até pesada”. Expliquei respondendo.
Então, o Mestre Jesus respondeu diretamente à minha pergunta e já me dando orientações:
- “Você está certo, mas não escandalize aos outros que acreditam de forma diferente”.
Continuamos o nosso diálogo, mas sobre outros assuntos.
2º) A segunda confirmação veio da própria mãe de Jesus, que sintonizou perfeitamente comigo no dia 11/04/1984 (vide carta para o Papa João Paulo II) e aqui vou descrever o primeiro encontro, que tive com Maria de Nazaré:
Levei a minha filha mais velha a uma ginecologista e estávamos sendo acompanhados pela mãe dela, já desencarnada... (a Conceição morreu em 28/01/1984). Logo que acabou a consulta, o espírito da Conceição aproximou-se de mim e disse-me:
- “Está tudo bem com a Cláudia, não precisa se preocupar”.
Como o consultório era perto do mosteiro das clarissas na Rua Santa Rita Durão e, devido ao passado dela nos séculos XII e XIII, que fiquei sabendo no dia 26/02/1984, decidi fazer uma visita ao mosteiro (naquele dia ainda não sabia que também participei desse passado dela). Chegando em frente ao portão de entrada vi o aviso: “Atendimento ao Público de ... até às 16,00 horas”, e já eram 16,30 horas. Então rezei um pai-nosso em frente ao portão e caminhei para o carro, onde deixei a minha filha. Logo que comecei andar, a Conceição, que foi a maior discípula de São Francisco de Assis no passado, falou-me assim:
- “Você não pôde entrar, mas eu entrei e trouxe uma amiga para conhecê-lo”.
Pensei de imediato tratar-se de alguma monja, mas como não houve identificação e apresentação, fui para o carro. Do bairro Funcionários até à Cidade Nova, onde moro, dirigi o carro, ouvindo o diálogo entre as duas entidades, enquanto tentava entender a situação.
A Conceição falou para a nova visitante e amiga recém sintonizada:
- “Ele vai perguntar-lhe quem você foi na época de Jesus”. A nova visitante respondeu:
- “Não há problemas. Estamos aqui para ajudá-lo e revelar-me a ele. Será até muito bom mesmo”.
Chegando a meu apartamento, fui comprar pão e a recém chegada me acompanhou. Quando estávamos chegando novamente ao meu lar, ela me falou:
- “Agora já sei onde você mora, então irei embora e depois manteremos outros contatos”.
Respondi imediatamente, convidando-a para continuarmos o nosso diálogo:
- “O que é isso, irmã. Vamos para o meu apartamento, ainda não lhe contei nada sobre mim e nem sei ainda quem é você. Quero continuar o nosso diálogo”. Ainda não sabia que ela já sabia de tudo a meu respeito. Ela concordou e aceitou o meu convite. Entrando em meu lar, pedi a ela licença para tomar um banho, antes de conversar com ela.
Enquanto tomava tranquilamente o meu banho, a Conceição foi ao banheiro e me falou assim:
- “O que é isso, Rosário. A nossa convidada é muito importante, ela não pode ficar a sua espera assim e já estão chegando algumas convidadas dela para esse encontro (diálogo) aqui hoje”.
- “Quem ela é?”. Perguntei. Ao invés de contar-me, apenas disse:
- “Pensa!”. Logo que comecei a pensar veio à minha tela mental, escrito com letras douradas, o nome de Maria de Nazaré e levei um grande choque, que não me deixou nenhuma dúvida, dizendo logo em seguida:
- “É ela que está aqui em meu apartamento!”. Senti uma fortíssima emoção (vibração) e quase cai no piso do banheiro. Pela minha reação, conclui rapidamente, que era a mãe de Jesus, a minha mais nova visitante. Aprontei-me rapidamente e fui para a sala. Logo, que fechei a porta, ela, Maria de Nazaré, me falou:
- “Você está tirando o meu trunfo!”.
- “Não, Maria, apenas estou colocando as outras mães perto de você, pois a diferença era e é muito grande”. Respondi e voltei a falar, perguntando:
- “Já que estamos falando desse assunto, pergunto-lhe: Como foi?”.
Só tive coragem de fazer essa pergunta “Como foi?” em função do encaminhamento do próprio diálogo. Aí recebi a mais simples e humilde resposta, mas muito clara e sincera mesmo:
- “Normalmente, como se concebe um feto”. Pela resposta simples e reveladora fiquei satisfeito. Conversamos muito sobre outros assuntos referentes aos nossos passados, como também aos passados de outras pessoas...

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Eis o resumo dos meus comentários, que foram escritos enquanto lia os três livros do papa Bento XVI sobre Jesus: “A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo:
Mistério.
(“A mensagem que lhe é comunicada é desconcertante e requer uma fé excepcionalmente corajosa. É possível que Deus tenha verdadeiramente falado? Que José tenha recebido a verdade no sonho, uma verdade que ultrapassa tudo aquilo que se possa esperar”. Pág. 41 (1)). A ignorância sobre Deus foi ensinada como “Mistério” e alicerçada na “Fé”, que cega o crente!
(“Concretamente, torna-se evidente que Jesus é verdadeiro homem e verdadeiro Deus, como exprime a fé da Igreja. A profunda ligação entre ambas as dimensões, em última análises, não podemos defini-las; permanece um mistério e todavia manifesta-se de forma muito concreta na breve narração sobre Jesus aos 12 anos”. Pág. 106 (1)). E por que a Paz ainda não foi implantada? Por que a Verdade plena (Jo 16,13) ainda está escondida no “mistério da fé”? Fé e mistério não explicam e nem resolvem nada.
Este texto (parágrafo) prova o que defendo: os teólogos não são teólogos, mas estudiosos da história da Teologia e das Religiões, pois na página 60 (2) o papa fala na Teologia católica moderna, na Teologia do século XIX e na Teologia protestante. O Deus dos teólogos continua envolto no mistério e fé.
Quem defende e vangloria a cruz ainda está preso ao “mistério da fé”, que é repetido pelos celebrantes após a consagração na celebração de missas. A cruz é sim a negação de João 10,10: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”.
Jesus foi condenado pela hierarquia religiosa constituída na época dele. A hierarquia da ICAR condenou milhares e milhares de pessoas, que tentaram mostrar para ela a Verdade. A hierarquia não aceita a Verdade Absoluta e plena (João 16,13) porque está aprisionada ao mistério da fé. Mistério não explica nada e só confunde a quem realmente deseja o encontro com a Verdade. (Pág. 71 (2)).
Quem fala em mistério de Cristo ainda não conheceu a Verdade e nem entendeu de verdade o trabalho missionário de Jesus. (Pág. 78 (2)).
(“o mistério da cruz... À compreensão do grande mistério do pecado opõe-se também a nossa visão individualista do homem”. Pág. 145 (2)). Falar em mistério é aceitar a própria ignorância sobre o assunto.
(“Os orantes de todos os tempos entenderam esse pedido de um modo ainda mais vasto”. Pág. 151 (2)). Desculpe-me todos, mas numa visão bem míope e cegada pela fé e pelo mistério da ignorância de muitos, como está escrito aqui, a Verdade nunca irá ser compreendida.
Mistério da paixão, morte e ressurreição de Jesus! Quanto sofisma que é dito em lugar da Verdade.
(“Assim ele explica o seu próprio mistério, a sim mesmo na sua oblação como o pão vivo”. “Meditaremos com mais profundidade sobre esta versão da confissão de Pedro no contexto da Última Ceia. Nela aparece o mistério sacerdotal de Jesus”. “O título é referido ao discurso eucarístico e com ele antecipadamente relacionado ao mistério da cruz de Jesus; ele está, assim, ancorado no mistério pascal”. Pág. 258 (2)). Mistério e mistérios: Isso tudo só continua provando que os cristãos, como um todo, ainda estão perdidos no caminho da fé e do mistério: seus líderes ainda não compreenderam o verdadeiro sentido e objetivo da missão de Jesus. Quando comecei a compreender todo o processo envolvido na missão de Jesus, que foi o de mostrar o Reino de Deus para todos e para que o Céu pudesse ser construído na terra, fui considerado “cliente ou paciente de psiquiatra” por um dos meus professores do seminário no dia 11/01/1980 e no dia 12 fui levado para a Clínica Pinel por decisão do meu irmão padre, pois os sacerdotes ainda não estavam em condições de compreender NADA de NADA do que acontecia!
(“O gesto de Jesus tornou-se assim o símbolo de todo o mistério da Eucaristia”. Pág. 123 (3)). Mistério é mistério e não explica nada!
(“do mistério de Jesus, saberemos então também o que significa seguimento”. Pág. 127 (3)). Mistério não explica nada e força a aceitação da fé, que cega a todo ser humano, que é crente.
(“Em vez disso, devemos procurar compreender esse modo misterioso de “atendimento”, para, assim, aproximar-nos também do mistério da nossa salvação”. Pág. 153 (3)). Mistério não explica nada, mas só auxiliou aos pensadores cristãos e a todos os líderes religiosos na construção do labirinto mental e teológico sobre Deus, sobre a missão salvífica de Jesus e sobre a Verdade, que liberta (Jo 8,32) e plena (Jo 16,13).

Moisés.
(“O anúncio do nascimento de João batista e de Jesus”. Pág. 21 (25)). Deus intervém sim na história da humanidade, pois só Ele sabe a hora certa para tudo (Mt 24,36 e Mc 13,32), mas outros Espíritos também fazem suas intervenções. Deus interveio sim na época de Jesus, mas não como pensaram e ou pensam os líderes do cristianismo, e quase todos os biblistas, exegetas e teólogos. Deus, em Espírito, sintonizou com o homem Jesus, após Jesus ter afastado o Espírito do Tentador, que foi o mesmo Espírito que Moisés considerou como sendo o próprio Espírito Santo de Deus (Ver a 2ª carta para o João Batista Libânio e a 9ª para o frei Basílio(2)). Deus interveio e está intervindo de novo na história da humanidade. (Ver as cartas para o papa João Paulo II; a 8ª para o frei Basílio e a 4ª para o bispo Dom Célio (2)). Tenho que anunciar tudo isso, mesmo que ninguém aceite... Deus É e eu também sou, então Eu Sou aquele que Sou (Ex 3,14).
(“O senhor teu Deus fará surgir no meio de vós um profeta como eu...” (Dt 18,15). Pág. 116 (2)).
Moisés profetizou a vinda de Jesus. E a promessa de Jesus que está em João 16,13 sobre o Espírito da Verdade também é uma profecia: Quem é o Espírito da Verdade? Ele já está na Terra!
(“Moisés deve, em nome de Deus, exigir do faraó a libertação de Israel”. Pág. 132 (2)). Não foi Deus, o único Espírito plenamente perfeito, que foi o mentor (orientador) do profeta Moisés, pois Moisés recebeu orientações para “destruir” pelo anátema outros povos, que habitavam a Palestina: essas orientações nunca poderiam ter sido aceitas como sendo do próprio Espírito de Deus, que é plenamente perfeito (Mt 5,48) e o único Bom (Mt 19,17; Mc 10,18 e Lc 18,19).
(“Moisés tinha oferecido pão do céu, o próprio Deus tinha alimentado com pão celeste Israel peregrino”. Pág. 229 (2)). Não foi Deus que sintonizou com Moisés, mas o Espírito do Patriarca Abraão com o auxílio de muitos outros espíritos, que obedeciam ao Abraão em Espírito.
(“Toda a atividade e a mensagem de Jesus - a começar pelas tentações no deserto...”. Pág. 26 (3)). “Tentações no Deserto”: O Lúcifer, como chefe dos demônios, que é ensinado pela Igreja não existe. Então qual foi o Espírito que tentou Jesus (Mt 4,1 a 11)? Foi o mesmo que Moisés considerou como Deus (Ver a 2ª carta para o João Batista Libânio e a 9ª para o Basílio (2)).
(“A universalidade, de que falava a profecia de Isaías (cf.56,7), é proposta à luz da Cruz: a partir da Cruz, o único Deus torna-Se reconhecível às nações; no Filho conhecerão o Pai e, desse modo, o único Deus que Se revelou na sarça ardente”. Pág. 30 (3)). Deus não foi, mas foi o Espírito do Patriarca Abraão, que sintonizou com o profeta Moisés (Ex 3)! É preciso estudar a Espiritologia para entender e discernir os Espíritos e assim conseguir o entendimento e o conhecimento da Verdade, e, a libertação de todos os dogmas inexplicáveis.
(“Templo e sacrifício estão no centro da Torá”... “Mais ainda: Deus, que tinha colocado sobre esse templo o seu nome”. “Onde estava aliança? Onde estava a promessa?” Pág. 42 (3)). Deus não foi, mas um espírito muito poderoso, que Moisés considerou como sendo o próprio Espírito Santo de Deus (Êxodo 3) e que deu orientações para futuros anátemas de muitos povos, que foram realizados sob o comando de Josué (Josué 1 a 12) e depois agiu com pragas contra o povo egípcio, culminando com a morte de todos os primogênitos das famílias egípcias, inclusive dos animais (Ex 7 a 12).
(“Tendo rezado, Jesus sai com os Seus na noite, que recorda de perto aquela noite em que foram mortos os primogênitos do Egito e Israel foi salvo graças ao sangue do cordeiro (cf. Ex 12)”. Pág. 137 (3)). Por que foi necessário marcar a travessa da porta e os seus marcos com sangue em Êxodo 12,22? Deus sabe tudo, então não foi Deus o Exterminador! (Ex 12,23). Deus não extermina a ninguém, pois ele respeita a liberdade de todos os Espíritos e nem julga a ninguém (Jo 5,22 e 27).

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Eis o resumo dos meus comentários, que foram escritos enquanto lia os três livros do papa Bento XVI sobre Jesus: “A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo:

Morte.
(“Assim a Carta aos Hebreus vê toda a Paixão de Jesus desde o monte das Oliveiras até o último brado na cruz, permeada pela oração, como uma única e ardente súplica a Deus pela vida contra o poder da morte”. Pág. 152 (3)). É em função do poder terrível e temeroso da morte, que passei a entender que a morte não foi obra de Deus. Deus é sim o Deus da VIDA, do AMOR, da Felicidade e da Liberdade. A “morte” foi sim fruto da disputa pelo poder entre poderosos SERES criados, quando um queria ser maior e mais importante do que o outro. E assim na disputa pelo PODER os SERES poderosos começaram a eliminar, fisicamente falando, os companheiros do adversário. Essa é sim a origem da morte física, pois os espíritos criados não tem fim, então são semieternos. Agora, como Deus está na direção de todo o processo evolutivo individual e coletivo, o processo ou fenômeno da morte foi e é utilizado para o bem por meio das reencarnações e assim tornou-se possível a “reconciliação” (Mt 5,23 a 25) entre os “arqui-inimigos”, pois por meio do renascimento físico todo o passado fica bem escondido e arquivado no inconsciente profundo de cada SER até chegar o momento de tudo ser revelado e explicado por meio da Verdade.
(“Sem o saber, os soldados realizam o que, naqueles ritos e costumes, não se podia realizar: “O castigo que havia de trazer-nos a paz caiu sobre ele, sim, por suas feridas fomos curados” (Is 53,5)”. Pág. 181 (3)). Que cura e que PAZ que houve com a flagelação, crucificação e morte de Jesus? Quantas guerras não continuaram existindo? O pior ainda foram as ditas guerras santas e tudo em nome de Deus! Faz falta ao Sumo Pontífice a Verdade, que liberta (Jo 8,32) e plena (Jo 16,13) por meio da TV; TL; DE e DR.

Mulher na Bíblia.
(“Então o rabino Neusner vê, com razão, radicado neste mandamento, o núcleo da ordem social, a conservação do “eterno Israel” – esta família real, viva e presente de Abraão e de Sara, de Isaac e de Rebeca, de Jacó, de Lia e de Raquel (p. 59s; p.73)”. Pág. 109 (2)). Por que as duas escravas, que também tiveram filhos com Jacó e então são mães de 4 tribos dos israelitas não foram citadas?!
(“Acaso pode uma mulher esquecer-se do menino que amamenta, uma mãe esquecer-se do seu filho? E mesmo quando ela o esquecesse: Eu não te esqueço” (Is 49,15). Pág. 130 (2)). O Espírito Santo de Deus sintonizou perfeitamente comigo como “Rei do Universo” no dia 12/04/1984 e assim foi também como Deus-Pai. Ele também sintonizou comigo como “Mãe” no dia 20/11/1984. Foi em função destas duas sintonias que passei a chamar Deus de Pai-Mãe.
(“Naturalmente, Deus não é nem homem nem mulher, mas precisamente Deus, o criador do homem e da mulher”. Pág. 130 (2)). Aqui o Sumo Pontífice está correto, pois a Bíblia tem sim uma forte tendência masculina (=machista): “Os filhos de Deus e filhas dos homens” (Gn 6,1 a 4). “As mulheres estejam caladas nas assembleias” (1Cor 14,34). A mulher não tem vez na Bíblia e a mãe é mulher. Agora Deus para se manifestar a qualquer ser vivo, sejam seres humanos ou animais, Ele tem sim que tomar uma forma física que mais se adapta à ocasião, que pode ser luz, brisa, palavra, vibração, fogo, emoção e ou sob qualquer aspecto de um ser vivo, então pode ser sim Pai ou Mãe.
Mãe: Realmente o Sumo Pontífice está correto em escrever: ““Mãe” não é na Bíblia um título divino” (Pág. 130 (2). A Bíblia tem sim uma característica muito machista e o “pai” é o macho chefe, aquele que manda na mulher, que é mãe e nos filhos, que compõem a sua prole.
Em diversas passagens bíblicas a mulher fica numa posição inferior ao homem, até numa das narrações da criação do gênero humano, onde está escrito que mulher (Eva) foi criada da costela de Adão (Gn 2,21 a 23). Os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram belas e tomaram como mulheres todas as que lhes agradaram (Gn 6,2). O que também ficou muito claro nas epístolas de Paulo: “Como acontecem em todas as Igrejas dos santos, estejam caladas as mulheres nas assembleias, pois não lhes é permitido tomar a palavra. Devem ficar submissas, como diz também a Lei. Se desejam instruir-se sobre algum ponto, interroguem os maridos em casa; não é conveniente que uma mulher fale nas assembleias” (1Cor 14,34 e 35 e outras).
Duas mulheres na Bíblia conseguiram enganar aos homens, que as queriam apenas em função do sexo. A primeira foi Tamar, que se engravidou do próprio sogro, o Judá (Gn 38). Judá tomou uma mulher, a Tamar, para o seu primogênito Her; ela ficou viúva, então foi dada como esposa ao segundo filho de Judá e voltou a ficar viúva. Judá não quis dá-la como esposa ao filho caçula. Tamar então se passou por prostituta e se engravidou do próprio sogro (Gn 38,12 a 19). A segunda foi Judite, uma bela viúva que envolveu facilmente Holofernes por meio da beleza e do encanto feminino e o degolou, quando ficaram a sós (Jd 13,4 a 10).
A “Mãe” deveria sim ser um título divino na Bíblia e muito mais do que o “Pai”. Eu passei sim a chamar Deus de Deus-Pai-Mãe em função de experiências místicas ou mediúnicas, que vivi.
Lembro-me aqui de um diálogo que tive com o frei Basílio em 1979, que foi antes do meu nascimento do alto (Jo 3,3 e 7) de Janeiro de 1980. Esse diálogo foi mais ou menos assim:
“Basílio. O Céu é um lugar de alegria máxima, não é?”
“Sim”. Respondeu-me o meu irmão.
“Como uma mãe pode ter alegria máxima se algum filho dela foi condenado ao Inferno Eterno?”
“Você sabe que Deus tem solução perfeita para tudo, não sabe?”
“Sim e nisso eu acredito também!”
“Então Deus vai dar uma solução perfeita para este caso também!”
Eu usei a figura da mãe porque dificilmente uma mãe abandona um filho. Já com relação ao pai é bem diferente, pois existem pais, que nem souberam de filhos que tiveram e que ficaram perdidos na história vil de muitos homens, outros abandonaram os filhos nos ventres das mães, outros exigiram a morte do filho nos ventres das mães e ainda têm os pais que abandonaram os filhos pequenos ou grandes.
Resumindo digo que o título de “Mãe” é bem mais apropriado para a Divindade do que o de “Pai”. O melhor mesmo é ficar com Deus-Pai-Mãe; mas isso o Sumo Pontífice não teve coragem de escrever nas páginas 130 e 131 (2), pois ele ainda está perdido no labirinto teológico, que foi criado no passado e não conseguiu encontrar a saída do mesmo.

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Eis o resumo dos meus comentários, que foram escritos enquanto lia os três livros do papa Bento XVI sobre Jesus: “A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo:

Nós.
Quando o apóstolo João escreveu: “Ele deu a vida por nós” (1Jo 3,16), isso está completamente correto, pois quando Jesus foi preso (Jo 18,8), ele disse: “Eu vos disse que sou eu. Se então, é a mim que procurais, deixai que estes se retirem”, o apóstolo João estava presente. O erro foi substituir o “nós” escrito por João por toda a humanidade! O Paulo foi o primeiro a defender essa tese, que é contrária ao que está escrito na Lei: “Os pais não serão mortos em lugar dos filhos, nem os filhos em lugar dos pais. Cada um será executado por seu próprio crime” (Dt 24,16). Paulo escreveu: “Mas Deus demonstra seu amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós quando éramos ainda pecadores. Quanto mais, então, agora, justificados por seu sangue, seremos por ele salva da ira” (Rm 5,8 e 9); e também: “Se, com efeito, pela falta de um só a morte imperou através deste único homem, muitos mais os que recebem a abundância da graça e do dom da justiça reinarão na vida por meio de um só, Jesus Cristo” (Rm 5,17) e em muitas outras passagens Paulo defende que a morte de Jesus na cruz foi sim um sacrifício exigido por Deus para que toda a humanidade fosse resgatada ou redimida do poder do pecado. A tese que o apóstolo Paulo defendeu impera até hoje na mente de todos os membros da hierarquia da Igreja. Veja o que está escrito na encíclica Lumen Fidei, que teve como autores dois papas, o Bento XVI e o papa Francisco: “Jesus ofereceu a sua vida por todos, mesmo por aqueles que eram inimigos, para transformar o coração” (Item 16 da Encíclica: “Lumen Fidei”, de 29/06/2013, do Papa Francisco, que publicou o que já estava escrito pelo papa Bento XVI).
(“A sua paixão e a sua ressurreição fortalecerem ainda mais este aspecto: como Deus mostrou o seu amor misericordioso para com os pecadores? Por que Ele ‘morreu por nós quando ainda éramos pecadores (Rm 5,8)”. Pág. 184 (2)). Nós: cuidado, Bento XVI, pois Paulo defendeu a salvação heterorredentora e complicou a compreensão da Verdade.
(“O sujeito do recordar é sempre em S. João o “nós”: ele se recorda em e com a comunidade dos discípulos, em e com a igreja”. Pág. 203 (2)). “Nós”! Cuidado com o termo “nós”, que foi escrito por João. O João se referia ao grupo de discípulos, que acompanhava a Jesus e não a comunidade como um todo da época dele e do futuro e nem a Igreja. Essa confusão complicou sim o caminho para o encontro e a compreensão da Verdade (João 8,32 e 16,13). Veja 1João 3,16 e compare com João 18,8. O “nós” foi escrito por 6 vezes nessa página para justificar a interpretação errado do passado como representação de toda a humanidade.
(“Ele se baseia na recordação do discípulo, que, porém, é um recordar-se com o “nós” da Igreja”. Pág. 204 (2)). Discordo, pois o “nós” do João não se referia ao “nós” da Igreja, mas aos discípulos que estavam com Jesus, quando ele foi preso (Jo 18,8).
Cuidado com o termo “nós”! Também está escrito: “falamos do que sabemos e testemunhamos o que vimos”. (João 3,11). O apóstolo João testemunhou o que viu e o apóstolo Paulo não.
(“Isso se torna ainda mais claro no versículo 53 (Jo 6,53), em que o Senhor acrescenta a palavra sobre o Seu sangue que ele dá para “beber”. Aqui, torna-se clara não apenas a referência à eucaristia, mas principalmente aparece o sacrifício de Jesus que lhe está subjacente, que derrama por nós o seu sangue e, por assim dizer, sai de si mesmo, se derrama como uma corrente, se dá para que o façamos nosso”. Pág. 233 (2)). “Nós”: sangue não pode lavar sangue ou resgatar pecados. Cada um morrerá por seu próprio pecado ou crime (Dt 24,16).
(“Na sua morte “por muitos”, ele ultrapassa os limites de lugar e de tempo, realiza-se a universalidade da sua missão”. Pág. 281 (2)). A interpretação errada do termo “nós” escrito por João em 1Jo 3,16. A missão de Jesus foi sim de nos ensinar a perdoar sempre e a amar a todos.
(“Está consumado”... (19,30). “Esse fim (telos), essa totalidade da doação, da metamorfose de todo o ser é precisamente o dar-se a si mesmo até a morte”. Pág. 60 (3)). Jesus ensinou o caminho do perdão e do AMOR pleno para com os outros! Quando Jesus foi preso, ele protegeu aqueles que estavam com ele (Jo 18,8) e quando disse na cruz: “Está consumado...” (Jo 19,30) foi porque estava sim consumada aquela difícil missão de ensinar aos seres humanos a perdoar sempre e a viver e conviver bem com todos. Quando o João escreveu: “Ele deu a sua vida por nós” (1Jo 3,16), estava tudo certo, pois estava se referindo ao que está escrito em João 18,8. A dívida de AMOR só pode ser paga com AMOR e essa é sim a dívida daqueles, que estavam com Jesus no Horto das Oliveiras, quando ele foi preso. E para quitar essa divida todos os apóstolos de Jesus reencarnaram na primeira metade do século XX, mas falar sobre a reencarnação é ainda heresia para quase todos os cristãos.
(“Aqui está expresso precisamente aquilo que a frase “Dei-vos o exemplo” no lava-pés quer dizer: o modo de agir de Jesus torna-se nosso, porque é Ele mesmo que age em nós”. Pág. 67 (3)). Ensino sofista! Quem age é realmente aquele que faz e executa e não o Espírito de Jesus em nós!
(“O Senhor repete quatro vezes esse pedido: duas vezes, indica-se como finalidade de tal unidade que o mundo acredite, ou melhor, que “reconheça” que Jesus foi mandado pelo Pai: “Pai santo, guarda-os em Teu nome que Me deste, para que sejam um como Nós” (17,11). “Que eles sejam todos um, como Tu, Pai, o és em Mim e Eu em Ti, para que também eles sejam um em Nós e o mundo acredite que Tu Me enviaste” (17,21). “Para que sejam um, como Nós somos um” (...), para que sejam perfeitos na unidade e para que o mundo reconheça que Me enviaste...” (17,22-23). Pág. 93 (3)). Esse “um como Nós” é sim uma união perfeita, sintonia e harmonia perfeita: um conjunto perfeito com dois ou mais elementos.
(“Cristo morreu por nossos pecados, segunda as Escrituras”. Pág. 226 (3). Este ensino foi um grande erro! Jesus morreu não por nossos pecados, mas por causa dos líderes religiosos, que temiam em perder o PODER para Jesus e muitos outros também morreram por causa do medo e da ignorância dos líderes religiosos! Jesus foi sim condenado a morte como blasfemo pelos membros do Sinédrio Judeu (Mt 26,57 a 68), que eram os líderes religiosos da época de Jesus.
(“A morte de Jesus não entra na sentença dada à saída do Paraíso, mas encontra-se nos cantos do Servo de Iavé. Portanto, é morte no contexto do serviço de expiação: uma morte que realiza a reconciliação e se torna luz para os povos”. Pág. 227 (3)). A justiça perfeita não pode aceitar que um pague pelo outro ou por todos os outros, pois cada um é o responsável por todos os seus atos: “Os pais não serão mortos em lugar dos filhos, nem os filhos em lugar dos pais. Cada um será executado por seu próprio crime (ou pecado)” (Dt 24,16). Ensino semelhante está em Jeremias 31,29 e 30 e Ezequiel 18.

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MensagemEnviado: Qui, 15/Jun/2017 23:34 
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Eis o resumo dos meus comentários, que foram escritos enquanto lia os três livros do papa Bento XVI sobre Jesus: “A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo:
Palavra de Deus.
(“Mas eles, para encontrar definitivamente a estrada para o verdadeiro herdeiro de Davi, precisam ainda da indicação das Sagradas Escrituras de Israel, das palavras do Deus vivo”. Pág. 86 (1)). A Palavra de Deus não está escrita em lugar nenhum e nem em nenhuma Escritura Sagrada.
(“A primeira faz apelo à promessa do nascimento do juiz Sansão. O anjo, que anuncia o seu nascimento, diz dele que seria “narizeu”, consagrado a Deus desde o seio materno, e sê-lo-ia – como refere a mãe “até o dia da sua morte” (Jz 13,5-7)”. Pág. 97 (1)). Por causa de relatos, como o do juiz Sansão, é que se prova facilmente que a Bíblia não é a Palavra de Deus. Um consagrado a Deus nunca poderia matar, como ele matou e suicidar, matando muitos com o próprio suicídio (Jz 16,29 e 30).
(“Segundo o relato de S. Lucas, Jesus apresentou-se a sim mesmo e à sua missão na Sinagoga de Nazaré com uma citação análoga de Isaías: “O Espírito do Senhor repousa sobre mim, porque o Senhor me ungiu” (Lc 4,18; Is 61,1). A conclusão da cena do batismo nos diz que Jesus recebeu esta verdadeira “Unção”, que Ele é o Ungido esperado”. Pág. 39 (2)). Realmente não é fácil falar em “missão”, em “unção”, em ser um “missionário” ungido por Deus para pessoas que ainda julgam que a Bíblia é a palavra de Deus. Isaías foi um ungido da Espiritualidade (Is 6), como Jesus também o foi e para proclamar tudo isso estou aqui, após ter vivido o meu nascimento do alto (Jo 3,3 e 7) em Janeiro de 1980 e ter recebido uma revelação da Espiritualidade de que também desci do céu (Jo 3,13) em Agosto de 1982 durante uma celebração da missa dominical.
(““Justiça” e, na linguagem do Antigo Testamento, a expressão para a fidelidade à Tora, a fidelidade à palavra de Deus, como sempre foi advertido pelos profetas”. Pág. 90 (2)). A Bíblia não é a palavra de Deus! Todo líder religioso dizia que ele seguia a orientação de Deus e até matava ou dava ordens para matar (Ex 32, 25 a 29) para ser obedecido.
(“como é correto a partir da essência da palavra de Deus escrita – a Bíblia, e especialmente os Evangelhos”. Pág. 171 (2)). A Bíblia não é a palavra de Deus, mas um conjunto de livros históricos e mediúnicos.
O grande problema para o Bento XVI é que ele aceita cegamente tudo o que está na Bíblia como Verdade absoluta e indiscutível. São Paulo fez sim um grande trabalho em prol do Evangelho, mas ele ensinou conforme o que ele aprendeu e viveu há quase 2 mil anos. Ele, o São Paulo, é Ele e Eu sou Eu. Aqui estou para ajudar a quem quiser ajuda.
A palavra de Deus não está escrita em nenhum livro sagrado, mas é revelada a profetas por Deus quando chega a hora certa. Jesus foi sim um médium do Espírito Santo de Deus, após ser preparado por 30 anos. Depois da tentação no deserto pelo Espírito do Tentador (Mt 4,1 a 11), que foi o Espírito do Patriarca Abraão, ele ficou em condições de receber o próprio Espírito Santo de Deus. O mesmo aconteceu com outro médium de Deus, que após ser preparado por 39 anos recebeu a sintonia perfeita do Espírito Santo de Deus Pai no dia 12/04/1984 e do Espírito Santo de Deus, como Mãe, no dia 20/11/1984. Entenda quem puder entender... (Pág. 270 (2)).
(“O Antigo Testamento fala d’Ele; e vice-versa, Ele age e vive na Palavra de Deus”. Pág. 18 (3)). A Bíblia não é a Palavra de Deus, mas a Palavra de Deus foi revelada por Deus a Jesus, mas Jesus nada escreveu, exceto no chão, mas isso ninguém divulgou ou registrou (Jo 8,6 e 8.).
(“Depois de séculos de contraposição, reconhecemos como nossa tarefa fazer com que esses dois modos de nova leitura dos escritos bíblicos – a cristã e a judaica - dialoguem entre si, para se compreender retamente a vontade e a Palavra de Deus”. Pág. 43 (3)). A palavra de Deus não está escrita em lugar nenhum, mas ela surge de tempos em tempos no “coração” de algum ser vivo. Estou aqui para anunciar isso para todos! (veja as cartas para o papa João Paulo II, para os 8 cardeais brasileiros, a 8ª carta para o Basílio e a 4ª carta para o bispo Dom Célio).
(“Consagra-os na verdade. A tua palavra é a verdade. (...) Eu consagro-Me por eles, para que também eles sejam consagrados de verdade” (Jo 17,17-19). Pág. 86 (3)). Como a palavra de Deus não está escrita, então que Verdade é essa? Se a Bíblia fosse a palavra de Deus, então Deus não seria perfeito (Mt 5,48)! E nem plenamente BOM (Mt 19,17).
(“A Palavra de Deus e o acontecimento interpenetram-se mutuamente”. Pág. 185 (3)). Cuidado!
Veja os contrastes bíblicos: Dt 24,16 com 2Sm 11 e 12. Ex 20,13 e Dt 5,17 com 1Sm 15,1 a 3 e Josué 5,10 a 12.
Nas citações a seguir pode-se ver que aconteceram muitos anátemas e derramamento de sangue em nome de Deus e até por orientação de Deus: isso nunca foi algo perfeito e divino, então não foi de Deus, mas obra de falsos deuses, que ainda são considerados como se fossem o próprio e único Espírito Santo de Deus por muita gente:
Gn 12,7: Promessas para entregar à posteridade de Abraão as terras onde ele estava e que pertenciam a outros povos. Gn 13, 14 a 17: Ratificação das promessas feitas em Gn 12,7. Gn 15: Continuação das promessas de posse futura das terras, onde outros povos já habitavam e orientação para “guerras e massacres futuros”. Gn 17, 1 a 22: Continua a ratificação das promessas aos descendentes de Abraão das terras, que eram habitadas por outros povos. Isso não foi obra de Deus, o bom, o perfeito e plenamente sábio. Gn 22, 15 a 18: Nova confirmação das promessas feitas ao patriarca Abraão. Gn 24, 6 e 7: Abraão comenta sobre as promessas feitas a ele por um “Espírito”, que o Abraão julgou ser o próprio Espírito de Deus e o que é aceito até hoje por quase todos os judeus e por quase todos os seguidores da Bíblia. Gn 26, 2 a 6: As mesmas promessas são feitas ao patriarca Isaac. Gn 28, 13 a 15: Agora as promessas são feitas ao patriarca Jacó.
Ex 3, 7 a 17: Um poderoso espírito, que Moisés julgou ser o próprio Espírito de Deus, apareceu ao profeta Moisés e começou a dar as orientações para futuros massacres de muitos povos.
Ex 6, 2 a 8: O espírito, que muitos pensam ser o próprio Deus, recorda e reafirma a aliança e promessas, que foram feitas com os patriarcas.
No processo da entrega do poder a Moisés e aos israelitas, o poderoso espírito destrói o ânimo e a coragem dos egípcios por terríveis pragas (Êxodo 7,8 a 12), finalizando com a morte de todos os primogênitos das famílias egípcias e de seus animais (Ex 12,29). Isso nunca poderia ter sido aceito como ato ou obra de Deus, o bom (Mt 19,17; Mc 10, 18 e Lc 18,19) e plenamente perfeito (Mt 5,48).
Ex 13,11: Moisés reafirma a entrega da Palestina aos israelitas como obra de Deus e cumprimento das promessas divinas.
Ex 14, 15 a 31: Tudo foi feito pelo “Espírito” para a destruição completa dos exércitos egípcios e a vitória dos israelitas. Deus não age assim, pois Ele é Deus de todos.
Ex 17,8 a 16: Um “Espírito” participa de guerra e ainda faz promessas de vingança.
Números 31, 1 a 12: Guerra e conquista de Madiã. Todos os varões foram mortos (Nm 31, 7). Mulheres e crianças foram cativadas (Nm 31,9). Morte de todas as crianças masculinas e de todas as mulheres e meninas que já não eram virgens (Nm 31, 17 e 18).
Números 33, 50 a 56: Continuação das promessas feitas aos patriarcas e ao próprio Moisés, incluindo a confirmação dos futuros massacres de muitos povos.
Dt 7, 1 a 6: Moisés orienta como o povo israelita deverá agir quando for introduzido na terra da Palestina, todas as nações deverão ser sacrificadas por meio de anátemas totais.
Dt 20, 10 a 20: Orientações para as conquistas, massacres e anátemas futuros.
Promessas de um “Espírito” para conquistas e massacres:
Josué 1, 1 a 5: Orientação para invadir e conquistar tudo conforme ordens dadas ao Josué.
Josué 8, 1 a 3: O “Espírito” incentiva a Josué para tratar Hai como foi feito com Jericó e faz a promessa para a destruição de Hai.
Josué 10, 8: O “Espírito” incentiva e dá ânimo a Josué para destruir os reis amorreus.
Josué 11, 6: O Espírito incentiva a Josué para combater e traspassar os reis do norte.
Josué 13, 1 a 7: O Espírito orienta a Josué para distribuir também para os filhos de Israel até as terras ainda não conquistadas.
Exigência de Fidelidade (Josué 1, 6 a 9). Um Espírito exige obediência e fidelidade.
Conquistas, massacres e anátemas totais:
Josué 5, 13 a 15: O Espírito intervém e promete participar das lutas.
Josué 6, 17 a 21: Guerra de conquista e anátema de tudo em Jericó. Tudo é passado ao fio da espada (Js 6,21).
Josué 8, 14, a 29: Destruição da população de Hai (Js 8,26).
Josué 10, 10 a 15: Guerra e destruição de 5 reis e de seus exércitos. Josué matou os reis derrotados (Js 10,26).
Josué 10,28: Massacre e anátema de Maceda.
Josué 10, 29 e 30: Massacre e anátema de Lebna. Tudo é passado ao fio da espada (Js 10,30).
Josué 10, 31 a 33: Massacre e anátema da Laquis. Tudo é passado ao fio da espada (Js 10,32).
Josué 10, 34 e 35: Massacre e anátema de Eglon. Tudo é passado ao fio da espada (Js 10,35).
Josué 10, 36 e 37: Massacre e anátema de Hebron. Tudo é passado ao fio da espada (Js 10,36).
Josué 10, 38 e 39: Massacre e anátema de Dabir. Tudo é passado ao fio da espada (Js 10,30).
Josué 10, 42: O Espírito Iahweh combatia por Israel. Josué 11, 5 a 9: Conquista de vários reis e seus povos em Merom e não escapou nenhum sobrevivente (Js 11,8).
Josué 11, 10 e 11: Conquista e massacre de Hasor. Tudo é passado ao fio da espada (Js 11,11).
Josué 11, 12: Conquista, massacre e anátema de várias cidades com seus reis e povos. Tudo é passado ao fio da espada.
Josué 11, 14: Todos os seres humanos foram passados ao fio da espada.
Josué 11, 15 a 20: Ordem de Iahweh e de Moisés a Josué, que cumpriu e executou os massacres.
Josué 11, 21: Extermínio dos enacins.
Josué. 12,24: Foram exterminados ao todo 31 reis e seus povos.
1Samuel 15,1 a 3: Um “Espírito” dá ordens para matar todos os amalecitas, incluindo os animais.
1Samuel 15,33: Decapitação do rei Agag diante de Iahweh pelo profeta Samuel.
1Reis 18,40: Decapitação de 450 profetas de Baal pelo profeta Elias.

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MensagemEnviado: Sex, 16/Jun/2017 09:06 
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Eis o resumo dos meus comentários, que foram escritos enquanto lia os três livros do papa Bento XVI sobre Jesus: “A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo:

Paulo de Tarso.
Ver ou entender que um resgate pelo sangue derramado de Jesus na cruz foi sim um dos maiores erros do autor de Hebreus! O resgate foi pago a quem? Deus não podia perdoar sem o tal resgate de sangue?
O apóstolo Paulo teve uma imensa importância para o desenvolvimento do cristianismo ou catolicismo no primeiro século da Era Cristã, mas ele também foi um dos responsáveis por ensinamentos dogmáticos e não corretos da Doutrina Cristã, como a salvação pela graça, a redenção por meio do sangue de Jesus derramado na cruz, a condenação de toda a humanidade por causa da desobediência de Adão e Eva e a salvação pelo sacrifício perfeito de Jesus. Os ensinamentos de Paulo influíram intensamente nos ensinamentos dogmáticos de todos os cristãos. Nestes livros do papa Bento XVI os ensinamentos contidos nas epístolas de Paulo foram citados 169 vezes, sendo 5 vezes no livro ‘A Infância de Jesus’, 79 vezes no livro ‘Jesus de Nazaré, do Batismo no Jordão à Transfiguração’ e 85 vezes no livro ‘Jesus de Nazaré, da entrada em Jerusalém até a Ressurreição’.
(“A partir dos anos 1950, a situação alterou-se. A cisão entre o “Jesus histórico” e o “Cristo da fé” tornou-se cada vez mais profunda, afastando-se ambos rapidamente cada vez mais um do outro”. Pág. 9 (2)). O “Jesus histórico” e o “Cristo da fé” são realmente inconciliáveis. Essa falta de conciliação só veio complicar ainda mais a busca e compreensão da Verdade por causa do labirinto, que foi criado em torno de Jesus, da Bíblia, de Deus e da Verdade. O “Cristo da fé” foi sim uma criação construída nos primeiros séculos depois da vida humana do Jesus histórico. Quem primeiro idealizou o “Cristo da fé” foi sim o apóstolo Paulo, que foi convertido pelo Espírito de Jesus (Atos 9,1 a 18). As epístolas de Paulo só podem ser bem compreendidas por quem já viveu ou vive o que o Paulo viveu, quando estava próximo de Damasco e nos dias seguintes, pois o Paulo ficou cego e sem comer por 3 dias (Atos 9,9).
(“Os paradoxos que Jesus apresenta nas bem-aventuranças exprimem a verdadeira situação dos crentes no mundo, descrita por S. Paulo repetidamente com base na sua experiência de vida e de sofrimento como apóstolo”. Pág. 77 (2)). O sofrimento é uma prova e demonstração da falta de perfeição e como tudo continuou, então não houve a tal redenção pelo sangue de Jesus. Paulo foi o único discípulo de Jesus que foi convertido pelo “Espírito” de Jesus (Atos 9,1 a 18), pois os 12 apóstolos e muitos outros foram chamados e ou convertidos pelo homem Jesus. Após a morte os 11 apóstolos e todos os outros seguidores de Jesus levaram a “boa nova” do Reino de Deus para multidões do tempo deles e do futuro. E assim é até hoje.
(“Esta frase dos gregos – “Senhor, queremos ver Jesus!” – recorda-nos de certa maneira a visão que São Paulo teve do Macedônio, que lhe disse: “Vem para a Macedônia, e ajuda-nos” (At 16,9)”. Pág. 29 (3)). Mediunidade ostensiva de Paulo, que foi iniciada por Jesus! (Atos 9,1 a18). Há uma imensa diferença entre o que foi escrito em João 12,21: “Senhor, queremos ver Jesus”, pois aqui se tratou sim de comunicações entre pessoas físicas e no texto de Atos 16,9 o assunto já foi mediúnico, pois está escrito: “Ora, durante a noite, sobreveio a Paulo uma visão. Um macedônio, de pé diante dele, fazia-lhe este pedido: “Vem para a Macedônia, e ajuda-nos” (Atos 16,9)”.
(“É uma obrigação que me foi imposta. Ai de mim se não anunciar o Evangelho!” (1Cor 9,16). Pág. 51 (3)). O que é imposto não é divino e nem perfeito e por isso o Paulo cometeu graves erros de interpretação com relação à fé e à crucificação e morte de Jesus na cruz. Ele também não compreendeu bem a ressurreição de Jesus!
(“O que conta é a inserção do nosso eu no d’Ele (“Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim”: Gl 2,20)”. Pág. 68 (3)). Paulo em Gl 2,20 disse uma grande verdade, mas só a compreendi após aceitar a reencarnação no dia 05/01/1980 e viver intensamente a mediunidade. Paulo foi médium do Espírito de Jesus e por falta de conhecimento de como agem os Espíritos, ele disse: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim”, isso é sim mediunidade, pois o médium julga que o Espírito que sintoniza com ele passa a viver no lugar dele ou no corpo dele. Para compreender bem todo esse processo é sim necessário estudar a Espiritologia.
(“Em 1Tm 2,6, fala-se de Jesus como o único mediador entre Deus e os homens, “que se deu em resgate por todos” (1Tm 2,6)”. Pág. 129 (3)). As epístolas de Paulo foram as que iniciaram a criação do labirinto mental e teológico em torno da missão de Jesus, de Deus e da Verdade! Paulo aceitou sim que a morte de Jesus na cruz foi sim um sacrifício para conseguir o perdão de Deus para toda a humanidade por causa da desobediência de Adão e Eva em comer do fruto da árvore do conhecimento (Gn 2,16 e 17 e 3,1 a 7).
(“Em nome de Cristo suplicamos-vos: reconciliai-vos com Deus” (2Cor 5,19-20). Pág. 208 (3)). Continuou defendo o sacrifício de sangue: um grande erro de Paulo.
(“Além do mais, é impossível que o sangue de touros e bodes elimine os pecados” (Hb 10,4). Pág. 210 (3)). O Paulo aceitou o sacrifício de Jesus na cruz como o sacrifício perfeito para eliminar os pecados: um absurdo! Os teólogos cristãos não conseguiram e nem conseguem ainda entender a Verdade nua e crua, então a ignorância de Paulo com relação à heterorredenção continua sendo uma verdade indiscutível e absoluta, e, muitos se satisfizeram e como ainda se satisfazem com o do mistério da fé!
(“Exorto-vos portanto, irmãos, pela misericórdia de Deus, a que ofereçais vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus (Rm 12,1)”. Pág. 213 (3)). Sacrifício! Paulo não entendeu a missão de Jesus sem o sacrifício!
(“Por isso, no centro do ministério apostólico e do anúncio do Evangelho que conduz à fé, deve estar o ingresso no mistério da cruz. Consequentemente, se na celebração da Eucaristia, na participação sempre nova no mistério sacerdotal de Jesus Cristo, podemos ver o centro do culto cristão, contudo há que ter sempre presente a sua extensão total: o objetivo constante é atrair para dentro do amor de Cristo todo indivíduo e o mundo, de modo que todos s tornem juntamente com Ele “uma oferta agradável a Deus, santificada pelo Espírito Santo” (Rm 15,16)”. Pág. 215 (3)). Como gostaria de ver o original deste texto e não como se encontra escrito na atualidade! Espírito Santo: ver a 3ª carta para o bispo Dom Célio! Ou foi uma interpretação imperfeita de Paulo?
(“Paulo distinguiu com grande clareza as suas experiências místicas – por exemplo, a sua elevação até o terceiro céu, descrita em II Coríntios12,1 - 4 – do encontro com o Ressuscitado no caminho de Damasco, que era um acontecimento na história, um encontro com uma pessoa viva”. Pág. 244 (27)). Falta da TV; TL; DE e DR, como também da Espiritologia para quase todos. Eis os princípios 4 a 6 da Doutrina Rosareana (DR):
Citação:
que estão nesses endereços:
Quarto princípio:
viewtopic.php?f=12&t=5628&p=129559#p129559
Quinto princípio:
viewtopic.php?f=12&t=5628&p=129592#p129592
Sexto princípio:
viewtopic.php?f=12&t=5628&p=129649#p129649
Digo hoje que só faço o que faço porque vivi algo extraordinário e novo em toda a criação. Algo muito importante ainda vai acontecer, pois o Espírito Santo de Deus fez de mim uma morada para Ele desde o ano de 1984 e essa é a uma explicação, para mim, da razão de eu ter vivido 15,30 horas com o coração parado no dia 02/02/1991, quando fui atacado por uma poderosa entidade, que age como um falso deus há milênios.
Nestes três livros existem 169 citações das epístolas de Paulo e também em todos os livros sobre estudos bíblicos e teológicos existem muitas citações das epístolas de Paulo de Tarso, que antes era conhecido pelo nome de Saulo (Atos 7,58 e 9), que passou a ser chamado de Paulo (Atos 13,9). Ele, o Paulo, foi educado na lei de Moisés, na qual constavam os rituais de sacrifícios de sangue (Lv 1 a 10; 1Sm 1,21; 1Rs 8,62 e 63; Lc 2,23 e etc.) e Paulo passou a considerar a morte de Jesus na cruz como o sacrifício perfeito para redimir o gênero humano do poder do pecado.
Para Paulo de Tarso todos os homens morreram em Adão e receberam a vida em Cristo (1Cor 15,21 e 22); Jesus entregou-se por nós a Deus como sacrifício (Ef 5,2); Cristo morreu por nossos pecados (1Cor 15,3) como um sacrifício único pelos pecados (Hb 10,12). A função do sacerdote para o Paulo era a de oferecer dons e sacrifícios pelos pecados (Hb 5,1). Como se vê Paulo, que foi educado na lei do sacrifício, aceitou e ensinou que a morte de Jesus foi sim um sacrifício perfeito. Por meio das epístolas de Paulo foi iniciada a construção do labirinto mental e teológico sobre a missão salvífica de Jesus, como também sobre Deus, a Vida e a Verdade.

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MensagemEnviado: Sex, 16/Jun/2017 09:10 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Eis o resumo dos meus comentários, que foram escritos enquanto lia os três livros do papa Bento XVI sobre Jesus: “A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo:
Pecado Original.
(“Mas para isso deve permanecer diante dos nossos olhos a autêntica ordem dos bens e a relação das desgraças com o mal: o nosso pedido não deve cair no que é secundário; também nesta explicação do Pai-Nosso permanece central “que nós somos libertos do pecado”, que nós reconhecemos o mal como a autêntica “desgraça” e que o nosso olhar nunca seja desviado do Deus vivo”. Pág. 152 (2)). É bonito falar do e sobre o “Deus Vivo”. Como entender o “Deus vivo” do Sumo Pontífice, que ele mesmo defende e ensina que “Deus” só perdoou a humanidade do pecado de desobediência de Adão e Eva depois de ver o sangue de Jesus derramado na cruz? E o Sumo Pontífice continua defendendo o sacrifício sangrento de Jesus, como “incruento”, nas missas celebradas por uma multidão de padres, bispos, cardeais papas, pois assim fica ensinando a necessidade do sacrifício na cruz para a redenção do gênero humano!
A Igreja criou um significado para o “batismo” totalmente inadequado: livrar-se da culpa do pecado original, pois todos nascem em pecado para a Igreja. Atualmente já não se fala mais no pecado original na ocasião do batismo.
(“Porém ele nos permite saber agora algo de novo: as vestes dos eleitos são brancas, porque foram lavadas no sangue do cordeiro (Ap 7,14), isto é, porque pelo batismo foram ligadas com a paixão de Jesus, e a sua paixão é a purificação que restitui a veste original, que perdemos pelo pecado (Lc 15,22)”. Pág. 265 (2)). A veste original perdida pelo pecado original: aqui pode ver a ignorância de quem ainda não conhece a verdade e joga a culpa no pecado, no demônio e ou no coitado do Adão! Isso tem que acabar e ser esclarecido para todos, pois o discernimento está próximo (Ap 13,18).
(“Desse modo, no fundo, a filosofia descreve precisamente aquilo que a fé chama “pecado original””. Pág. 99 (3)). A ideia do “pecado original foi sim fruto da ignorância” de alguns sobre o enigma da vida e sobre a bondade e perfeição de Deus, mas por vaidade e orgulho impuseram suas ideias sofistas como verdades dogmáticas.
Cruz e cruz! Nesta página 154 o papa cita 5 vezes a palavra “cruz”, como se a cruz fosse algo necessário para redimir o gênero humano de um “erro ou pecado original”, que não existiu! Para aqueles que creem ainda na “desobediência de Eva e depois de Adão” eu apenas faço estas perguntas: Deus que é plenamente bom, perfeito e sábio, só perdoou o gênero humano porque o sangue de Jesus foi derramado na cruz? Jesus pagou o resgate da redenção para quem? A vontade de Deus era que Jesus morresse na cruz, após ser traído, julgado injustamente, ultrajado, flagelado e pregado na cruz? Sangue não lava sangue, então aprendemos tudo de uma forma não correta e o papa vem querer defender e aprovar os erros do passado. Isso tudo, para mim, é o cúmulo da ignorância sobre Deus dos teólogos cristãos!
(“Jesus crucificado que nos reconcilia a todos com o Pai”. Pág. 191 (3)). Mas foi necessário o sangue derramado de Jesus e a morte na cruz para que houvesse a reconciliação com Deus? Esse ensino nos apresenta uma visão bem errada sobre Deus, pois Ele não pôde perdoar, sem derramamento de sangue, a desobediência do inocente casal Adão e Eva! Sangue não resgata pecado!
(“Colocada nesse contexto de Palavra e amor de Deus, a morte de Jesus é subtraída à linha do gênero de morte que deriva do pecado original do homem como consequência da presunção de querer ser como Deus; presunção esta que havia de acabar com o afundamento na própria miséria, caracteriza pelo destino da morte”. Pág. 227 (3)). Mas este ensino está claro em Mateus 5,48: ser perfeito como Deus é perfeito! A doutrina do pecado original só mostrou a ignorância de quem a criou ou a defendeu (e ainda é defendida), pois foi sim um grande erro. Veja na lei Deuteronômio 24,16 e Jeremias 31,29 e 30, que nenhum filho ou descendente é condenado por causa do pecado dos pais!

Perdão.
O perdão: “Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos aquém nos tem ofendido”. Pág. 143 (2)). Esse versículo de Mateus 6,12 já deve ter complicado a cabeça de muitos pensadores cristãos e como está incluído na oração que Jesus ensinou, então fica realmente parecendo que Deus perdoa todas as nossas dívidas se também perdoamos nossos devedores. Veja que existe uma condição que exige a necessidade de perdoar também as ofensas recebidas! Em Mateus 5,25 e 26 está escrito que toda dívida tem que ser paga. Na parábola do devedor implacável (Mt 18,23 a 35) a condição do perdão fica mais intensa ainda, pois mesmo já tendo sido perdoado de uma imensa dívida (Mt 18,27) e como o devedor, já perdoado, não perdoou uma pequena dívida (Mt 18,28 a 30), então o senhor voltou, cancelou o perdão e cobrou toda a dívida com muito rigor (Mt 18,34).
(“Deus é um Deus que perdoa, porque ama as suas criaturas; mas o perdão só pode penetrar, ser realmente eficaz, em quem for em si mesmo capaz de perdoar”. Pág. 144 (2)). Quando entendi que Deus não perdoa porque nunca foi ofendido, pois é plenamente perfeito (Mt 5,48) e só pode perdoar aquele que recebeu ofensa, pois ainda não é perfeito, então entrei em contradição com tudo o que tinha aprendido sobre Deus e como ainda ensina o Sumo Pontífice.
(“Com este pedido, o Senhor nos diz: a culpa pode ser vencida por meio do perdão, não por meio da vingança”. Pág. 144 (2)). O Perdão só beneficia a quem perdoa, pois fica livre do problema e como não deve nada, então poderá continuar a sua caminhada evolutiva em busca de sua perfeição. O devedor tem sim que pagar toda a dívida (Mt 5,26 e 18,23), pois a Lei exige a obediência, é fria e não pode perdoar, pois caso haja o perdão isso seria uma imensa injustiça para todos aqueles que não devem nada a Lei.
(“Se quisermos compreender bem o pedido e o quisermos fazer nosso, devemos dar um passo para frente e perguntar: o que é propriamente perdoar? O que então acontece? A culpa é uma realidade, uma potência objetiva, que provocou destruição e que deve ser vencida”. Pág. 145(2)). Deus não julga e nem condena a ninguém, pois essa é uma responsabilidade do Filho do Homem (Jo 5,22 e 27), como também é de todos Espíritos criados. Quem defende a justiça divina ainda mostra muita ignorância sobre como Deus age e como agem os Espíritos criados. Os julgamentos tornam-se bem mais perfeitos, quando os mesmos são feitos por aqueles, que receberam o poder de julgar e condenar os seus semelhantes: os juízes e estes seguem as leis existentes. Pode-se até comentar o seguinte: ‘Quanto mais perfeitas forem as leis de uma sociedade, mais perfeitos e justos são os legisladores. Digo perfeitas quando as leis protegem às minorias, pois as próprias maiorias se protegem sem a necessidade de leis. E quando existem leis perfeitas, mas que só são usadas para protegeram aos líderes e os amigos dos líderes, aos ricos ou aos membros da maioria, então temos legisladores evoluídos, mas juízes não muito evoluídos, pois estes passam a julgar em benefício de interesses particulares e não em função das próprias leis’. Assim quando se analisa as leis de uma sociedade e também as suas aplicações consegue-se avaliar o nível evolutivo da tal sociedade. E em qualquer sociedade ou agrupamento de pessoas (religiões, cores, raças, pátrias, planetas e etc) podem-se encontrar espíritos evoluídos ou não, seja lá qual for o objetivo da formação destes agrupamentos (sexo, raça, cor, religião, povo e ou pátria). Trigo e joio estão misturados em todos os lugares (Mt 13,24 a 30 e 36 a 43). Entenda-se bem o que está escrito: “Porque o Pai a ninguém julga, mas confiou ao Filho todo o julgamento... e lhe deu o poder de exercer o julgamento porque é Filho do Homem” (João 5,22 e 27). Os espíritos criados são os responsáveis por todos os julgamentos.
(“Ela nos chama a atenção para o fruto que nós, como ramos da videira, com Cristo e a partir de Cristo podemos e devemos produzir: o fruto que o Senhor espera de nós é o amor, que com Ele acolhe o mistério da cruz, se torna participação na sua autodoação e, assim, a verdadeira justiça que Deus espera de nós e que prepara o mundo para o Reino de Deus”. Pág. 227 (2)). O AMOR é realmente o ponto ou aspecto central da missão de Jesus. O AMOR vivido e ensinado por Jesus tinha como base a bondade e a perfeição divina. O AMOR verdadeiro inclui o PERDÃO definitivo por parte do SER ofendido. O problema do ofensor ou do criminoso é para com a LEI. Lei é cega e tem que ser obedecida.

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Paz plena... Rosário. ("Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" - João 8,32).


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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Eis o resumo dos meus comentários, que foram escritos enquanto lia os três livros do papa Bento XVI sobre Jesus: “A Infância de Jesus” (1); “Jesus de Nazaré - Primeira Parte” (2) e “Jesus de Nazaré - Segunda parte” (3) no subtítulo:

Revelação.
A Revelação Verdadeira só pode vir diretamente de Deus, mas existem também outras revelações feitas por meio de outros Espíritos (Espiritologia). Comecei a receber revelações a partir do dia 07/01/1980, após ter entregue as armas em defesa da vida única no dia 05/01/1980 ali pelas 21,00horas.
(“Assim Mateus deixou aos exegetas de todos os tempos um problema difícil: onde é que essa palavra de esperança encontra fundamento nos profetas?” Pág. 97 (1)). Todo profeta verdadeiro do passado e do presente possui sim uma imensa esperança e confiança no Plano Perfeito de Deus com relação à salvação dele e de todos. Já os estudiosos de carreira numa hierarquia de qualquer religião nunca aceitaram os verdadeiros profetas porque estes receberam e recebem revelações do próprio Espírito de Deus e Deus não pertence a nenhuma hierarquia religiosa. Deus não é padronizado.
(“Em primeiro lugar, que o método histórico ¬– precisamente a partir da essência íntima da teologia e da fé – constitui uma dimensão irrenunciável ao trabalho exegético”. Pág. 12 (2)). Teologia é o estudo sobre Deus (=Theos). Deus realmente se revela. Só pode compreender a Deus quem recebe revelações do próprio Espírito de Deus. Eu passei a receber revelações de Deus de uma forma consciente a partir do dia 12/04/1984. Essas revelações, os teólogos de carreira ainda não as aceitam mesmo, pois todos estes têm falta da TV, TL e da Espiritologia.
Comecei a entender a Verdade sobre o Reino de Deus por meio de Revelação e foi pela parábola do Tesouro (Mt 13,44). Como foi interessante ou agradável, para mim, falar para o frei Patrício no dia 10/01/1980: “Frei, eu encontrei o Reino de deus”. Perante o susto dele, quando me perguntou: “O que?” Eu repeti a frase dita. Também foi para mim um balde de água fria (uma decepção interna), que não tirou a minha imensa alegria e confiança no futuro, quando ouvi do frei Patrício, no dia 11/01/1980 por telefone e depois pessoalmente está frase: “Li tudo o que você escreveu e não tem nada de novo, pois tudo se refere a assuntos da atualidade. Você precisa é de psiquiatra e não de padre!”.
(“Neste sentido, já a partir da criação, o homem é de um modo especial “filho” de Deus, Deus é o verdadeiro Pai: que o homem seja imagem de Deus é um modo de exprimir este pensamento”. Pág. 129 (2)). Cada homem cria pensamentos sobre Deus e pensa que os seus pensamentos são o próprio Deus... Só Deus é que pode revelar-se a nós; por isso existem os profetas de Deus e os outros profetas, que revelam verdades de outros espíritos; ainda existem espíritos que revelam falsidades e enganações, que são aceitas como verdades por quem as recebe.
(“Tal orgulho torna o homem violento e frio. No fim, estraga a terra; não pode ser de outro modo, porque ele se coloca contra a verdade, segundo a qual nós estamos referidos para a autossuperação, pois só na abertura diante de Deus é que nos tornamos nós mesmos grandes e livres”. Pág. 139 (2)). E qual é a sua verdade, Bento XVI? Eu recebi revelações sobre verdades e a própria Verdade, mas quando comecei a revelar as revelações não fui compreendido pelos membros da hierarquia da ICAR.
Só consegui compreender bem o Evangelho de João, como toda a Bíblia, após viver fenômenos mediúnicos, receber revelações e conhecer a Doutrina Espírita, e por isso criei a Doutrina Rosareana e eis os princípios 7 a 9 dela:
Citação:
A Trindade: Quando entendi esse mistério por meio de uma revelação em Agosto de 1983, então compreendi como seria difícil explicar a Verdade para os membros da hierarquia da Igreja (Veja a 3ª carta para o bispo Dom Célio (2)).
Todo homem que pode dizer que é puro de coração fica em condições de receber revelações de Deus ou de outros espíritos evoluídos e assim poderá entender a Verdade, que liberta e plena (Jo 8,32 e 16,13). (“Bem-aventurados os que são puros de coração, porque verão a Deus”, (Mt 5,8). Pág. 289 (2)). Quando comecei a me libertar do dogmatismo católico e da fé, que cega, fui considerado como “louco” ou “doente mental” (=paciente de psiquiatra) por dois sacerdotes em Janeiro de 1980 e tive que lutar com os psiquiatras para ficar livre dos remédios psicofármacos, que são cadeias químicas. Aquela atitude dos dois sacerdotes em 1980 foi ótima para mim, pois fiquei livre da direção e orientação deles e pude ir à busca e compreensão das verdades e da Verdade.
(“Só a partir de então é que falamos de “judaísmo”, no sentido próprio do termo, enquanto maneira de considerar e ler o cânon dos escritos bíblicos como revelação de Deus sem o mundo concreto do culto no templo”. Pág. 43 (3)). Revelação de Deus não, mas da Espiritualidade, que é o conjunto de todos os espíritos, incluindo até o Espírito Santo de Deus (Jo 4,24).
(“Chegou o momento da nova adoração de Deus “em espírito e verdade” (João, 4,24)”. Pág. 158 (3)). Deus, além de bom, perfeito, sábio é também humilde e quem é assim nunca exigiu ou desejou ser adorado. Quem exigiu e exige adoração são sim os falsos deuses! Quem me revelou isso foi o próprio Espírito Santo de Deus.
(“O dom que Jesus faz de Si mesmo – a sua obediência que nos acolhe a todos nós e nos reconduz a Deus – é, por conseguinte, o verdadeiro culto, o verdadeiro sacrifício”. Pág. 215 (3)). Deus não deseja ser cultuado. Todo culto satisfaz sim ao “EGO” de quem o faz e agrada sim a “espíritos imperfeitos”, que podem sim fazer intervenções no plano físico. Qualquer Espírito pode intervir no mundo corporal e fazer suas revelações e quem as recebe, mesmo sendo falsas, julga-as como verdadeiras. Cada profeta ou médium tem que aprender a discernir as revelações (1Jo 4) que recebe e que já foram recebidas no passado.

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