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MensagemEnviado: Sex, 01/Abr/2016 22:01 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Só por meio da Espiritologia é que se pode adquirir um profundo conhecimento do autoconhecimento.
Eis o que postei no jornal sobre o artigo do José Reis Chaves do dia 11/08/2014, que está nesse endereço:
http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/j ... r-1.897783

Publicado no dia 11/08/2014.
Chaves, meus parabéns por esse artigo. Realmente os teólogos cristãos passaram a ensinar que toda a Bíblia era de origem divina e isso agradou plenamente aos líderes religiosos sedentos de poder e envoltos de orgulho e de vaidade. E assim a Bíblia, que é o plural de livros em grego, passou a ser ensinada e aceita como sendo a Palavra de Deus. A Teologia cristã passou a ensinar que a redenção do gênero humano, que foi expulso do paraíso em função da desobediência de Adão e Eva, só aconteceu por causa do sofrimento e do sangue de Jesus derramado na cruz. A doutrina da necessidade do sacrifício de sangue de Jesus na cruz para redimir os seres humanos do pecado da desobediência de Adão e Eva está muito clara nos livros do Novo Testamento e continuou sendo a base fundamental dos ensinamentos dos teólogos da antiguidade, pois para eles não havia outro meio de conseguir o resgate da culpa ou o perdão de Deus. Os estudos dos doutores da Igreja e dos santos padres continuam sendo o alicerce de toda a Teologia Cristã. Os teólogos criaram sistemas, doutrinas e rituais tentando padronizar os métodos para que Deus pudesse agir entre nós, mas foram os próprios teólogos que ficaram aprisionados nos sistemas e rituais padronizados por eles mesmos em função da Teologia Dogmática. Os estudos sobre Teologia se complicaram muito em função das divergências e até disputas entre os teólogos. Quanto mais importante ficava um teólogo, também suas teses eram mais consideradas e importantes e assim foram sendo criados os sobrenomes para a Teologia. Muitas vezes, para por um fim às discussões inúteis e até estéreis, foi necessária a criação e ou imposição de dogmas, encerrando de vez com as divergências claras e abertas, mas não com as ocultas e fechadas. Os ensinamentos dogmáticos prejudicaram e ainda prejudicam muito mesmo a busca e compreensão da Verdade, que liberta (João 8,32) e plena (João 16,13).

Publicado no dia 11/08/2014.
Os teólogos, que realmente desejam entender e compreender a Verdade, que liberta (Jo 8,32), devem estudar a Espiritologia. A Espiritologia é o estudo que nos ajuda a entender a forma de agir dos espíritos e cada grupo de espíritos possuem seus objetivos a serem alcançados, como também cada espírito pode sim ter seus próprios objetivos ou interesses. Os espíritos podem sim intervir no mundo físico e porem em prática aquilo que decidiram em grupo ou individualmente. Por meio da Espiritologia os teólogos irão começar entender, que no passado muitas pessoas foram facilmente enganadas por falsos deuses ou falsos Cristos (Mt 24,24). Estas pessoas desconheciam completamente a forma de agir do Espírito de Deus, que não faz acepção de pessoas e trata a todos da mesma forma (Mt 5,45). Em função da ignorância coletiva, os líderes religiosos do passado pensavam que qualquer espírito amigo ou do mesmo grupo (da mesma egrégora), que se aproximava deles, era sim o Espírito Santo de Deus, que foi ensinado no século IV, como sendo a Terceira Pessoa do Mistério da Santíssima Trindade. Estamos na Era da Verdade Plena, pois o Espírito da Verdade já está no seio da humanidade, como está profetizado: “Quando vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à verdade plena, pois não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas futuras” (Jo 16,13). O que está escrito nesse é exatamente o que faz um médium na atualidade, então o Espírito da Verdade é um espírito, que está vivo no seio da humanidade; isto é: é um ser humano.

Publicado no dia 11/08/2014.
Veja o que escrevi para o padre João Batista Libânio em 21/07/1993: Padre Libânio, nós temos em comum a missão de trabalharmos na construção do “Reino de Deus”, um reino de amor, caridade, sabedoria, humildade, servir e perfeição. Para cumprirmos bem esta missão temos que encontrar a verdadeira Verdade e divulgá-la com todas as nossas forças. Hoje gosto de falar assim: “Apaga tudo o que aprendeste sobre a Bíblia Sagrada, mas não a jogue fora, guarde-a muito bem mesmo, pois a Bíblia Sagrada é uma fonte inesgotável de ensinamentos e sabedoria”. Você, Padre Libânio, poderá compreender melhor esta frase lendo e entendendo bem a minha 2ª carta. O que expus nela fiquei sabendo em 1984, só que não encontrava um bom amigo cristão para poder contar, dialogar livremente e aprofundar sobre a tese tratada.

Publicado no dia 11/08/2014.
Eis um pequeno trecho da segunda carta que escrevi para o padre João Batista Libânio em 01/01/1993: Padre Libânio, você me entendeu quando expus que aprendemos falsos conceitos e pseudas idéias sobre Deus (“o lado frágil e errado da afirmação”), mas quando você defendeu “um lado verdadeiro”, ainda continuou dentro de conceitos humanos bem imperfeitos, tentando aplicá-los a “Deus-Pai-Mãe”. Para mim não existe o pecado contra Deus, como me foi ensinado e o “perfeito doador” nunca se ofende com qualquer rejeição de presentes. Realmente sabemos mais o que Deus não é do que o que Ele é. Existe sim muita ofensa e muita ruptura entre nós: os filhos(as) de Deus. Vou agora expor outra tese minha, que é uma bomba, que é: “O TENTADOR DE JESUS É O MESMO ESPÍRITO, QUE MOISÉS CONSIDEROU COMO DEUS: IAHWEH”. Essa grande diferença: Deus e Satanás (Lúcifer), foi por causa da própria perfeição de Jesus comparada com a imperfeição do profeta Moisés. Moisés foi um assassino (Ex 2,12) antes de receber a revelação de sua missão.

Irineu Siqueira Neto. (Publicado no dia 11/08/2014).
Gostaria de, novamente, propor esse desafio aos senhores espíritas, na próxima sessão que vossa senhoria participar, e que ocorrer um "encorporamento", faça então a seguinte pergunta, da forma que esta descrita, ao espírito: "JESUS veio em carne? Responda a verdade em nome de JESUS!" E vocês terão uma grande surpresa com a resposta e de quem é o espirito ali presente. Este estudo seletivo da Bíblia feito pela doutrina espírita é a coisa mais cômoda que existe, pois as partes que me interessam eu as disseco e digo que estão corretas, e as que me contrariam afirmo que são palavras de homens, portanto erradas. 'Magnífico" isso né!! Assim fica fácil criar uma religião! -"Toda" a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, 2 Timóteo 3:16- Aqui está claramente ilustrado que TODA a Bíblia é inspirada por DEUS! A palavra grega para "TODA" é: Ολη; Que significa: O conjunto, a totalidade. Se a Bíblia possui trechos que não servem a vocês, então abandone-a por completo, pois uma meia verdade é uma mentira inteira!

Publicado no dia 12/08/2014.
Irineu Siqueira Neto. Como pode um Ser perfeito (Mt 5,48) e bom (Mt 19,17) agir como está escrito na própria Bíblia? Foi Deus que deu o mandamento: “Não Matarás” (Ex 20,13 e Dt 5,17) e depois mandou matar: “Samuel disse a Saul: Foi a mim que Iahweh enviou para te ungir rei sobre o seu povo Israel. Portanto, escuta as palavras de Iahweh. Assim diz Iahweh dos Exércitos: Resolvi punir o que Amalec fez a Israel contando-lhe o caminho quando subia do Egito. Vai, pois, agora, e investe contra Amalec, condena-o ao anátema com tudo o que lhe pertence, não tenhas piedade dele, mata homens e mulheres, crianças e recém-nascidos, bois e ovelhas, camelos e jumentos” (1Sm 15,1 a 3). A diferença entre a luta dos amalecitas com o povo de Israel (Ex 17,8 a 16) com a ordem de matança foi de mais de 200 anos, então foi sim um ato de vingança e ainda vai contra o que está escrito em Deuteronômio 24,16: “Os pais não serão mortos em lugar dos filhos, nem os filhos em lugar dos pais. Cada um será executado por seu próprio crime”. Não pode ser o mesmo Espírito que deu o mandamento “Não matarás” e depois “mandou matar”!

Publicado no dia 12/08/2014.
Irineu Siqueira Neto. Você citou um versículo de Paulo (2Tm 3,16), ótimo, pois isso realmente está escrito. Veja o que escrevi no livro “Teologia da Libertação – Perspectivas”, do teólogo Gustavo Gutiérrez: Neste livro e em todos os livros sobre estudos bíblicos e teológicos existem muitas citações das epístolas de Paulo de Tarso, que antes era conhecido pelo nome de Saulo (Atos 7,58 e 9), que passou a ser chamado de Paulo (Atos 13,9). Ele, o Paulo, foi educado na lei de Moisés do Antigo Testamento, na qual constava os rituais de sacrifícios de sangue (Lv 1 a 10; 1Sm 1,21; 1Rs 8,62 e 63; Lc 2,23 e etc.). Paulo passou a considerar a morte de Jesus na cruz como o sacrifício perfeito para redimir o gênero humano do poder do pecado. Para Paulo de Tarso todos os homens morreram em Adão e receberam a vida em Cristo (1Cor 15,21 e 22); Jesus entregou-se por nós a Deus como sacrifício (Ef 5,2); Cristo morreu por nossos pecados (1Cor 15,3) como um sacrifício único pelos pecados (Hb 10,12). A função do sacerdote para o Paulo era a de oferecer dons e sacrifícios pelos pecados (Hb 5,1). Como se vê Paulo, que foi educado na lei do sacrifício, aceitou e ensinou que a morte de Jesus foi sim um sacrifício perfeito. Por meio das epístolas de Paulo foi iniciada a construção do labirinto mental e teológico sobre a missão salvífica de Jesus, como também sobre Deus, a Vida e a Verdade. A conversão do perseguidor, Saulo ou Paulo, dos seguidores de Jesus para o grupo dos discípulos de Jesus foi sim por intermédio de uma intervenção do Espírito de Jesus (Atos 9,1 a 18) e Paulo ficou cego e sem comer e beber por 3 dias (Atos 9,9). Para alguém compreender bem o Paulo, que foi o único seguidor de Jesus, que foi convertido por Jesus em Espírito, precisa sim viver ou ter vivido algo semelhante ao que foi vivido por Paulo. Eu passei a compreender muito bem a experiência vivida por Paulo e o repentino processo de conversão dele porque vivi também experiências semelhantes, mas que duraram mais tempo (Janeiro de 1980 a 20 de Novembro de 1984) porque nenhum membro da hierarquia da Igreja me compreendeu ou me deu auxílio. Mas eu recebi o auxílio da Espiritualidade, inclusive dos Espíritos de Jesus e de Deus. (27/04/2014).

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MensagemEnviado: Sex, 01/Abr/2016 22:08 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Eis o que postei no jornal sobre o artigo do José Reis Chaves do dia 11/08/2014, que está nesse endereço (Continuação):
http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/j ... r-1.897783
Ricardo Bobko - (Publicado no dia 12/08/2014). Acompanho esta coluna a algum tempo e vem sendo para mim muito esclarecedora as questões inclusive as questões dogmáticas e como elas são envoltas em interesses políticos e de poderes na época e que influenciam até hoje os fiéis pelos seus lideres religiosos na ignorância da fé sem aprofundar a verdade que liberta apenas na fé no entanto nos artigos apresentados e demais comentários ainda muitas questões ainda ficam meio obscuras como por ex quem foi de fato Iavé e qual foi ou é a sua verdadeira relação com Deus gostaria muito dos espíritas que comentam os artigos aqui respondessem essa questão obrigado pela atenção e parabéns mais uma vez José Reis Chaves pela possibilidade de conhecermos um pouco mais sobre essas questões polêmicas forte abraço....
Publicado no dia 14/08/2014. Ricardo Bobko. No dia 25/12/1995 escrevi uma carta para um teólogo sobre o Javé e, em função do seu pedido, vou divulgar um pequeno trecho desta carta: Quando o levava para Carlos Prates, puxei o assunto sobre a minha “tese bomba” e você quis saber qual era. Logo que a identifiquei como sendo a tese onde: “O Tentador de Jesus é o mesmo espírito, que Moisés considerou como Deus (= Iahweh)”, recebi a sua resposta, dizendo que tenho os pontos de vista formados e que não adianta falar nada em contrário. Aí disse-lhe que esperava de você a pergunta de como cheguei a tal conclusão. Passei, em seguida, a relatar-lhe como surgiu a base dessa tal tese, que foi: “Após ter lido obras espíritas, principalmente o livro: “O Céu e o Inferno” de Allan Kardec, revelando assuntos, ensinamentos ou teses sobre demônios, anjos e almas. Assuntos que, para mim, passaram pelo crivo do meu raciocínio e senso crítico. Aceitei a tese de Kardec de que não existe um espírito eternamente mau e que estava condenado pela eternidade: o Lúcifer, lutando sempre contra Deus, que é a Perfeição e a Verdade Absoluta. Devido à minha aceitação, passei a procurar, mentalmente na imensidão do mundo espiritual ou nos Universos Paralelos, aquele, que foi o “Tentador de Jesus”. Até que, num certo dia de 1984, ele chegou perto de mim, sintonizando perfeitamente comigo e disse-me: “Você quer saber quem foi o “Tentador de Jesus”, fui eu. Aqui estou para lhe revelar o principal sobre tal assunto”. Fiquei sem ação e com um pouco de receio ou medo, por isso ele continuou: “Você é a primeira pessoa, da qual pude chegar perto, nessa dimensão, sem destruí-lo. Pois o ódio fulminante, que as pessoas enviam contra mim, é devolvido para o próprio agente, quando existe alguma aproximação comigo. Esse ódio destruidor, volta com muito mais força e potência, aniquilando o seu emissor”. Como ele sentiu a minha dificuldade e até impotência para qualquer reação, continuou revelando-se mais a mim: “Em uma das minhas passagens pela terra, antes de ser o “Tentador de Jesus”, fui, como encarnado, o Judas Macabeu, que é uma mini-individualidade do meu Eu Cósmico”. “Bom, deste gosto intensamente”. Comentei imediatamente e continuou, o amigo invisível, seguro e firme, em suas revelações: “Antes de ser o “Deus de Moisés”, fui o patriarca Abraão. Por isso o meu interesse todo especial pelos israelitas, meus descendentes. Queria realizar por intermédio de Jesus a libertação do povo judeu do domínio romano, fundando assim o grande império judeu, no qual Jesus seria o grande rei, como tinha conseguido libertar o povo israelita (= judeu) do domínio e da escravidão egípcia, com auxílio do grande profeta e legislador Moisés, conduzindo-o para a terra prometida, onde corria leite e mel: a Palestina. Para que um espírito consiga grandes e totais vitórias no plano físico, com o auxílio de um encarnado, é necessário que este aceite “o espírito como o seu Deus único”, obedeça cegamente com plena fidelidade e não faça nenhuma observação ou contra argumentação. A obediência tem que ser cega e com plena confiança (fé), por isso tive que castigar o próprio Moisés, quando ele duvidou e bateu com a vara no rochedo por 2 vezes e não uma só. Moisés considerou-me como o Deus Absoluto e era necessário que Jesus considerasse o mesmo com relação a mim para que pudesse ser realizado o meu objetivo. Veja também os exemplos de Gedeão, Judite, Sansão, Samuel, Elias, Daniel e outros, que obedeceram cegamente. Jesus era e é um espírito muito superior a Moisés, pois este foi um assassino antes de encontrar ou sintonizar comigo. Jesus era um estudioso das Escrituras Sagradas e entendedor das leis superiores. Havia uma grande diferença vibracional entre Moisés e Jesus. O meu grande erro foi tentar um ser humano, que era um espírito muito superior, superior até a mim e que não estava atrás das coisas terrenas como Moisés, mas queria a libertação interior e em plenitude de todo ser humano. Joguei as iscas, tentando Jesus com o pão, a fascinação e por fim a glorificação terrena: um grande rei terreno. Jesus conseguiu me afastar, derrotando-me e por isso foi possível a sintonização perfeita com outros espíritos superiores a mim e até com Deus, o Criador Incriado, que tem a plenitude infinita em tudo.
Nestor Martins Amaral Júnior - (Publicado no dia 14/08/2014). Rosário: suas explicações são interessantes, mas sobre as tentações de Jesus, penso que se pode fazer outra leitura, a meu ver, interessante. Tentações não derivam de agentes externos a nós mesmos. Elas estão dentre de nós. Assim, como qualquer ser humano, Jesus também teve suas tentações. Mas, quem as teria testemunhado para narrá-las? Penso que a resposta seria: ninguém, a não ser ele mesmo. Portanto aquilo que foi escrito a respeito das tentações de Jesus não poderia ter ido além da imaginação. A linguagem utilizada é figurativa, em que o deserto, por exemplo, significa momentos áridos pelos quais passamos e nos quais somos mais vulneráveis. Assim, não significa que Jesus tenha sido conduzido para o deserto (local físico). Também não foi conduzido a lugares (físicos) altos. Aqueles sonhos de grandeza, poder, domínio que o acometeram decorreram do conhecimento que Jesus tinha de si mesmo, e assim se quisesse nada o impediria de realizá-los. Mas, tentação não é pecado. O que não pode é deixar-se sucumbir nas tentações. Assim, Jesus foi tentado, por si mesmo, como ocorre com qualquer um de nós, mas diferente de nós, Ele não pecou. Essa inclinação para o mal que trazemos dentro de nós tem tido diversas denominações, como germe adâmico (pecado original) e até mesmo satanás. Certa feita, Jesus mesmo se referiu a São Pedro como satanás.
Publicado no dia 15/08/2014. Nestor Martins Amaral Júnior, um grande abraço. Suas observações são válidas e ótimas, mas só para quem nunca viveu nenhum fenômeno mediúnico ou místico. É lógico que as tentações de Jesus não foram físicas, mas que ele passou dias num deserto físico, isso, eu aceito, que ele passou. Jesus tinha que se preparar muito bem para a missão que ele teria de cumprir e para isso ele necessitava de ficar isolado da presença de outras pessoas, fisicamente falando. Agora faço-lhe essas perguntas: 1) Quem converteu o apóstolo Paulo (vide Atos 9,1 a 18)? 2) Quem libertou o apóstolo Pedra da cadeia de Herodes (Atos 12,3 a 11)? 3) Quem falou com o profeta Samuel (1Sm 3,1 a 14)? 4) Quem apareceu e conversou com o profeta Moisés dando-lhe orientações para que agisse em prol dos israelitas (Ex 3)? 5) Quem foi que o profeta Isaías viu e do qual recebeu orientações (Is 6)? Como se explica hoje o acontecimento do Pentecostes bíblico (Atos 2,1 a 13)? Quem apareceu para o sacerdote Zacarias (Lc 1, 5 a 24)? Quem apareceu para a jovem Maria de Nazaré (Lc 1,26 a 38)? Só passei a compreender melhor tudo o que começou a acontecer comigo a partir de Janeiro de 1980 porque tinha um bom conhecimento da Bíblia e conheci a Doutrina Espírita no ano de 1981.
Publicado no dia 16/08/2014. Ricardo Bobko. Na sua postagem do dia 15/08 você fez várias observações e perguntas importantíssimas. Todo ser humano que busca uma melhor compreensão da Vida e dos dramas vividos por ele, só poderá encontrar respostas e explicações por meio do mediunismo. Eu só consegui compreender o que passou a acontecer comigo em Janeiro de 1980, quando tomei conhecimento da Doutrina Espírita na prática e na teoria. No dia 11/01/1980 um dos meus professores do seminário, do qual fui aluno por 6 anos (1958 a 1963) me falou assim por telefone e depois pessoalmente: “Li tudo o que você escreveu e não tem nada de novo. Você precisa é de psiquiatra e não de padre”. Isso foi sim muito bom para mim, pois foi rompida imediatamente a tutela que eu sentia por parte dele e de outros sacerdotes. Sobre os milagres citados na postagem do dia 15/08, eu também passei a dar explicações sobre assunto com a citação que está em Mateus 24,23 a 25: “Então, se alguém vos disser: ‘Olha o Cristo aqui!’ ou ‘ali!’, não creiais. Pois hão de surgir falsos Cristos e falsos profetas, que apresentarão grandes sinais e prodígios de modo a enganar, se possível, até mesmo os eleitos. Eis que eu vo-lo predisse”. O mesmo ensinamento está em Marcos 13,21 a 23. Falsos Cristos são espíritos e falsos profetas são os atuais pregadores ou pastores.
Nestor Martins Amaral Júnior - (Publicado no dia 15/08/2014). Caro Rosário: penso que as respostas às suas indagações você mesmo as teria. Pois o que tenho aprendido com vocês, é que tais fatos poderiam estar relacionados a fenômenos mediúnicos. E novamente concordo com vocês de que tais espíritos intervencionistas podem ser do bem ou do mal (atrasados). Isso me parece muito lógico e factível. Só que não acho que tentações sejam varáveis exógenas, ou seja, que agem de fora para dentro do nosso próprio sistema. Entendo que tais variáveis possam estar dentro de cada um de nós, variando de pessoa para pessoa.
Publicado no dia 16/08/2014. Nestor, um grande abraço. Existem sim as tentações internas, que são desejos não éticos, que cada pessoa possa sentir ou ter no íntimo, que só ele mesmo terá condições de ter conhecimento. Agora existem também as tentações, que são intervenções de entidades (ou espíritos desencarnados) e cada entidade tem sim o seu objetivo. Para compreender e entender bem o processo de intervenções de espíritos no mundo corporal tem sim que estudar a Doutrina Espírita (Cito aqui O Livro dos Espíritos, perguntas e respostas de números 456 a 557). Vou também divulgar um caso mediúnico, que vivi no ano de 1984 e que já escrevi para um teólogo no dia 25/12/1995: Agora vou lhe contar o meu primeiro encontro com um dos espíritos das trevas, pois o anterior não o foi: Em 26/09/1984, enquanto tomava banho, o “Velho Jó” me falou: “Filho, você agora precisa encontrar com um espírito das trevas”. Como fiquei meio assustado e temeroso, o Velho Jó, continuou: “Não precisa ter medo, pois estarei ao seu lado, mas ele não vai me ver e nem me sentir”. Acabei de tomar banho e arrumei-me para ir dar uma volta pela rua. Logo que sai do prédio, o Velho Jó me falou: “Se você tivesse vidência, teria medo de sair aqui agora”. (Vidência é a capacidade de pessoas, que vêem os espíritos ou o plano invisível). “Por quê?” Perguntei. “Olha quem está a sua espera no portão. É o próprio Lúcifer”. É claro que já sabia muita coisa sobre esse assunto e que não existe um espírito eternamente mau. Logo que abri o portão da rua e pisei no passeio, o novo visitante, que depois passou a ser um grande defensor e amigo meu, iniciou um mirabolante diálogo comigo: “Qual volta você vai dar?” “Das trevas!” Respondi. “Então está joia!” Disse-me ele e logo em seguida perguntou-me: “Você me vende a sua alma?” “Já está vendida”. Respondi prontamente. “Por quanto foi que você a vendeu?” Perguntou-me novamente o visitante invisível. “Não sei, porque a vendi a crédito para o Chefe”. O Chefe é Deus-Pai-Mãe, mas não revelei a ele quem era o Chefe. “Vende-me então o corpo?” Voltou a insistir o espírito. “Não vou vender-lhe aquilo que não vale nada, pois quando morremos o corpo é enterrado e nada vale, pode até ser cremado e virar cinzas”. Respondi. Nesta altura, o assunto mudou e o visitante perguntou-me: “Você não tem medo de mim?” Pois ele já queria também compreender e entender a situação. “Não, pois não estou lhe vendo e, para muitos, você nem existe. Tudo isso que está acontecendo aqui agora para a maioria é e será pura ilusão ou imaginação minha”. Respondi.
Tive então a seguinte revelação, que muito me espantou e ensinou mais ainda: “Vou ter que renunciar do meu cargo!” “Como? Não entendi nada!?” Perguntei por minha vez. E ele explicou-me: “É que muitas entidades (espíritos) estão me olhando e rindo de mim. Não imponho mais respeito, medo e temor a ninguém. Lúcifer é um cargo necessário para impor respeito e ordem aos espíritos desordeiros. De tempos em tempos somos substituídos, já que temos que evoluirmos também. Lúcifer, no plano espiritual, é como um ministro implacável da “Justiça e da Guerra” no plano físico, por isso tem que impor ordem e respeito absoluto, cobrando também daqueles que devem à justiça invisível. Esta sim é a justiça perfeita e não fica nada sem ser minuciosamente analisado, julgado e plenamente quitado na eterna busca da perfeição... Veja a “Parábola do Servo Cruel”... E me compreenderá melhor”. Concluiu o espírito.
Publicado no dia 16/08/2014. Nestor, um abraço. Realmente eu tenho as respostas das minhas perguntas, mas as fiz para que cada analise bem o que está escrito nos livros da Bíblia, pois os mesmo são importantíssimos para que da um possa compreender melhor tudo o que acontece na atualidade já que tudo está sim registrado na Bíblia. A mediunidade não foi inventada por Allan Kardec, mas ele apenas conseguiu decifrar ou desvendar para nós todos os fenômenos das intervenções dos espíritos no mundo físico ou corporal.

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MensagemEnviado: Dom, 26/Jun/2016 20:40 
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Meus comentários escritos no livro “Mapa do Céu”, de Dr. Eben Alexander III
1 - Escrito nas páginas 5; 11; 13; 15; 16; 19 a 22; 24 a 28.
(“Para todas as almas corajosas cujos corações apaixonados anseiam por descobrir a verdade sobre a nossa existência”. Pág. 5). Quando comecei a tomar conhecimento da minha existência, que é a minha identidade cósmica fui considerado como sendo um doente mental. Um dos meus professores do meu tempo de seminarista (1957 a 1966), do qual fui aluno por 6 anos (1958 a 1963) me falou assim no dia 11/01/1980: “Li tudo o que você escreveu e não tem nada de novo. Você precisa é de psiquiatra e não de padre”. (22/05/2016).
(“Em suma, o amor não é real”. Pág. 11). “Só o Amor é Real”, esse é o título de um dos livros do Brian L. Weiss e é uma grande verdade cósmica, mas a Verdade também é Real. (30/5/16).
(“Mas e o laço de amor perfeito, pleno e eterno entre duas almas imortais que aquele anel deveria simbolizar? Bem, isso não passa de romantismo bobo. Matéria sólida e palpável: isso é real. É o que diz a ciência”. Pág. 11). A Ciência sem a Religião é cega! A Religião sem a Ciência é perneta! Então Ciência e Religião devem sim se unir para conduzir a humanidade à conquista da Verdade. (30/05/2016).
(“Como Deus fala para Adão – Adamah, “terra” em hebraico – no livro do Gênesis: “Tu és pó, e ao pó voltarás””. Pág. 13). Será que Deus não sabia que éramos Espíritos? Deus sabia, mas quem não sabia era sim o homem, que vivia a fase de uma imensa ignorância. (30/5/2016).
(“Somos metade terra e metade céu, e os alquimistas sabiam disso. Nós também precisamos saber”. Pág. 15). É preciso estudar a Espiritologia, pois todos nós somos sim Espíritos (re) encarnados. (30/05/2016).
(“Amor, beleza, bondade e amizade são reais”. Pág. 15). OK.
(“Os seres humanos habitam a Terra em nossa forma moderna há cerca de 100 mil anos. Durante a maior parte desse tempo, três perguntas foram extremamente importantes: Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos?”. Pág. 16). Julgo que as melhores perguntas são: Quem sou? De onde vim? Para onde vou? O que vim aqui fazer? (30/05/2016).
(“O físico alemão Ernst Pascual Jordan coloca a questão da consciência de maneira ainda mais taxativa: “As observações não só afetam, como também produzem aquilo que observamos””. Pág. 19). Cuidado, pois podemos ser enganados por nós mesmos! (31/05/2016).
(“Não há como separar o observador do objeto observado”. Pág. 19). Cuidado!
(“Roger Penrose, Henry Stapp. Amit Goswami e Brian Josephson são alguns dos físicos notáveis que buscaram incorporar a consciência aos modelos da física, mas a maior parte da comunidade científica continua cega em relação aos níveis mais esotéricos de pesquisa”. Pág. 20). A física nunca irá compreender a consciência, pois está é extra física, ou melhor, nada tem de físico ou de física! A consciência está além da física. (31/05/2016).
(“No dia em que a ciência começar a estudar fenômenos imateriais, ela fará mais avanços em uma década do que fez em todos os seus séculos de existência somados. Nikola Tesla (1856-1943)”. Pág. 20). A Ciência e a Religião têm que se unirem, e, essa união virá por meio do uso e do conhecimento perfeito da MATEMÁTICA. (31/05/2016).
(“Este novo Mapa de Tudo incluirá, ainda, dados oriundos de uma área de pesquisa totalmente diferente, à qual a ciência materialista não deu qualquer atenção no passado e que a religião dogmática vem ignorando sistematicamente. Essa área abrange as experiências de quase morte (EQMs), as visões no leito de morte, o contato com pessoas já falecidas e toda a imensa variedade de encontros estranhos, porém completamente reais, com o mundo espiritual”. Pág. 21). Estudar a Espiritologia. (31/05/2016).
Pág. 22. (“Pessoas como eu creem que estamos diante de um matrimônio entre ciência e espiritualidade, uma união que mudará para sempre a maneira como entendemos a nós mesmos”. Pág. 22). O matrimônio é entre Ciência e Religião, pois a Ciência inicia seus estudos e pesquisas da matéria, esteja ela em corpos vivos ou em materiais sem vida e a Religião estuda e pesquisa os Espíritos e os confunde com o próprio e único Espírito de Deus. Ver pág. 27. (01/06/2016).
(“Eu era parte insubstituível do todo, e qualquer tristeza e medo que tivesse sentido no passado era resultado do esquecimento dessa verdade crucial”. Pág. 24). Todos precisam se autoconhecer...
(Trecho de uma carta, que o dr. Eben recebeu: “Era sábado, eu estava no jardim da minha casa, quando, de repente, fui invadida por uma sensação avassaladora. Foi como se eu tivesse recebido uma quantidade incrível de amor, e me senti estranha, como se tivesse usado drogas. Fiquei parada ali, me perguntando o que havia acontecido. Então tornei a ser invadida pela mesma sensação. Foram três vezes ao todo. Naquele momento, tive certeza de que minha mãe havia falecido”. Pág. 24). Gostei das “três vezes”, porque sou envolvido pelo número “três” desde o meu nascimento e por isso me chamo “Rosário”, que tinha 3 terços de reza. Em agosto de 1983 recebi uma revelação explicativa do dogma sobre o mistério da Santíssima Trindade. Ver a 3ª carta para o bispo Dom Célio. (01/06/2016).
(Trecho de uma carta, que o dr. Eben recebeu: “Mesmo tantos anos depois, não consigo contar esta história sem chorar – não de tristeza, mas de alegria. Aqueles três instantes no jardim mudaram minha vida para sempre. Desde então, perdi o medo da morte”. Pág. 25). Eu perdi o medo da morte em janeiro de 1980, quando vivi o meu nascimento do alto (Jo 3,3 e 7). A medicina tem muito a aprender! Como ela irá aceitar que eu vivi por 15,30 horas no dia 02/02/1991 com o meu coração parado, isto é: sem pulsar! (01/06/2016).
(“Aquela foto – assim como o choque de reconhecimento que senti ao olhar para ela – foi a confirmação de que eu precisava. A partir daí, estava de volta ao velho mundo que deixara para trás antes do coma, mas ao mesmo tempo era uma nova pessoa. Eu tinha renascido”. Pág. 26). Eu nasci do alto (Jo 3,3 e 7) em janeiro de 1980 e já tinha 34 anos de vida física... Hoje sei quem sou, sei de onde vim, sei o que vim aqui fazer e sei o que irei fazer depois desta minha passagem por aqui! Ver página 16. (01/06/2016).
(“Cada vez vejo mais pontos em comum entre o que elas me contam e aquilo em que nossos antepassados acreditavam. Estou descobrindo o que os antigos já sabiam muito bem: o céu nos torna humanos. É perigoso nos esquecermos disso”. Pág. 27). Eu nunca duvidei de tudo isso! Sempre acreditei no mundo espiritual, mas a partir de janeiro de 1980 passei a ter a certeza de tudo em que eu acreditava: Hoje sei que sou um habitante do CÉU! (01/06/2016).
(“Minha história é uma peça do quebra-cabeça, uma pista de que o tempo da ciência inflexível e da religião austera passou, e que um novo enlace entre o conhecimento científico e o saber espiritual finalmente está por vir”. Pág. 27). A união entre Ciência e Religião – ver página 22.
(“Neste livro, compartilho o que aprendi com outras pessoas – filósofos e místicos da Antiguidade, cientistas modernos e muita gente comum, como eu – sobre o que chamo de Dádivas do Céu. Recebemos essas dádivas quando estamos abertos para maior de todas as verdades: há um mundo maior além daquele que vemos à nossa volta. Esse mundo maior nos ama mais do que podemos imaginar e nos observa a cada momento, na esperança de que veremos os sinais de que ele está lá”. Pág. 27). E também nos persegue, pois os devedores do plano espiritual não querem pagar as suas dívidas e perseguem àqueles que estão trabalhando em prol da vitória plena do BEM, do AMOR e da VERDADE. Os líderes religiosos, que estão presos nos dogmas sofistas do passado temem a própria Verdade. (01/06/2016).
(“Cada indivíduo carrega uma memória do céu, enterrada bem fundo dentro de nós. Trazer essa memória à tona – ajudar você a encontrar seu próprio mapa daquele lugar tão real – é o propósito deste livro”. Pág. 28). É muito bom ler esse livro, pois o mesmo só vem confirmar para mim tudo que fiquei sabendo após janeiro de 1980, quando vivi intensamente o meu nascimento do alto (Jo 3,3 e 7). Hoje sei que sou o “famoso 666” do Apocalipse (Ap 13,18) e estou aqui para ensinar para todos que a vitória do Bem e do Amor por meio da Verdade é a coisa mais certa que existe. Eu sou sim um habitante do CÉU e como estou na Terra, então recebi a missão de transforma a Terra em CÉU e implantar aqui a Paz Plena... Entenda quem puder entender! (01/06/2016).

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2 - Escrito nas páginas 30; 31; 33; 35 a 38; 40; 41; 47; 50; 51 a 53.
(“O que chamamos de aprendizado não passa de um processo de recordação”. Platão. Pág. 30). Nem sempre isso é verdadeiro porque uns estão sim recordando, como foi o caso do Platão, e a maioria está aprendendo! O difícil é entender a uns e outros e quem realmente está recordando! (01/06/2016).
(“Platão considerava essa história profundamente significativa. Ele acreditava que viemos deste lugar mais elevado que Er visitou em sua viagem fora do corpo e que, se olhássemos bem fundo dentro de nós, poderíamos recuperar as memórias da nossa existência ali”. Pág. 31). Eis aqui o autoconhecimento e cada um tem sim uma única e específica caminhada evolutiva cósmica! Ver páginas 33 e 37. (01/06/2016).
Pág. 31. (“Sabemos muito mais sobre o Universo do que Platão e Aristóteles sabiam. Entretanto, se olharmos de outra perspectiva sabemos muito menos”. Pág. 31). Discordo do autor, pois falou conforme o entendimento dele e que ele tinha antes do EQM. Platão e Aristóteles foram grandes mestres no passado em uma de suas vidas terrenas, mas em outras eles aprenderam mais ainda... No século XX eles voltaram a terra para participar do fechamento de um grande ciclo da Vida Planetária e é deste ciclo que o Dr. Eben também está participando... E o Platão já voltou para o Mundo Espiritual em 2007. (01/06/2016).
(“As iniciações dos mistérios permitiam que as pessoas recuperassem um contato direto com a sua “linhagem celestial””. Pág. 33). Passei a chamar a “linhagem celestial” de caminhada cósmica específica e única de cada um ou de “linha reencarnatória”! Ver pág. 31 e 37. (1/6/16).
(“De certa forma, o iniciado não era transformado em nada novo, mas sim lembrado de quem era e qual sua origem antes de vir para a Terra: daquilo que tinha sido desde o início”. Pág. 33). Cuidado, pois todos nós fomos criados simples e ignorantes, então no início éramos um Ser completamente ignorante. (01/06/2016).
(“Dizia-se que uma pessoa iniciada nos mistérios era como uma criança recém-nascida, e é por isso que eram chamados de “renascidos”. Eles viam uma realidade mais real do que a realidade terrena, e isso criava neles a certeza inabalável de que a vida humana continuava após a morte”. Pág. 35). Sempre acreditei na “VIDA” após a morte do corpo físico e passei a ter a certeza absoluta no ano de 1960, quando vi a minha mãe que morreu em 1948 numa noite lá no seminário de Santos Dumont. Guardei total silêncio sobre o assunto, pois temia revelá-lo e ser considerado como alguém que estava fora do juízo perfeito. (01/06/2016).
(“Era por isso que a iniciação era tão importante, tanto na Grécia quanto em tantas outras culturas da Antiguidade. Por meio desse processo, as pessoas eram recordadas de suas verdadeiras identidades enquanto seres cósmicos cujas estruturas internas espelhavam a estrutura dos mundos espirituais que as aguardavam após a morte”. Pág. 36 e 37). Ver páginas 31 e 33.
(“A ideia de que a alma humana é moldada nos reinos espirituais significava que, ao seguir a antiga determinação grega que dizia “Conhece-te a ti mesmo”, a pessoa também aprendia a conhecer o cosmos de que se originara”. Pág. 37). O autoconhecimento. Ver pág. 26 e 31.
(“Mas não há nada a temer. Assim que nos libertarmos do amortecimento que nossos corpos e cérebros oferecem, voltaremos para o nosso lar. Mesmo que não sejamos perfeitos, todos nós chegaremos àquele reino de luz, amor e aceitação”. Pág. 37). Existem muitas moradas na Casa do Pai, então dificilmente existe a volta para o mesmo lugar, pois estamos sim evoluindo cada vez mais.
(“É por isso que, para os antigos, o conhecimento da existência de mundos além do nosso era uma das maiores dádivas do céu”. Pág. Pág. 37). Esse conhecimento é sim muito útil para todos... Eu sempre acreditei na existência destes mundos além do nosso e passei a ter a certeza absoluta deles a partir de janeiro de 1980. (01/06/2016).
(“Platão defendia que o que nos aguarda após a morte é o mundo real e que a vida no plano físico não passa de uma preparação para ele. Daí a sua famosa máxima de que toda a verdadeira filosofia é “uma preparação para a morte””. Pág. 38). Eu já digo que toda a verdadeira filosofia é uma preparação para a verdadeira VIDA.
Ciência e Religião estão se unindo, mas por enquanto são poucas as pessoas que estão em condições de entender essa união. Chegou a Era para que todos possam compreender e viver essa Verdade. (01/06/2016).
(“Platão fala diretamente conosco quando diz isso. Ao contrário de seu mestre Sócrates (que, como Jesus, não deixou escritos), Platão acreditava no valor da escrita e na importância de registrar ideias no papel para que as gerações futuras pudessem descobrir o que precisavam saber. As religiões dos mistérios estavam morrendo na época de Platão, e ele acreditava perceber para onde as coisas estavam se encaminhando”. Pág. 38). Ele, o Platão, repetiu tudo isso em sua encarnação no século XX e XXI (1939 a 2007). Ver página 31.
Pág. 40. (“E o fato é que o Universo vem apresentando à ciência diversas evidências de que ele é espiritual e físico. O problema não é a falta de sinais, mas sim o fato de os cientistas serem teimosos demais para vê-los”. Pág. 40). O grande problema para os cientistas é que os fenômenos espirituais ou mediúnicos mais fantásticos, mais importantes e mais sublimes acontecem uma vez só, já os fenômenos menos importantes podem sim ser repetidos e isso acontece normalmente nas reuniões mediúnicas! A perda da virgindade masculina e feminina acontece uma vez só na vida e cada um viveu a sua experiência e só ele ou ela sabe realmente como foi, mas a vivência do orgasmo pode sim ser repetida por “n” vezes. Por isso digo que os fenômenos espirituais mais fantásticos só podem ser explicados e defendidos por quem os viveu. Ver pág. 62 e 85. (01/06/2016).
(Texto de uma carta citada pelo dr. Eben: “Três meses antes, eu havia feito dois pedidos ao Espírito Santo”. Pág. 41). Espírito Santo: ver a terceira carta para o bispo Dom Célio. Como é importante o conhecimento e o entendimento; o autoconhecimento é ainda mais importante. (01/06/2016).
(Texto de uma carta citada pelo dr. Eben: “Um dia, do nada, ele pegou a mão da minha mãe e, entre lágrimas, lhe disse: “Eu procurei por você minha vida inteira. Você é o amor da minha vida”. Então ele falou quanto amava a mim e à minha irmã e quanto éramos importantes para ele. Logo estávamos todos chorando e abrindo nossos corações uns para os outros. Ele foi dormir. Quando acordou, não se lembrava mais daquilo. Agradeci a Deus durante dias”. Pág. 41). O trabalho desse “Espírito Santo” não foi tão perfeito, pois o pai não viveu realmente o que aconteceu, pois esqueceu e para ele nada valeu, mas valeu apenas para quem ouviu! (01/06/2016).
(“Minha ferida, por sua vez, era a luta de uma vida inteira contra a sensação de que eu não merecia ser amado, vinda do fato de ter sido abandonado quando bebê”. Pág. 47). É necessário buscar a causa deste abandono! Cada um colhe aquilo que semeia. (02/06/2016).
(“Aceitar o sentido como algo real significaria mergulhar de volta no poço de ignorância e superstição do qual os cientistas se esforçaram tanto para nos tirar”. Pág. 50). Esse foi sim um dos grande erros dos cientistas e por isso digo que a Ciência tem que se unir com a Religião, uma sem a outra não resolve os dramas dos seres humanos! (03/06/2016).
(“Tudo o que precisamos fazer é parar para ouvir. Precisamos ter a mente aberta para um mistério que transcende as desavenças entre a religião e a ciência, entre a crença e o ceticismo”. Pág. 51). Quem fala em mistério é porque ainda desconhece totalmente a Verdade, que liberta (Jo 8,32) e plena (Jo 16,13).
(“Os espíritos de Platão e Aristóteles estão se unindo dentro de nós. E o resultado é que estamos vivendo um novo mundo”. Pág. 51). Ou melhor ainda dizendo: uma Nova Era no mesmo mundo! 03/06/2016).
(Texto de uma carta citada pelo dr. Eben: “Gostaria de lhe agradecer pelo livro. Ele nos ajudou muito e fez meu filho compreender sua experiência. Quando ele morreu, eu o visualizei voltando aos portões do Paraíso e falando novamente com Deus”. Pág. 52 e 53). O grande problema é que quase todos ainda desconhecem quem é Deus, o Espírito Incriado e o confundem com qualquer Espírito criado! (03/06/2016).
(“Em dezembro de 1991, Elizabeth Lloyd Mayer, uma renomada psicanalista de São Francisco, estava diante de um problema. A insubstituível harpa de sua filha tinha sido roubada em um concerto”. Pág. 53). E ainda desconhecia totalmente a capacidade mental dos “Seres Humanos”, que é a paranormalidade. (03/06/2016).
(“Para ela, a ideia de encontrar um objeto perdido por meio da paranormalidade era pura fantasia. Isso quebrava todas as regras lógicas do mundo em que vivia”. Pág. 53). Falta de conhecimento da Espiritologia e da capacidade mental do ser humano.

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3 - Escrito nas páginas 54; 55; 57; 60; 62; 63; 65 a 69; 71; 77; 78; 85 a 88.
(“Ao voltar para casa com a harpa da filha no banco de trás do carro, Maier teve uma revelação: Isso muda tudo”. Pág. 54). 4 + 4 + 4 = 12. Interessante na madrugada do dia 31/01/1991 ouvi essa frase do Espírito do meu pai que desencarnou no dia 05/12/1988: “O código é desnatadeira”. Imediatamente somei as letras de “desnatadeira” “12” e continuei o trabalho com a minha paranormalidade. Aqui houve também a coincidência do ano de 1991.
Pág. 54 → Esse é o código na minha numerologia da “Deusa Mana” (...?...). (03/06/2016).
(“Fomos casado por 21 anos”. Pág. 55). 21 → é o código da Paz plena.
(“Isso me parecia estranho, já que em 14 anos morando ali nunca vira uma borboleta voando sozinha; elas sempre apareciam em bando. No entanto, aquela estava só”. Pág. 55). 14 → é o código dos “franciscanos” (freis e clarissas: 1ª e 2ª Ordens).
(“É por isso que a maior reclamação das pessoas hoje em dia é que a vida parece não ter sentido. Mas, abaixo da superfície, a vida é puro sentido”. Pág. 57). Cada um tem a sua história, que é realmente única... O mais importante ainda é que cada um tem a sua Identidade Cósmica e nossas vidas físicas são mini-identidades da Identidade Cósmica de cada um.
O Planeta Terra entrou numa Nova Era do conhecimento por meio do trabalho do Allan Kardec, pois ele desvendou o enigma da Espiritualidade e assim o caminho para compreender as verdades sobre a Vida geral e individual foi aberto. É preciso se libertar do poder dominador da fé religiosa para compreender a Verdade, que liberta e plena (ver pág. 51).
No término do século XX a Criação Cósmica entrou numa Nova Era porque Deus foi novamente acusado como falso na administração planetária no ano de 1984 e foi defendido por Jesus... Então o “acusador” de Deus me acusou como falso nas administrações solar, galáctica e cósmica, dizendo que eu não era encarnado, mas que eu materializava para enganar os outros. No sistema solar e galáctico eu fui defendido por minha mãe e a minha primeira esposa, mas elas não puderam me defender no sistema cósmico por exigência do falso acusador... No dia 20/11/1984 teve início a Nova Era Cósmica. (03/06/2016).
(“Continuo fazendo tudo como antes, mesmo depois de aprender que a mesa aparentemente sólida sobre a qual me debruço é apenas um espaço vazio com áreas compostas de massa, energia e velocidade ao seu redor, que ela é composta de, para usar a frase de Werner Heisenberg, um “espaço vazio assombrado por singularidades”. Pág. 60). Uma coisa é falar sobre estudar a Espiritualidade e outra bem diferente é estudar sobre a matéria. (04/06/2016).
(“As pessoas fazem esse tipo de pergunta umas às outras em situações como a de David: quando um ente querido está partindo e algo inexplicável acontece. O método científico exige que um fenômeno seja testemunhado por mais de uma pessoa. E que possa ser repetido. É nesse aspecto que histórias como essa se tornam tão fáceis de serem desbancadas pelos céticos”. Pág. 62). Ver página 40: O grande problema para conseguir provas para os céticos é que os fenômenos mais importantes acontecem uma só vez. Isso pode ser provado facilmente pela Bíblia. (04/06/2016).
(“Nós sempre soubemos quem somos”. Pág. 62). Discordo, pois sempre se soube por alto de uma parte da nossa identidade cósmica e agora estamos começando a conhecer a nossa identidade cósmica. (04/06/2106).
(“Nós sempre vivemos no universo real. Isso nunca mudou. Nós é que mudamos, repetidas vezes. Nós nos afastamos dele, nos reaproximamos e nos afastamos novamente. Mas nunca estivemos tão distantes, e por tanto tempo, quanto agora”. Pág. 63). Discordo, pois quem estava distante era o autor e não “nós”, como um todo! (04/06/2016).
(“Tente imaginar o que um camponês da Idade Média via ao olhar para uma raposa. Ele via uma enorme quantidade de associações bíblicas, mitológicas e folclóricas que não necessariamente tinha a ver com o animal”. Pág. 63). Discordo do autor novamente, pois na Idade Média o desconhecimento sobre a bíblia era imenso! (04/06/2016).
(“Após a morte, um homem não deixa de ser um homem”. Emanuel Swedenborg. Pág. 65). Discordo, pois após a morte do homem há uma separação: o corpo morto volta para a terra e o Espírito ou a alma volta para o mundo espiritual, então aquele homem deixa de existir, pois o Espírito sem o corpo não é o homem. (04/06/2016).
(“é a essência do casamento entre ciência e espiritualidade que finalmente está ocorrendo”. Pág. 65). Ver pág. 22.
(“Mesmo hoje, como sugere Goethe nestes versos, devemos ser iniciados. Sem a iniciação no conhecimento da nossa verdadeira identidade e do lugar de onde viermos, ficamos perdidos. Para quem está cego pela falta desse conhecimento, o mundo se torna de fato um lugar muito sombrio”. Pág. 66). Ver pág. 16.
Imensa falta do conhecimento da Espiritologia. (04/06/2016).
(“Os mundos que Swedenborg explorou tinham pessoas árvores e casas. Ele falou com anjos e demônios. Descreveu, com a precisão de um meteorologista detalhando uma frente fria, o clima dos diferentes mundos espirituais que visitou”. Pág. 68). É preciso entender bem o que são “anjos e demônios”. (06/06/2016).
(“Em outras palavras, mapear o céu era, para Swedenborg, não só ciência legítima; era algo de que necessitávamos para nos tornarmos verdadeiramente humanos... É de amor que ele é feito. O amor é a moeda corrente daquele reino”. Pág. 69). O Céu não é um lugar físico, mas é um “Estado de Espírito”, que se conquista e assim está dentro de quem o conquistou e o leva para onde for. (06/06/2016).
Existem sim as revelações divinas, conforme o versículo 29,18 de Provérbios: “Onde não há revelação divina, o povo se desvia” (pãg. 58), mas o que é muito mais comum são as revelações dos Espíritos criados... É preciso aprender a discernir as revelações do Espírito de Deus das dos Espíritos criados, pois estes fazem revelações que interessam a eles e à egrégora deles... Muitas fezes os Espíritos criados foram considerados como se fossem o único e perfeito Espírito de Deus... E isso trouxe muitas complicações para muita gente e principalmente para quem recebeu essas revelações que não foram divinas e para quem acredita que elas foram divinas, mas na realidade não são divinas. (07/06/2016).
Neste capítulo o autor falou muito sobre a fé, que é sim uma força interna que o crente possui no seu interior. A fé, por sua vez, pode cegar o crente e não permite que ele se liberte dos ensinos errados do passado e assim nunca irá encontrar a Verdade de verdade. (07/06/2016).
(“Acredito que as provas da existência de Deus vêm, acima de tudo, de experiências pessoais”. William James. Pág. 78). Aqui existe um ensino sofista, pois Deus é um Espírito (Jo 4,24) e não a Espiritualidade, que é o conjunto de todos os Espíritos, incluindo o Espírito de Deus, então é preciso substitui Deus por Espiritualidade na frase do William James. (7/6/2016).
(Um texto dos relatos que Hardy recebeu: “A sensação foi indescritível, mas nunca voltei a sentir nada que se possa comprar àquele momento glorioso... Fiquei um bom tempo parada ali, tentando fazer aquilo voltar, como venho tentando várias vezes desde então, mas só aconteceu uma vez”. Pág. 85). Aconteceu uma só vez! Eu já vivi várias experiências fantásticas e intensamente envolventes e se pudesse queria vivê-las novamente, mas elas só aconteceram uma só vez. Ver pág. 40.
(“Cada prazer que experimentamos é visível na atividade neuronal, e tanto o “barato” que sentimos ao saltar de paraquedas quanto o que sentimos ao ingerir uma droga atingem basicamente as mesmas regiões cerebrais”. Pág. 86). Quem fala sobre o "barato", que se senti quando ingere uma droga é porque já fez isso. Fui orientado pelo meu “mentor espiritual”, o Velho Jó, que tudo o que acontece com um Ser Humano após ingerir uma droga é algo falso, pois o SER vive algo como uma cena de teatro... Então cuidado! (09/06/2016).
(“O problema com a droga é que esta libertação é enganosa”. Pág. 87). OK.
(“Conforme sugeriram William James e o classicista Frederic W. H. Myers no final do século XIX, assim como o escritor Aldous Huxley em meados do século XX, há fortes evidências de que o cérebro funcione como uma espécie de “válvula redutora” para a consciência. Nossa percepção fica mais aflorada quando estamos “fora” do cérebro, por assim dizer, do que quando estamos nele”. Pág. 88). Consciência: é a prova mais clara e lúcida do nível evolutivo do Espírito, que está encarnado num corpo de carne. (10/06/2016).

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4 - Escrito nas páginas 89 a 90; 92; 93; 96 a 101.
(“Àqueles que ainda estão seduzidos pelo conceito simplista de que “o cérebro cria a consciência” - e àqueles que talvez fiquem na defensiva quando menciono que a destruição do meu neocórtex expandiu enormemente minha consciência durante o coma -, gostaria de ressaltar dois fenômenos clínicos frequentes que desafiam esse modelo reducionista de que o cérebro cria a mente: 1) a lucidez terminal... e 2) a síndrome de savant adquirida...”. Pág. 89). Mente e ou Consciência demonstram a presença do Espírito e é esse que busca e guarda o conhecimento. O cérebro funciona como o arquivo da vida atual e pode também receber arquivos do próprio Espírito, que está encarnado e isso vem do inconsciente individual profundo, e também pode receber revelações de outros Espíritos, formando com estes o inconsciente coletivo. (10/06/2016).
(“A neurociência limita-se à atividade eletroquímica (frequência, vibração) de 100 bilhões de neurônios que interagem em uma massa gelatinosa extraordinariamente complexa de cerca de 1,5 quilo, que conhecemos como cérebro”. Pág. 90). O cérebro é físico e a mente e/ou a consciência não são físicas... (10/06/2016).
Pág. 90. (“Como seres humanos, temos um potencial inimaginável. Estamos apenas começando a compreender o que realmente somos – algo como seres cósmicos em estado embrionário”. Pág. 90). Cada um é sim um Ser Cósmico, que foi criado simples e ignorante e está sempre na busca da sabedoria e compreensão da Verdade. (10/06/2016).
(“Nem preciso dizer que é isso que as religiões da atualidade também deveriam fazer. Mas o fato é que uma criança na floresta tropical amazônica de 6 mil anos atrás possuía as ferramentas necessárias para lidar com o mundo material sem perder a conexão como o mundo espiritual, mas as criança de hoje não. Com isso, não pretendo depreciar o cristianismo ou qualquer outra tradição religiosa moderna. Quero apenas dizer que essas crenças precisam se unir umas às outras e à ciência para criar uma nova visão, que englobe ciência e religião, e que ensinará às crianças formas de se manter em contato com o mudo espiritual a todo momento”. Pág. 92). A visão do autor é um pouco, ou melhor, bem sofista, pois a evolução demonstra a capacidade geral para sempre saber mais e mais e para tudo existe sim a hora certa. A hora da união entre Ciência e Religião chegou. (10/06/2016).
(“Herdeiros: eis a palavra perfeita. De uma perspectiva material, conforme observado antes, somos seres cósmicos”. Pág. 93). Ver pág. 90.
(“Nossas heranças material e espiritual não são duas coisas separadas, mas estão entrelaçadas. De uma perspectiva aristotélica “externa”, somos feitos” da terra. Mas de uma perspectiva platônica iniciatória, somos feitos de barro celestial – do que os místicos da Pérsia do século XII chamavam de “a terra do céu”. Pertencemos aos dois mundos”. Pág. 93). Não existem os dois mundos, mas um só mundo: a criação perfeita de Deus. O que existe é que a Ciência sempre estudou a parte física ou material da criação ou do mundo e a Religião sempre estudou e ensinou a parte espiritual da criação ou do mundo. (10/06/2016).
(“Quando me aprofundei na leitura de relatos sobre a vida após a morte e em escritos de místicos e profetas de milhares de anos atrás, notei semelhanças profundas entre os casos”. Pág. 96). Quando comecei a viver minhas experiências místicas e recebendo revelações em janeiro de 1980, tinha uma absoluta certeza de que vivia experiências semelhantes às que viveram diversos personagens da Bíblia. Venci os psiquiatras porque conhecia já muito bem a Bíblia e os teólogos não me deram auxílio e por isso Deus veio em meu auxílio. (10/06/2016).
(“Nossa capacidade de aprender as lições mais importantes da vida dependem do fato de aquele conhecimento mais completo que nossas almas possuem estar parcialmente ocultado de nós”. Pág. 96). Em parte discordo, pois umas almas realmente já possuem o conhecimento, mas uma multidão de almas estão aprendendo a conhecer e a saber... (11/06/2016).
(“Sabedoria tradicional nos diz que, no topo, toda a extensão desaparece”. Pág. 97). O Espírito não ocupa espaço, então não tem nenhuma matéria, mas utiliza-se da matéria para evoluir e aprender de tudo. (11/06/2016).
(“A única coisa que conhecemos aqui na Terra que permanece acima daquele ponto é o amor. Deus é amor e, em nosso nível mais profundo, nós também”. Pág. 97). Deus não é amor, mas tem um AMOR infinito para com todos e dirige todo o processo evolutivo de toda a criação no aspecto individual e coletivo. (11/06/2016).
(“Essa não é uma verdade que possamos conceituar, mas que todos um dia iremos experimentar”. “As barreiras começaram a ruir e os véus começaram a cair um a um em minha mente... Sentia que agora poderia ajudar todo mundo, que não havia nada fora do meu alcance – me senti onipotente. O êxtase se aprofundou e tornou-se mais intenso. Comecei a gritar. Tive certeza de que tudo estava bem, de que a bondade era a base de tudo, de que todas as religiões e a ciência eram o caminho para essa realidade suprema”. Pág. 98). Viver uma experiência como essa aqui descrita é sim muito difícil para ser explicada para os outros. Eu vivi essa noção de onipotente bem forte e envolvente nos dias 7 a 12/01/1980, que fui considerado como louco até pelos loucos, pois eles fizeram fila para entrar no Reino de Deus e dentro da Clínica Pinel, e para os sadios sou ainda considerado doente mental por muitos, pois não me dão auxílio nem para a PAZ PLENA em todo o Planeta Terra. (11/06/2016).
(“Assim como o participante da pesquisa de Hardy que deu o depoimento acima, quando recuperei a fala e meu cérebro voltou a funcionar plenamente, o que eu mais tinha a oferecer ao tentar descrever o mundo espiritual era entusiasmo e alegria. Eu usava uma variedade enorme de adjetivos, e, quanto mais os repeita, menos as pessoas entendiam o que eu estava tentando dizer. Lindo. Extraordinário. Maravilhoso. Deslumbrante”. Pág. 98). Ótimo. Quando a gente vive uma experiência espiritual é só a gente que vive e os outros nada irão entender.
(“Mas não importa quanto seja difícil trazer notícias desses reinos para a vida terrena: é fundamental que aqueles que tiveram essas experiências tentem fazê-lo mesmo assim. Essas descrições são o alimento de que necessitamos hoje”. Pág. 99). Ótimo. Temos sim que divulgar tudo o que aprendemos sobre o mundo espiritual seja por meio de revelações ou por experiências vividas.
(“Se você tem fé, provavelmente está em melhores condições do que aqueles que não têm”. Pág. 99). Fé: cuidado. Ver encíclica “Lumen Fidei”.
(“Nem sempre gosto de estar neste mundo, mas sempre sinto a alegria fundamental de ser uma pessoa consciente, criativa e expansiva que vive e consegue perceber a graça por trás disso”. Pág. 100). Interessante esse texto, pois durante o tempo de abril/1980 até agosto /1982 eu não queria ficar aqui na terra mais, pois a única forma que via para ficar livre dos remédios psicofármacos, que são cadeias químicas, era sim por meio da morte do corpo físico. Em agosto de 1982 vivi a fantástica experiência mística ou mediúnica, quando fiquei sabendo da minha vida no 1º século da Era Cristã e entendi que tinha uma missão importantíssima para cumprir aqui e tinha que descobri-la! E como foi bom descobrir a minha missão para ser cumprida aqui nessa terra. (11/06/2016).
(“Desde adolescente eu tinha dúvidas sobre a existência de Deus. Sempre tive dificuldade de me identificar com qualquer religião, mas também sempre me senti atraída a abraçar algo “além”. O ateísmo era um compromisso que eu não estava disposta a assumir, de modo que me conformei com o rótulo de “agnóstica””. (trecho de uma carta recebida pelo Dr. Eben). Pág. 101). O agnosticismo possui dois ramos distintos: um é sim o ateísmo e o outro é o deísmo. Em qual deste a Christine tinha se rotulado? Num certo dia eu estava conversando com um sábio ateu, o autor do livro: “Tratado Profano de Teologia”, quando comentei e perguntei a ele o seguinte: “Os pais sempre querem que os filhos os sigam. Como você sendo ateu quer que suas filhas sejam religiosas?” E ele me respondeu: “Minhas filhas não têm sabedoria para serem ateias!”.
(“Então li o seu livro, e quando você falou de Deus como uma luz na escuridão, fui invadida por uma enxurrada de emoções tão forte que desatei a chorar”. (Idem). Pág. 101). Eu já senti essas emoções tão fortes e no início, janeiro de 1980, fui considerado como “louco”: um doente mental. Levei 6 anos para provar que não era um doente mental, pois no dia 10/02/1986 consegui cancelar uma aposentadoria como esquizofrênico e no dia 19/03/1986 voltei a trabalhar.

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Meus comentários escritos no livro “Mapa do Céu”, de Dr. Eben Alexander III

5 - Escrito nas páginas 102 a 106; 110; 111; 114 a 116.
(“Por que existe tanta dor no mundo? Eis duas respostas das quase discordo. Elas são as versões oriental e ocidental da mesma ideia totalmente equivocada: 1. É tudo uma questão de carma. O sofrimento pelo qual você está passando agora é uma forma de “pagar” pelos erros que cometeu em vidas passadas”. Pág. 102). Concordo, pois toda dívida tem que ser paga (Mt 5,26 e 18,34)... Cada um colhe aquilo que semeia e só assim podemos nos evoluir, após a quitação de nossos débitos ou carmas.
(“2. O sofrimento nos torna mais forte. Como somos criaturas “caídas”, Deus nos faz passar por provações para nos ajudar a superar nossa natureza pecadora”. Pág. 102). Aqui concordo com o Dr. Eben, então discordo também, pois Deus não castiga a ninguém.
Agora entendi também que os bons, sem nenhuma dívida ou carma para pagar sofrem de graça porque os Espíritos devedores não querem pagar suas dívidas e por isso atacam aqueles que aqui vêm para ajudar no processo evolutivo coletivo do Planeta, pois havendo a subida do Planeta na escala evolutiva planetária, então certos carmas não poderão mais ser pagos aqui e terão que ser pagos em Planetas, que estão em níveis evolutivos bem inferiores aos do Planeta Terra. Essa é a explicação porque Jesus sofreu tanto nas mãos dos líderes religiosos da época dele e depois foi entregue ao poder romano para ser crucificado. Eu passei a chamar esses sofrimentos de gratuitos, pois quem os sofre nada mais deve, mas por meio deles conquistam novos poderes no plano astral ou espiritual. (11/06/2016).
(“Acredito que o ser que chamo de Deus/Om nos ama infinitamente: ele não quer nos “punir” ou nos “ensinar uma lição” por conta dos nossos erros”. Pág. 103). OK. Deus realmente nos ama infinitamente e, mesmo dirigindo tudo, nos respeita também infinitamente e quem não nos respeita são os Espíritos criados, que agem com interesses próprios ou pelos interesses de suas egrégoras.
(“A verdadeira “explicação” para a dor e a falta de sentido que tantas vezes vimos na Terra é, a meu ver, muito mais profunda e muito mais simples”. Pág. 103). Em parte discordo, pois a verdadeira explicação do sofrimento é sim a primeira parte da página 102 e a segunda explicação que dei da segunda parte da página 102. Falta de conhecimento e do autoconhecimento. A explicação não pode ficar só com uma visão materialista, mas terá que ser sim em torno de uma visão espiritualista. (11/06/2016).
(“Devemos reaprender a ver este mundo sob a luz do céu. Devemos permitir que tudo ao nosso redor brilhe com a pura individualidade, singularidade e valor que cada pássaro, cada folha e cada pessoa possui, pois cada um de nós é um ser cósmico multidimensional, manifestado aqui e agora como um ser físico”. Pág. 104). Eu já falo assim há muito tempo: Eu Sou Um Ser Cósmico! Mas só passei a falar assim quando comecei a me autoconhecer, em agosto de 1982 fiquei sabendo que também desci do céu (Jo 3,13). (11/06/2016).
(“O mundo da física subatômica não é o mundo da espiritualidade”. Pág. 104). OK.
Pág. 104. (“Mas, conforme está registrado no antigo documento hermético chamado Tábua de Esmeralda, “o que está embaixo é como o que está em cima””. Pág. 104). Existe um sofisma nessa tal Tábua de Esmeralda, pois quanto mais se sobe na escala evolutiva vai sim dominando o AMOR pleno e quando ainda está embaixo não existe o tal AMOR pleno, mas muito individualismo e até muita falta de AMOR.
(Texto de uma carta recebida pelo dr. Eben: “Numa noite de 1995, tentando dormir, eu me perguntava: “Como pode haver um Deus que deixa isso acontecer?” Na mesma hora, um vulto branco e reluzente surgiu no meu quarto. Era a minha filha. Ela apontou para mim e exclamou: “Papai, você está errado! Olhe!”, disse ela, apontando para o outro lado. Uma nuvem ondulante de luz branca e intensa envolveu todo o recinto. No mesmo instante, entendi uma série de coisas sem que nenhuma palavra fosse dita”. Pág. 105). Deus, o Criador Incriado, ama a todos, dirige tudo para o bem de todos, mas respeitando sempre a liberdade de todos. Quem ama de verdade não cobra nada de ninguém. (11/06/2016).
(Idem: “Sei que aquilo foi real, e quando alguém me pergunta se eu acredito em Deus, eu respondo: “Não, eu não apenas credito, tenho plena certeza de que Ele existe””. Pág. 105). OK. Essa também é a minha forma de falar atualmente.
(Idem: “Naquele momento, tive certeza de que havia outro mundo”. Pág. 106). Nunca tive dúvidas sobre a existência do lado invisível para nós da Criação. Mas é sim muito importante para cada um ter conhecimento e entendimento daquilo que veio aqui fazer. (11/06/2016).
(“O que está embaixo e como o que está em cima”. Pág. 110). Essa frase não é tão verdadeira como queira defender os seres humanos, pois quanto mais acima chegar um Ser Cósmico, mais sabedoria ele adquire ou conquista e mais AMOR tem para doar. Ver pág. 104. (11/06/2016).
(“Se você tem um filho adulto, pense em todos os seres diferentes que ele foi ao longo dos anos: o bebê que abriu os olhos no hospital, a criança de 5 anos andando de bicicleta sem rodinhas pela primeira vez, o adolescente que de repente demonstrava uma profunda capacidade de reflexão. Qual desses é o seu verdadeiro filho? Você sabe a resposta, é claro. Todos são”. Pág. 111). A resposta correta aqui não são todos, pois é um só em diversas fases da vida! (11/06/2016).
(“Uma das verdades mais fundamentais de todas as crenças é que nenhum sofrimento ocorre no mundo sem que Deus esteja plenamente evolvido nele e sofrendo muito mais do que nós”. Pág. 111). Visão sofista sobre Deus, pois Deus não sofre... Quem sofre é um ou mais Espíritos Criados. Esse foi sim um dos mais absurdos erros cometidos por todos os defensores de diversas crenças e principalmente da crença cristã. (11/06/2016).
(“Este “eu” no final de sua jornada contém todas as identidades que você possuiu aqui na Terra e todas as identidades que já teve, desde tempos imemoriais”. Pág. 114). É esse “eu” que passei a chamar de identidade cósmica, que todos possuem! Como foi fantasticamente bom para mim quando comecei a descobrir essa minha identidade cósmica. (11/06/2016).
(“Porque agora vejo de onde vêm esses fenômenos terrenos – de uma realidade superior com a qual eles estão diretamente relacionados. “O que está embaixo é como o que está em cima”, ou seja, todos os fenômenos dos mundos mais elevados se relacionam com o nosso”. Pág. 115). Ver páginas 104 e 110.
(Texto uma carta recebida pelo dr. Eben: “De tempos em tempos, volto a experimentar esses maravilhosos momentos de êxtase, sempre de forma totalmente inesperada: quando estou tomando banho ou cuidando da casa. A sensação é sempre a mesma. Acabo chorando de alegria, tomando por um sentimento profundo de reverência, adoração e amor. Acho que é como uma “saudade de casa”, quase como se eu tivesse conhecido uma existência de extrema beleza e felicidade e ansiasse por tê-la de volta. Mesmo quando tudo parece desmoronar e me entrego ao desespero, como acontece com todos nós, o anseio por algo que conheci em um lugar diferente me sustenta e me faz seguir em frente. Será essa uma espécie de verdade que dispensa explicações? Afinal, uma pessoa não pode sentir saudades de algo que nunca conheceu”. Pág. 115). Cuidado com a ideia do paraíso perdido, pois ela é sofista. Eu senti esses momentos maravilhosos por diversas vezes e sempre aconteceram quando recebia a visita de uma Entidade ou Espírito muito evoluído ou que era muito próximo de mim. Também já senti momentos bem desagradáveis, quando se aproximaram de mim Entidades ou Espíritos de egrégoras adversárias da minha de nascimento e que tinham objetivos bem diferentes dos meus.
(“No nosso âmago, muito abaixo da superfície do nosso caráter, existe uma parte de nós que, há séculos, os místicos discutem ser ou não a nossa ponte de interseção com Deus – ou mesmo o próprio Deus. As religiões orientais tendem a relacionar esta nossa parte central diretamente com o Divino, enquanto as religiões ocidentais mantêm uma distinção entre a alma individual e Deus”. Pá. 115/6). Essa parte, que está no profundo de cada ser, que é também chamada de alma, é sim o Espírito encarnado num corpo de carne e é o “inconsciente individual profundo de cada um”.
(“Nada está perdido para sempre”. Pág. 116). OK. Uma das grandes alegrias que senti em janeiro de 1980 foi a certeza que passei a ter de que não existiam as famigeradas penas eternas.

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Meus comentários escritos no livro “Mapa do Céu”, de Dr. Eben Alexander III

6 - Escrito nas páginas 119; 121; 123 a 125; 130; 131.
(“As pessoas que somos ao longo de nossa vida um dia se juntarão em um único ser que combina todos os seres que já fomos durante todo o ciclo cósmico, e esse ser continuará a crescer até finalmente se tornar o ser divino que é o destino de cada um de nós”. Pág. 119). Só utilizo o termo “divino” e seus derivados para a Divindade, que é uma só! Nós somos sim Espíritos criados. (11/06/2016).
(“Quando chegarmos a esse destino final, estaremos no lugar que é a verdadeira acepção da palavra céu, como parte do corpo de Deus”. Pág. 119). Visão inadequada e imperfeita sobre Deus. Deus não tem corpo, mas Deus utiliza-se da matéria para sintonizar com outros Espíritos.
(“O mundo é um grande palco, e todos os homens e mulheres nele são meros atores”. William Shakespeare. “O mundo é uma ilusão”, disse Huxley””. Pág. 121). É por causa de filósofos e pensadores sofistas, como estes, que a Verdade ainda continua incompreendida e oculta até hoje! (11/06/2016).
(“O mundo material não é tudo o que existe”. Pág. 121). OK.
(“Nas palavras dele (um estudioso do budismo): “Ainda consigo ver Suzuki brandindo uma colher e dizendo com um sorriso: “Esta colher existe agora n o Paraíso. Então nós estamos agora no céu”””. “O céu é aqui”. Pág. 123). O “Céu” não é um lugar, mas um “estado de espírito” e quando é conquistado por alguém nunca mais o perde, pois o “Céu” fica dentro dele e para onde vai ele o leva! (11/06/2016).
(“Nunca estivemos tão afastados desse conhecimento quanto agora”. Pág. 124). Discordo. Quem estava longe deste conhecimento era sim o doutor Eben Alexander III.
(“Como já vimos, os princípios científicos e os dogmas religiosos nem sempre estão corretos, e é importante desenvolver uma forte confiança em seu próprio sistema interno de orientação em vez de acreditar cegamente nos supostos especialistas”. Pág. 125). Em janeiro de 1980 entendi que tinha aprendido muitos princípios doutrinários da ICAR como verdades absolutas e eram “falsos”. E por isso parti em busca da Verdade. (11/06/2016).
(“Este cérebro linguístico, intimamente ligado ao ego e ao conceito do eu, é apenas um espectador – ele é informado de decisões conscientes entre 100 e 150 milissegundos depois que tais decisões são tomadas. A origem dessas escolhas é um mistério muito mais profundo”. Pág. 130). A origem das escolhas só é mistério para quem ainda desconhece o assunto! Tudo depende da vontade do Espírito encarnado e de seu mentor, pois esse sabe muito mais do que o Espírito encarnado.
(“O Dr. Wilder Penfield, um dos neurocirurgiões mais renomados do século XX, declarou em seu livro The Mystery of the Mind (O mistério da mente), de 1975, que a consciência não é criada pelo cérebro físico”. Pág. 130). É lógico que não é! A consciência é sim do Espírito e analisando bem a consciência de cada um pode sim avaliar o nível evolutivo do Espírito encarnado num corpo de carne.
(“Quando cada um de nós despertar para o fato de que a percepção individual é parte de uma consciência universal muito mais ampla, a humanidade entrará na fase mais grandiosa de sua história, pois teremos uma compreensão mais profunda da vida”. Pág. 131). “Consciência Universal”: Cuidado com esses termos, pois são sofistas e leva o pensador a conceitos confusos e falsos sobre a Vida e sobre Verdade! Não existe uma consciência universal, mas existe um número imenso de consciências... E muitos confundem esse imenso número com o próprio e único Deus. (11/06/2016).
(“Você está pronto?” Pág. 131). Hoje posso sim dizer que já estou pronto. Em janeiro de 1980, quando vivi a primeira experiência pública da expansão da minha mente e também vivi em um “estado alterado de consciência”, fui considerado como “doente mental” ou “louco” mesmo.
Não aceitei as opiniões sobre o meu estado de louco de ninguém, mas padres e psiquiatras me falaram isso também. As atitudes dos padres, para mim, foram ótimas, pois fiquei rapidamente livre das orientações ou dos cabrestos deles. Já as decisões dos psiquiatras me complicaram bastante por causa dos remédios psicofármacos, que são cadeias químicas e que não permitem que nossos cérebros trabalhem com perfeição.
Como não aceitei nada de ninguém então fui estudar a origem ou a causa da loucura e a descobri. Entendi também como funciona o “inconsciente do ser humano”, tanto no aspecto individual como no coletivo. (11/06/2016).
Término da digitação deste trabalho. Belo Horizonte, 25/06/2016. Rosário Américo de Resende.

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MensagemEnviado: Qua, 16/Nov/2016 19:22 
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Todo Ser Humano que realmente tiver interesse em si autoconhecer tem sim que procurar um bom terapeuta de vidas passadas...
No meu caso eu comecei a me entender e conhecer quando aceitei a verdade da reencarnação no dia 05/01/1980.
Após aceitar a verdade das vidas sucessivas as portas internas do meu ser foram abertas e fui sim sendo preparado para receber revelações da Espiritualidade sobre a minha identidade cósmica e esse processo teve início durante a celebração de uma missa dominical em agosto de 1982, quando vivi um intenso fenômeno mediúnica e uma voz do invisível me revelou a primeira vida passado do meu Espírito há quase dois mil anos atrás.
Durante o tempo de março de 1980 até agosto de 1982 eu não queria mais ficar vivendo aqui na terra, pois todos ficaram contra mim e eu ainda era obrigado a tomar remédios psicofármacos, que são cadeias químicas, mas quando recebi a revelação em agosto de 1982 entendi que tinha um importante a cumprir aqui nessa minha encarnação.
Passei a ter toda a vontade para vencer aquela etapa inicial da minha vida mediúnica.

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MensagemEnviado: Ter, 03/Jan/2017 21:54 
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Transferi para esse tópico uma postagem, que fiz para responder ao Viana sobre o processo da evolução em todo o Cosmo ou Universo.
Existem casos que são sim complexos e poucas pessoas estão em condições de explicá-los.
Um dos meios fantásticos para que possamos compreender tudo com mais facilidade é sim por meio do autoconhecimento.
Eu realmente comecei a me autoconhecer em agosto de 1982, quando me foi revelada uma vida passada, que tive no início da Era Cristã...

Paz plena...
Viana, um feliz e próspero ano novo de 2017.
Vi o vídeo e o autor divulga os conhecimentos que já adquiriu, mas conforme as experiências e aprendizados que ele teve conforme está nesse endereço:
https://youtu.be/g1ZXr7-G6yI

Realmente semelhante atrai semelhante.
Nossos Espíritos podem sim estar executando trabalhos na imensa Casa do Pai sem que tenhamos consciência perfeita destes trabalhos.
Por meio de alguns sonhos passamos sim a ter consciência melhor dos trabalhos realizados, enquanto nossos corpos estão dormindo.
Agora quando mais aprendemos, mais vamos tendo conhecimento sobre muitos princípios falsos ensinados no passado como se fossem verdades absolutas e indiscutíveis.
Posso lhe dizer que os tão falados alienígenas existem sim, mas podemos dividi-los em três grande grupos:

Primeiro grupo: Neste grupo pertencem os SERES ou Espíritos mais evoluídos em moralidade e conhecimento, que protegem os seres humanos, pois todos os seres criados estão sim num processo evolutivo tanto no aspecto individual e como no coletivo.

Segundo grupo: Aqui está incluídos SERES ou Espíritos de muito conhecimento e também já bem evoluídos, mas o interesse deles é sim o estudo e o conhecimento cada vez mais da Verdade. Para os membros deste segundo grupo os seres humanos são sim apenas objetos de ESTUDOS.

Terceiro grupo: Aqui estão incluídos os SERDES ou Espíritos de um nível evolutivo bem inferior, mas já com um altíssimo nível de conhecimento tecnológico em todos os sentidos, inclusive no de conquista de outros planetas. Os membros deste grupo tem sim interesse em destruir os seres humanos para que eles possam vir para cá.
Agora isso não acontece porque eles temem aos membros do primeiro grupo, que estão na frente deles em todos os níveis. Eles sabem que os membros do primeiro nunca irão atacá-los para destruí-los, mas sabem também que eles protegem aos seres humanos e entregarão sim aos seres humanos as suas armas, que serão usadas pelos seres humanos para destruí-los se tentarem, por sua vez em destruir os seres humanos.

No meio dos seres humanos estão reencarnados aqui Espíritos, que pertencem aos três grupos descritos, mas descobri-los não é nada fácil, pois todos são sim protegidos por códigos secretos, que até os Espíritos de altíssimo conhecimento não podem decifrá-los antes da hora certa para cada caso.

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MensagemEnviado: Ter, 28/Fev/2017 17:19 
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Quem realmente deseja se autoconhecer tem sim que estudar de tudo e sem medo de si mesmo.

Meus comentários sobre o livro “Além da Razão – O fenômeno da sugestão” de Jean Lerède, um psicólogo francês.

1 - Escrito nas páginas 5; 7; 29; ; 30; 32; 36; 37; 41; 43; 45 a 48; 51; 53; 55; 58; 60 a 62.
(“O fenômeno da sugestão”. Pág. 5). Por que umas pessoas são mais sugestionáveis do que outras? Ver págs. 55; 58; 79; 126; 133; 155; 160. Resposta depois na página 174. Quero ler o livro primeiro. (17/10/2013).
Pág. 7. Doenças mentais: págs. 61; 64; 66. Inconsciente: pág. 87.
(“Segundo o médico, psicólogo e hipnotizador Delboef, “a sugestão dirige e exalta a vontade do sujeito e o recoloca na posse de um poder que ele cessou de exercer, mas do qual não abdicou””. Pág. 29). Essa foi péssima. A sugestão é uma forma de que uma pessoa consegue impor a sua vontade a vontade de outro.
(“Em 1910, Coué, que ligou seu nome ao método de autossugestão assim denominado, via na sugestão “uma ação da imaginação sobre o ser físico em ora do homem””. Pág. 29). Falta do autoconhecimento!
(“Logo depois da Primeira Guerra Mundial, o psicólogo franco-suíço Charles Baudouin escreveu: “A sugestão é a realização subconsciente de uma ideia... A sugestão é inteligente e ativa. Ela vence onde a vontade e a razão fracassam... A sugestão é o aproveitamento, por nós mesmos ou por outrem, do poder ídeo-reflexo que existe em cada um de nós” (1920)”. Pág. 30). Falta do autoconhecimento. (18/10/2013).
Pág. 32. No meu modo de pensar digo que “sugestão” está sim mais correlacionada com o verbo “sugerir”, no sentido de aconselhar ou dar uma opinião, dando total liberdade ao outro.
Agora o verbo “sugestionar” é sim querer impor uma ideia ou opinião sobre outra pessoa, não respeitando a ideia ou a liberdade do outro. Será se já existe o substantivo “sugestionamento”?
Existe o substantivo “mentalização” que é sim um método de impor uma forma de ser para outra pessoa sem que a mesma tenha conhecimento do que está acontecendo. (18/10/2013).
(“se ele efetivamente aplicava a sugestão, diz-se, isto era inconsciente. Nós não acreditamos nisso. Pensamos que havia, segundo o próprio Mesmer, um segredo em sua terapia e que este segredo era exatamente a sugestão”. Pág. 36). Discordo do autor, pois existe o ato de sugestionar e o magnetismo, como o psiquismo, que é uma fortíssima forma de energia mental. (18/10/2013).
(“A terapia mesmeriana, se tivesse revelado seu elemento puramente psicológico e individual, teria tido sobre o público de então um menor efeito sugestivo, um prestígio menor do que tinha o magnetismo animal, aureolado de caráter científico ou assim presumido, muito importante na época das Luzes, e igualmente nimbado de seu aspecto cósmico, e até místico, que correspondia a um teísmo difuso, mas muito difundido nos espíritos do tempo”. Pág. 36). Eu sou teísta! (18/10/2013).
(“Que tal ideia nunca tenha ocorrido a Mesmer, na verdade não parece crível, quando se recorda que o inventor do magnetismo animal, simultaneamente teólogo, filósofo, astrólogo, alquimista e ocultista, também era franco-maçom, como o jovem Mozart (pertenciam à mesma loja vienense), e isso numa época em que o teísmo e um iluminismo muito interiorizado estavam em voga na maioria das organizações maçônicas”. Pag. 37). É preciso pensar e explicar a Espiritologia, que esclarece muitos estudos do “ocultismo”, como do “teísmo”. (18/10/2103).
(“Sabe-se também - comunicação feita durante um simpósio de parapsicologia organizado em abril de 1976 pela Universidade Concórdia, de Montreal – que foi filmada por um instituto da Universidade da Califórnia a aura que escapava de um corpo humano algumas horas depois de morto (os soviéticos fotografaram o mesmo fenômeno já há muitos anos”. Pág. 41). A “aura” é sim o “corpo espiritual” de São Paulo e o “perispírito” de Allan Kardec. (18/10q2103).
(“As sessões coletivas de magnetismo animal em geral se realizavam ao som do cravo, da harpa, do órgão, às vezes da gaita, instrumento recentemente inventado e tocado pelo próprio Mesmer, cujos sons eram “próprios para abalar os nervos”, dizem as informações da época”. Pág. 43). É sim necessário elevar o padrão vibracional do ambiente.
(“As preocupações científicas que animavam a este último justificam inteiramente Ellenberger quando faz remontar ao inventor do magnetismo animal o início da psicoterapia dinâmica moderna”. Pág. 43). Inventor não, mas descobridor!
Pág. 45. Realmente é necessário estudar muito e de tudo para poder compreender cada vez mais o próprio Ser Humano. Cada Ser Humano é um Espírito único, que foi criado simples e ignorante num certo momento da história da criação e que busca a plenitude da sabedoria, da felicidade e da perfeição.
Tudo depende do nível evolutivo do Espírito que encarnou e se tornou um Ser Humano.
A solução para todos os problemas da humanidade está nas ações ou atitudes dos Seres Humanos que devem fazer sempre somas e divisões perfeitas.
É preciso sim ensinar o processo do autoconhecimento. O processo evolutivo é do Espírito, esteja ele encarnado ou desencarnado.
Ao lado de cada Ser Humano podem estar presentes muitos Espíritos desencarnados, muitos o ajudam e muitos outros têm outros interesses e por não quererem a vitória do tal Ser Humano, então o prejudicam. Por isso é preciso estudar muito para entender a Espiritologia! (18/10/2013).
Pág. 46. Como é muito complexa a Vida! Acabei de ouvir pela televisão (Record) que um avô matou a esposa e um neto de 7 meses. Foi falado que ele já foi internado em hospital psiquiátrico há uns 20 anos. E que ele falou para o delegado, que o prendeu, que ele tinha ciúme do neto, pois a avó dava muito carinho ao neto!
“Senhor, meu Deus, me ajuda a entender tudo isso e assim poder “amar” e “rezar” por este avô assassino! Sei que o AMOR é realmente infinito, mas é difícil compreender tudo isso!” (18/10/2013, às 18,06 horas).
(“Durante uma sessão de magnetismo, Race de repente caiu num sono muito estranho. Expressando-se em altas vozes, respondendo as perguntas que lhe eram feitas, o rapaz dava mostra de uma vivacidade de espírito bem maior do que em seu estado habitual de vigília. Acordado, não teve a menor lembrança do que acontecera”. Pág. 46). Mediunidade inconsciente, quando o médium recebe uma entidade e fica completamente inconsciente e nesse caso quem conversa ou fala é sim a entidade ou afloramento do “inconsciente individual profundo”, que é o objeto das Terapias de Vidas Passadas! (18/10/2103).
(“Puységur acaba de descobrir ao mesmo tempo o sono provocado e a clarividência. Com o multiplicar das experiências, foi notada a semelhança entre o sonambulismo natural, fenômeno conhecido já de longa data, e esse estado de sono terapêutico e surpreendente ao qual se deu o nome de sonambulismo artificial ou sono magnético. Mas, alguém pode perguntar, não era evidentemente o caso de hipnose? As coisas não são tão simples assim”. Pág. 47). Não! Hipnose é uma coisa e mediunidade ou Terapia de Vidas Passadas são outras bem diferentes! (18/10/2013).
(“Mas essas práticas eram envoltas em mistério e seu domínio reservado só a iniciados, padres, magos e feiticeiros. Quanto ao cristianismo, proibiu rigorosamente o sono provocado artificialmente, vendo nele a intervenção do diabo”. Pág. 48). Um grande erro, que foi necessário na época por causa da ignorância de muitos e da esperteza e vileza de poucos! (18/10/2013).
(“As razões de certas dessemelhanças entre Mesmer e Puységur, e que sem dúvida explicam o deslize incontestável da doutrina do primeiro para a prática do segundo, estão em parte relacionadas com a diferença de temperamento e de personalidade de ambos”. Pág. 51). Eis aqui a solução para muitos enigmas apresentados com relação aos Seres Humanos: cada um é um Ser único em toda a criação... Cada um está sim num certo nível da escala evolutiva. Peységur era já um “altruísta” nato e Mesmer era ainda bem “egoísta”, mesmo agindo com caridade para com os pobres! (18/10/2013).
Pág. 53. É preciso criar cátedras de “Autoconhecimento” e de “Espiritologia” em todas as Universidade e Faculdades existentes no Planeta Terra. Estamos sim iniciando a vivência da Era da Verdade Plena (Jo 16,13). (18/10/2013).
Pág. 55. Ainda não foi comentado nada que responde a pergunta da página 5. (18/10/2103).
(“Adotando a atitude impessoal, que é também a do médico de tido clássico, o hipnotizador não se envolve. Não se que desapareça toda relação entre hipnotizador e hipnotizado. Bem ao contrário. Mas essa relação é uma relação de constrangimento, uma relação que infantiliza o hipnotizado, colocando-o sob a dependência absoluta do hipnotizador. Na hipnose, o paciente é incitado a se concentrar, o indutor lhe dá “ordens”: durma, eu quero!”. Pág. 58). Concordo, pois o hipnotizador transforma o hipnotizado em um “escravo” ou um “robô” seu e que o obedece em todos os comandos dados no processo da própria hipnose. Por que os hipnotizadores só hipnotizam algumas pessoas ou nem todas? Ver pág. 5. Resposta depois - pág. 177. (19/10/2013).
(“Já se observou também há muito tempo que em geral (em geral, e não exclusivamente) é entre os alcoólatras, as pessoas muito nervosas, os instáveis, os histéricos, que estão as pessoas mais facilmente hipnotizáveis, e são elas que, de ordinário, atingem o estado de sono magnético com mais dificuldade. É isso que justifica num certo número de casos o emprego terapêutico temporário da hipnose, que obtém resultados onde não se conseguiria sequer estabelecer o sono magnético. Inversamente, as pessoas nas quais este sonho se estabelece mais facilmente parecem em geral ser as mais rebeldes à hipnose e à sugestão compulsória onde ela conta pouco mais, pouco menos. O verdadeiro paciente magnético é geralmente mau paciente hipnótico, e vice-versa”. Pág. 60). Para mim, os livros do doutor Brian L. Weiss são os melhores livros sobre estes assuntos: sono magnético, hipnose e sugestão. Gostei muito dos livros desse psiquiatra. (19/10q2103).
Pág. 61. (“Confundida com a hipnose, faltava à sugestão, para acabar de ser entendida em sentido contrário pelo grande público e por ele totalmente desvalorizada, ser associada às doenças mentais. Esta associação, mais particularmente na França, foi obra da escola de La Salpêtrière”. Pág. 61). Cuidado em falar em “doenças mentais”! Ver a minha apostila de Saúde Mental! Ver pág. 64. (19/10/2013).
(“Na verdade, o ponto de vista de Charcot sobre a questão fundamental da etiologia psicológica ou fisiológica das doenças mentais estava marcado por uma profunda ambiguidade”. Pág. 62). Ver pág. 61.

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Meus comentários sobre o livro “Além da Razão – O fenômeno da sugestão” de Jean Lerède, um psicólogo francês.
2 - Escrito nas páginas 64 a 66; 70 a 72; 74; 75; 77; 79; 82; 83; 87; 89; 92; 103; 104; 107; 109.
(“Quanto à sugestão, como era entendia e praticada em La Salpètrière, não passava de uma arma entre outras, e de porte bastante limitado, no arsenal da luta contra as doenças mentais”. Pág. 64). Quase todos os psiquiatras nada sabem sobre “os desequilíbrios mentais”, que por diversos nomes, eles, os psiquiatras, tratam como se fossem doenças físicas do cérebro, do sistema nervoso ou neurológico! Ver páginas 22 e 24 do livro “Vozes do Mundo Espiritual” de J. H. Brennan. (19/10/2013).
(“Janet interessou-se pela hipnose e pela sugestão, principalmente em suas primeiras pesquisas e são famosas suas experiências de 1886-1889 sobre a hipnose à distância”. Pág. 65). Chamo esse processo de “mentalização”. (19/10/2013).
(“Janet opõe, à sugestão direta, aquilo que chama de sugestão por distração, na qual a atenção consciente do paciente é desviada para outro objeto, enquanto a sugestão desejada é feita em voz baixa”. Pág. 66). O “diálogo em voz baixa” tem sim um imenso poder perante o “universo invisível”. Esse é um segredo que poucos sabem dele (19/10/213).
(“Todos os seres humanos normais, segundo Bernheim, são hipnotizáveis, isto é, sugestionáveis em diferentes graus, segundo os seus coeficientes pessoais de sugestibilidade”. Pág. 70). Discordo! Já passei por vários hipnotizadores e nenhum hipnotizador até hoje conseguiu me hipnotizar, apesar mesmo do meu imenso desejo de ser hipnotizado! E como eu, sei que existem outras pessoas, que não são hipnotizáveis. (19/10/2013).
(“O adormecimento da hipnose não serve para nada. A cura não está ligada ao dormir, mas apenas à sugestão”. Pág. 71). Discordo também dessas formas de expor o que realmente acontece.
(“Todo fenômeno de consciência é uma sugestão”. Pág. 71). Discordo.
(“Em escrito anterior, Bernheim já dera a seguinte definição de sugestão: “É sugestão tudo o que diminui a atividade das faculdades da razão, tudo o que suprime ou atenua o controle cerebral”.” Pág. 71). Idem.
(“Depois de primeiro ter praticado, a exemplo de Liébeault, a terapia sugestiva sob hipnose, Bernheim, preocupado em evitar a absoluta dependência em que esta coloca o paciente, passou rapidamente a negar toda a existência dessa mesma hipnose”. Pág. 71). A hipnose existe sim!
(““Nem tudo está na sugestão, mas a sugestão está em tudo”, afirmava Bernheim”. Pág. 72). Discordo.
Pág. 74. Sugestão, para mim, é o substantivo do verbo sugerir, que significa dar opinião, conselho. Agora existe também o verbo sugestionar do qual vem o adjetivo sugestionável, que tem o sentido bem diferente da ação do verbo sugerir. Há uma diferença enorme entre os verbos sugerir, sugestionar, mentalizar e hipnotizar; é preciso compreender bem o significado de todos eles para não ser envolvido com as confusões da própria língua falada. (20/10/2013).
(“Como escreveu R. L. Charpentier, “não lhe escapava a importância do moral sobre a eficácia do remédio para aqueles que o procuravam, ansiosos ou cheios de esperança quanto à receita prescrita. Ele via o papel que desempenha o temor ou a confiança, a força da palavra que encoraja, o valor do conselho dado como boa vontade””. Pág. 75). O sucesso da realização de todos os projetos e planos feitos está na confiança e fidelidade mútua entre todos os participantes do mesmo. Quando um não confia no outro ou não é digno da confiança do outro, pois não agiu ou não age com fidelidade plena, tudo se complica para ele. Nada ficará oculto, mesmo que sejam necessários milhares e milhares de anos para que a Verdade surja nítida e clara para todos. Em função da importância da execução de planos torna-se necessário o segredo absoluto entre os participantes do mesmo. (20/10/2103).
(“A primeira faculdade do homem não é a vontade e sim a imaginação, proclamava Coué, que acrescenta: imaginação e inconsciente são uma e mesma coisa”. Pág. 77). Imaginação e inconsciente são coisas completamente diferentes! Existe o inconsciente individual e o coletivo. O inc. individual é um arquivo secreto, real e único de cada um. A imaginação é irreal, mas pode ser a origem de muitas coisas reais! (21/10q2103).
(“Um primeiro fato parece incontestável: isso funciona. São muito numerosos, para que se possa duvidar, os testemunhos do êxito do “método Coué”, passados e presentes particularmente em matéria de cura. Mas um segundo fato também parece incontestável: isso não funciona sempre, nem em todos os domínios, nem com todo mundo”. Pág. 79). Por que a diferença? Ver pág. 5. É sim necessário descobrir a Verdade sobre tudo! (21/10/2013).
(“O inconsciente é um domínio muito mais complexo do que pensava Coué. Assimilar o inconsciente apenas à imaginação é muito sumário”. Pág. 82). OK. Ver pág. 77.
(“Os seres não são tão simples. E a sugestibilidade de cada um, além disso, é extremamente desigual. Varia segundo o caráter de cada pessoa, segundo suas tendências profundas, os desequilíbrios íntimos, os hábitos, a fisiologia, o nível de consciência, a instrução e a cultura, segundo os momentos da existência, o meio, as circunstâncias.” Pág. 82). OK. Ver os comentários nas páginas 22 e 24 do livro “Vozes do Mundo Espiritual”.
(“O que queria Coué, o que esperava, era simplesmente, depois de ele próprio ter aprendido, ensinar aos outros a se servirem desse mecanismo, controlar-lhe o uso, utilizar consciente e pragmaticamente o inconsciente, para maior bem do ser humano”. Pág. 83). Realmente o bem do ser humano deve ser o maior objetivo de todos. (21/10/2013).
(“é de fato, e guardadas todas as proporções, muito mais fácil de se observar do que o é o “segundo tempo”, ou seja, o processo ídeo-reflexo, porque este último se desenvolve inteiramente no inconsciente do paciente”. Pág. 87). O que é realmente o inconsciente do ser humano? (Ver o meu exemplar do livro: “A Origem da Matéria e da Energia”, pag. 5 e 6). (21/10/2013).
(“O importante é ver bem que, no processo auto-sugestivo, há sempre dissociação interior, conversa de si consigo, diálogo do nosso eu consciente com o nosso eu inconsciente”. Pág. 87). O “Eu” é um só, mas existem influências do inconsciente coletivo sobre o indivíduo. (21/10/2013).
(“É verdade que Baudouin reconhece ao inconsciente a capacidade de aceitar”. Pág. 89). O que é o inconsciente? Ver os comentários nas páginas 22 e 24 do livro “Vozes do Mundo Espiritual”.
(“4. Lei da finalidade subconsciente”. Pág. 92). Subconsciente: outro nome para o inconsciente individual! (21/10/2013).
(“Esta última, a da escola de Nancy, de tipo autoritário, preocupa-se pouco com a independência do doente, que permanece passivo”. Pág. 103). Esse foi, para mim, o ponto crucial sobre a falha no trabalho do pai da psicanálise, pois a amostra dele foi defeituosa, pois foi com as “pessoas já doentes” ou complicadas. As conclusões do trabalho do Freud só servem para parcelas da sociedade, já o trabalho do psiquiatra Brian L. Weiss, baseado no autoconhecimento, serve para todo ser humano! (22/10/213).
Pág. 104. A solução verdadeira e definitiva para cada ser humano é sim o “autoconhecimento”, pois pelo autoconhecimento cada um fica sabendo quem ele realmente é.
No período de março de 1980 até agosto de 1982, eu só queria desencarnar (morrer), pois era único meio ou caminho, que eu via para ficar livre das cadeias químicas, que são os remédios receitados pelos psiquiatras.
Em agosto de 1982 fiquei sabendo da minha 1ª vida passada e compreendi que eu tinha uma missão a cumprir aqui e para cumpri-la tinha que ficar aqui por muito tempo ainda.
Lutei contra tudo e contra todos para ficar livre da cadeia química. O grande passo que dei foi quando deixei o psiquiatra espírita, que não aceitava que eu ficasse sem tomar os remédios psicofármacos. Procurei o psiquiatra Irani Silva, que, mesmo contra os pontos de vista dele, concordou comigo e assim consegui ficar livre das cadeias químicas, cancelei uma aposentadoria por invalidez como esquizofrênico no dia 10/02/1986 e voltei à ativa no dia 19/03/1986, após ficar afastado do trabalho desde o dia 25/05/1982.
(“Na religião, que é, segundo ele, apenas uma neurose, individual ou coletiva, Freud só soube ver a imagem psicopatológica que dela lhe davam, na realidade e infelizmente, as religiões que pôde observar em seu tempo ou conhecer pela história. Em sua maneira de ver a religião, Freud projetou as suas próprias deformações neuróticas e as deformações que sua prática de analista ensinou-lhe a reconhecer em seus pacientes. A complexidade do psiquismo pessoal de Freud, e sua extraordinária capacidade de discernir e de analisar sutilmente o respectivo mecanismo, durante muito tempo mascararam o seu profundo desequilíbrio como homem, sua própria neurose e a extrema pobreza real da vida interior do grande psicólogo vienense”. Pág. 107). Que paulada o autor deu no Freud. Disso eu não desconfiava, eu já sabia, pois pensava mais na forma da amostra utilizada por ele para formar o pensamento dele sobre os seres humanos. Aqui se encaixa bem a “Terapia do Espelho”, que passei a usá-la para ajudar a quem me pede ajuda. (22/10/2013).
(“Mas a natureza mesma da sugestão permaneceu sempre um enigma para Freud, como o comprovam as linhas seguintes, escritas em 1920 e que servirão de conclusão a estes comentários sobre a psicanálise freudiana: “Abordando hoje, de novo e após trinta anos de interrupção, o enigma da sugestão, eu acho que nada mudou... Não possuímos uma explicação relativa à própria natureza da sugestão, isto é, às condições em que se sofre uma influência na ausência de toda razão lógica””. Pág. 109). Expliquei bastante a “Terapia do Espelho” (TE) na 9ª carta escrita para o meu sobrinho, o psicólogo Luís Carlos de Resende.
A TE funciona da seguinte maneira: primeira faço perguntas à outra pessoa sobre crenças para conhecer a educação religiosa que ele teve. Assim entendo a influência coletiva que ela recebeu em sua formação religiosa.
Depois faço perguntas sobre como ela entende o próprio “SER”, que é Deus (se ela ainda for religiosa). A resposta deve ser sempre “Sim” ou “Não”. Após encontrar umas diferenças de crenças entre o outro e eu, então começo a explicar a razão das diferenças. Todas as religiões ensinam suas doutrinas com muitas imperfeições sobre Deus. No processo de explicações descubro se o outro tem crença e fé cega ou se é aberto a novos entendimentos.
Logo a seguir faço perguntas sobre a minha família, que devem ser respondidas em números. Quantos filhos eu tenho? Quantas filhas? E etc. A pergunta seguinte é quase sempre relacionada ao número que foi dito antes.
Finalmente faço perguntas sobre a minha pessoa e aqui eu me transformo no “espelho” da outra pessoa, pois a boca fala daquilo que está cheio o coração. Ver pág. 123. (22/10/2013).

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Meus comentários sobre o livro “Além da Razão – O fenômeno da sugestão” de Jean Lerède, um psicólogo francês.
3 - Escrito nas páginas 116; 121; 123; 125; 126; 130; 133; 135; 137; 138.
(“Parece-nos, igualmente, que as contradições de Jung explicam-se de maneira mais geral por uma confusão constante entre sugestão positiva e sugestão negativa, entre sugestão autêntica, respeitadora da liberdade do outro, e aquilo que, usando de um neologismo, propomos-nos daqui por diante chamar de sugestionamento, processo coercitivo, no qual não é respeitada a liberdade do sugestionado, que é de fato manipulado pelo sugestionador, quer este esteja ou não consciente da constrição que exerce. Esta distinção entre os dois tipos de sugestão, distinção fundada sobre a liberdade, é fundamental. Dificilmente se poderia exagerar sua importância. Vulgarizar o termo “sugestionamento”, como acabamos de propor, contribuirá para esclarecer o problema da sugestão e evitará muita ambiguidades.” Pag. 116). OK. Realmente o uso da mesma palavra sugestão com sentidos diferentes, só causa confusões para o conhecimento individual e coletivo da humanidade. Gostei do uso de sugestionamento! (22/10/2013).
(“Segundo ponto: a terapia repousa sobre uma ligação de confiança mútua, na qual o terapeuta se envolve totalmente. Terceiro ponto: a ênfase, que em Freud é colocada quase exclusivamente sobre o paciente, não só é posta por Jung, e muito vigorosamente, sobre o médico, mas também e sobretudo no valor ético deste último enquanto indivíduo. Não é mais o diploma de médico mas a qualidade humana do terapeuta que desempenha daí em diante o papel decisivo no êxito ou no fracasso da terapia”. Pág. 121). Cada pessoa (quando paciente) tem um psicoterapeuta ou analista específico para ela! Se a pessoa cair em mãos erradas pode sim entrar em frias e muitas complicações mentais posteriores. (22/10/2013).
Pág. 123. De pág. 109: Terapia do Espelho (TE).
Para quem quiser entender melhor a TE, eu dou mais as seguintes explicações. A partir de 1986, quando voltei à ativa no dia 19/03/1986, eu comecei a dar números ou códigos para alguns Espíritos e ou grupo de Espíritos!
Eu fiz isso porque sentia, como ainda sinto, as presenças de Espíritos em todos os lugares e isso acontecia nas reuniões de trabalho, então para não gerar nenhuma desconfiança nos presentes, eu colocava o número ou o código do tal Espírito ou mesmo do grupo dele na minha agenda no momento e depois eu escrevia mais sobre o que me foi dito.
Depois comecei a usar dos mesmos números para compreender como estava o “inconsciente coletivo” da outra pessoa, pois já tinha comentado sobre a minha crença e conhecimento sobre Deus e isso atraia outras entidades, que queriam aprender mais sobre Deus.
Quando começava a perguntar sobre o número de filhos, filhas, namoradas e até mesmo, sobre o número de mulheres com as quais mantive intimidades sexuais e ou beijos na boca, eu conseguia entender rapidamente o que se passava no “íntimo da outra pessoa”, pois a boca fala daquilo que está cheio o coração (Mt 12,34 e 35 e Lc 6,45). Aconteceram fatos muito interessantes e tudo se encaixava e confirmava a TE, que até eu mesmo ficava emocionado com as coincidências dos acontecimentos e a base doutrinária da TE. (22/10/2103).
(“Os slogans mais simplistas, repetidos mecanicamente, obsessivamente, num quadro apropriado, são o instrumento predileto do sugestionamento das multidões”. Pag. 125). O “Lula” aprendeu muito bem essa técnica para enganar e dominar os outros. Cito aqui a vinda dele a Belo Horizonte no ano de 1981 ou início de 1982 para por um fim numa assembleia dos trabalhadores da construção civil, pois eles estavam em greve e que tinham reunidos no ex-campo do Atlético na Av. Olegário Maciel, hoje Shoppim Daimon Moll; quem comanda as greves no Brasil são sim os sindicatos e quem vai para os sindicatos são sim os piores empregados e os espertalhões, que passam os outros para trás. Eu trabalhava na Av. Olegário Maciel, 1377 e dava para ouvir o discurso do Lula, que usava de “slogans” de baixo calão contra o Governo Militar e até contra os militares que estavam em volta do campo. O Lula foi trazido de São Paulo para acalmar o grupo dos operários, que estava exaltado e a polícia, em grande número, estava cercando o ex-campo do Atlético e o risco de confronto era muito iminente e muito grave. Depois de dominar os trabalhadores com os “slogans” dele, ele falou mais ou menos assim para todos os presentes: “Camaradas, agora vamos dar o exemplo de que todos nós somos pessoas trabalhadoras e honestas, ninguém aqui deseja cometer atos de anarquia, mas apenas que nossos direitos sejam respeitados. Então vamos agora sair em grupos de três ou quatro e vamos para suas casas em paz. Procure encontrar amigos e colegas que moram próximos e vão em paz para os seus familiares”. E tudo aconteceu como ele orientou e a assembleia terminou. (23/10/2013).
(“E o instinto da imitação, o instinto gregário, também desempenha um papel capital. Testemunha-o também o fenômeno das “epidemias” psicológicas e a espantosa rapidez de sua propagação”. Pág. 126). Qual é a razão epidemias psicológicas? Ver resposta na pág. 174.
(“Acabamos de mencionar a religião e a política. Mas também seria necessário citar a publicidade, este fenômeno socioeconômico que adquiriu extraordinária importância nas sociedades ocidentais, chamadas de consumo”. Pág. 126). Faço muita reserva em situar no mesmo patamar a Religião e a Política, pois existe uma grande diferença individual entre as pessoas da Religião e da Política; entre os religiosos existem muitas pessoas bem intencionadas e agem com ética e honestidade e no meio dos políticos a maioria das pessoas agem com interesses próprios e não possuem nenhuma ética, pois enganam os eleitores descaradamente para conseguir os votos e depois de eleitos a palavra “povo” para eles passa a ser uma palavra feia. (23/10/2013).
(“Mas infelizmente, é bem difícil estabelecer a fronteira entre o que se refere à informação do público ou à defesa legítima dos seus interesses e dos seus direitos e o que concerne à manipulação dos espíritos, à intoxicação, quer seja publicitária, religiosa ou política. Liberdade ou coação? A pedra de toque, aqui, é a intenção do sugestionador e o seu respeito, autêntico ou não, pela liberdade de escolha daqueles aos quais se dirige”. Pág. 126). O autor se refere aos “espíritos” encarnados ou desencarnados, ou até mesmo a ambos? Eu digo que é sim a ambos, pois semelhante atrai semelhante. Todo bom sugestionador pode sim levar uma multidão para um precipício, no qual todos cairão e, na maioria das vezes, até o sugestionador, pois ele é o primeiro a ser enganado por ele mesmo! (23/10/2013).
(“Muitas vezes, eles (os políticos) se inspiram no teatro e no cinema e, muitas vezes também, as agências de publicidade fabricam suas imagens, como a uma marca. Resultado: o cidadão se transforma em simples espectador de um poder que está sempre representando. É a testemunha passiva e manipulada desta exibição permanente. Assim morre a democracia”. Pág. 130). Para mim toda democracia é sim uma enganação e fruto da demagogia de falsos e até corruptos seres humanos, que só veem erros nos outros e não em si mesmo e nem em seus companheiros. A frase que mais se adapta para provar isso é a do Lula, o chefe de uma gangue de corruptos, terroristas e bandidos: “Amigo meu não é corrupto”. O próprio Lula, quando estava em Paris numa função do Presidente do Brasil, e explodiu o caso do mensalão e ele disse para os repórteres: “Gente, caixa 2 na política do Brasil é coisa comum” e depois falou diversas vezes de que não existe caixa 2. Na realidade não existe nenhum governo democrático, pois não existe a tão decantada democracia, mas sim uma demoniocracia, pois os políticos fazem leis em benefício próprio. (23/10/2013).
(“Veremos mais adiante que há numerosos meios de se fazer uso da técnica subliminar com fins positivos para o indivíduo”. Pág. 133). Existe ainda um grave problema, que o autor ainda não tocou: “É a enganação empregada por dirigentes religiosos, que são sim profissionais de alguma religião e usam o nome de Deus em vão. Estes aceitam, como se fosse próprio Espírito de Deus, qualquer espírito do grupo que se aproxima deles”. Todo líder religioso que pede dinheiro dos fiéis de uma forma desumana não é orientado por bons Espíritos e nunca pelo Espírito de Deus. Ver pág. 174. (23/10/2013).
(“Para que um psicólogo seja verdadeiramente materialista dialético, escreveu em 1948 Chernakov, não basta reconhecer que a psique ou a consciência é um produto da função do cérebro; ele deve reconhecer, sem qualquer reserva, que a psique é um reflexo do mundo exterior”. Pág.135). Um grande sofisma! A psique ou a consciência é o resultado da evolução de cada Espírito. (23/10/2013).
(“Segundo a psicologia soviética da era stalinista e imediatamente pós-stalinista, a atividade mental consciente é a mais alta função psicológica do homem e a única que o diferencia fundamentalmente do animal. O inconsciente simplesmente não existe. É uma criação puramente imaginária do freudismo. É um produto do idealismo burguês”. Pág. 135). Outro grande e absurdo sofisma! (23/10/213).
(“Um produto “viscoso”, observa Chernakov, citado mais acima, um produto que marca “um recuo em direção ao misticismo”. Nosso sentimentos e nossas emoções, prossegue o mesmo Chernakov, não podem ser não objetivos ou não conscientes. É impossível sentir ou experimentar uma coisa desconhecida. É impossível amar ou odiar uma pessoa desconhecida, por uma razão desconhecida. E cita Stálin: “Nosso “eu” só existe na medida em que existem as condições exteriores que suscitam impressões em nosso “eu””. Pág. 135). Frutos de mentes ateístas! Como esse Chernakov pôde ser tão materialista e ateísta!
(“Na hipnose, uma arte do córtex vela e a outra dorme”. Pág. 137). Hipnose. Ver página 174.
(“Mas esta inibição das atividades corticais provoca inversamente o estímulo da região subcortical, sede das atividades inconscientes e involuntárias”. Pág. 138). Uma coisa é o instinto animal nos seres vivos; outra bem diferente é a razão, que pode também ser chamada de consciente (ou consciência) individual e outra mais diferente ainda é o inconsciente individual e coletivo! (23/10/2013).
(“Tudo se passa como se uma turma do dia e uma turma da noite se alternassem no cérebro para assegurar a continuidade de uma atividade neurocervical incessante, voltada tanto para o exterior como para o interior. A turma do dia seria a região cortical do cérebro, isto é, a parte do sistema nervoso cervical filogeneticamente mais recente, portanto a mais frágil e também a mais fatigável porque a mais solicitada pela atividade em estado de vigília. A turma da noite, ao contrário, seria a região subcortical”. Pág. 138). Explicação muito infantil do patriarca da psicologia russa: Pavlov. Ele seria muito mais claro se falasse assim: a turma do dia é consciente e a turma da noite é o instinto animal do corpo humano. (23/10/2013).

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Meus comentários sobre o livro “Além da Razão – O fenômeno da sugestão” de Jean Lerède, um psicólogo francês.
4 - Escrito nas páginas 148; 149; 155; 158 a 161; 166; 167; 169; 170.
(“Por trás deste fenômeno, é preciso supor a existência de uma forma de energia ainda desconhecida da ciência. A eventual descoberta desta energia, irradiadora dos pensamentos e das emoções de cada um, terá, afirma Vassiliev, importância “igual à do descobrimento da energia atômica”. Pág. 148). A energia mental e a descoberta do uso da mesma serão sim muito mais importantes do que a energia atômica! Existem casos já provados que por meio de um campo mental não positivo, torna-se possível matar seres vivos.
Pág. 149. A energia mental tem sua origem no nível evolutivo e do conhecimento já adquirido do Espírito encarnado, que é um ser humano! Todo ser humano tem uma mente.
Mente = soma do consciente como o inconsciente individual
Inconsciente = inconsciente individual (ii) e coletivo (ic); ii = arquivo de tudo o que já aprendeu e viveu o Espírito em sua caminhada evolutiva e ic = todas as influências recebidas de Espíritos encarnados e desencarnados, estes podem ser da vida presente e ou de vidas passadas. (24/10/2013).
(“Teoria e Prática da Sugestologia Lozanoviana”. Pág. 155). Para coseguir uma melhor compreensão da sugestão, da sugestologia e do sugestionamento torna-se essencial um estudo e compreensão da Espiritologia.
(“6. Uma “atitude” sugestivamente formada e controlada? Tal atitude respousa essencialmente, segundo Lozanov, sobre a visão prospectiva do sugestionador daquilo que ele chama de “ativação das reservas” do cérebro humano no sugestionado: a ativação – não específica – de pelo menos uma parte desses 96% dos catorze bilhões de células do cérebro do ser humano presentemente inativas, a crer-se no grande neurofisiologista soviético Banschikoc”. Pág. 158). Isso só se torna possível advindo de uma mente extremamente ateia: 96% dos 14 bilhões de células do cérebro humano inativas! Mostra também a ignorância do mesmo sobre a mente humana, que está além do cérebro e até da razão; seria melhor dizer que não sabe para que servem bilhões de células do cérebro do que falar em células inativas. Estudem a Espiritologia. (24/10/2103).
(“Numa tentativa de reagrupar de forma mais sintética todas as definições precedentes, Lozanov arrisca-se à formulação global, que é a seguinte: “A sugestão é uma forma de reação mental na qual se cria, principalmente de maneira inconsciente, uma “atitude” especial que visa ao desenvolvimento das “reservas” funcionai do psiquismo humano...”. Pág. 159). O que realmente é o “inconsciente” do ser humano? O “inconsciente é igual de um ser humano para o outro? Não. Ver pág. 174. (25/10/2013).
(“Outro aspecto da sugestopedia lozanoviana procede diretamente do precedente: trata-se de um procedimento fundamentalmente subliminar no qual o essencial se passa, para retomar uma expressão de Lozanov já citada, nas zonas “insuficientemente conscientes ou totalmente inconscientes” da personalidade”. Pág. 160). Inconsciente? Semiconsciente? Consciente? Ver pág. 174. (25/10q21013).
(“Muitos outros traços originais acabam por dar fisionomia própria à sugestopedia lozanoviana, e todos procedem mais ou menos diretamente do seu caráter subliminar. É o caso por exemplo da ênfase sobre a importância do que Lozanov chama de barreiras antissugestivas: barreiras da razão e do espírito crítico, barreiras intuitivo-afetivas, barreiras éticas, todas elas precisando ser levadas em consideração, e no mais alto grau, pelo sugestionador professor, que deve procurar cuidadosamente, sob pena de fracasso, não entrar em conflito com elas, além de possuir a arte de agir sugestivamente sobre o inconsciente, evitando despertar os cães de guarda que são as barreiras antissugestivas”. Pág. 161). Esse texto aqui é uma prova da existência única de cada um. Cada SER tem suas responsabilidades, deveres e direitos perante o todo da criação e não existe um ser humano igual a outro. (25/10/2013).
(“Poder-se-ia a rigor falar de francoterapia, de angloterapia, de germanoterapia”. Pág. 166). A lógica ou saída é sim o “autoconhecimento”! E tudo tem a ver com a caminhada evolutiva do Espírito reencarnado e também com a missão que o Espírito veio realizar no aspecto individual e ou coletivo, pois a maioria quase absoluta só vem para cumprir etapas evolutivas no aspecto individual. (25/10/2013).
(“De modo geral, a influência benéfica dos cursos sugestopédicos, em adultos e crianças, no plano do equilíbrio individual e do desabrochar da personalidade, não está entre os efeitos menos notáveis das experiências de Sófia”. Pág. 166). Volto a dizer: a solução está sim no “autoconhecimento”!
(“Mas onde a sugestopedia de Sófia nos pareceu mais convincente é no ensino primário. O ensino para crianças é, a bem dizer, um terreno de eleição para o aprendizado à base da sugestão. A “dessugestão”, que sem duvida é a principal pedra do caminho no ensino dos adultos, coloca infinitamente menos problemas quando se trata de crianças, que ainda não tiveram tempo de ser deformadas, quanto a isto, como o são os adultos, principalmente nas sociedades modernas”. Pág. 167). Discordo dessa forma de falar! Educar, ensinar e aprender não é uma “deformação”! O aprendizado à base da sugestão é realizado conforme o entendimento e vontade de quem sugestiona e quem pode afirmar que é o mais correto? (25/10/2013).
(“Recordemos o que a sugestologia lozanoviana entende por isso: escolher um “programa” – não específico – e introduzi-lo sugestivamente (a única via eficaz) no inconsciente, para aí fixar uma atitude destinada a comandar inconscientemente o conjunto das reações do indivíduo que, de fato, se trata de “transformar” (a expressão é de Lazanov) pela ativação das reservas insuspeitadas e não empregadas do cérebro humano”. Pág. 169). Essas reservas insuspeitadas no cérebro humano, propriamente ditas, não existem e não são as mesmas para cada ser humano, pois cada um tem sim a sua reserva própria e bem especial, que vem do Espírito, que está reencarnado num certo corpo físico. É preciso entender o que é o inconsciente do ser humano para depois comentar sobre o mesmo! (25/10/2013).
(“Convém insistir: contrariamente ao que acreditaram, a ainda acreditam, numerosos ocidentais interessados pela sugestopedia, o Instituto de Sófia não é um estabelecimento de ensino de línguas nem um instituto de pedagogia. É um centro de pesquisas sobre o inconsciente que vê na sugestopedia primeiro e ante de tudo um laboratório de experiências para a sugestologia”. Pág. 169). Eu descobri como funciona o “inconsciente do ser humano” e não tenho medo de explicar a descoberta para ninguém, pois quem se autoconhece se transforma numa pessoa ética e boa, pois fica tendo consciência das leis de “ação e reação” e da própria Lei da Evolução Espiritual. Ver página 174. (25/10/2103).
(“Em última análise, acontece com as descobertas de Lozanov o mesmo que com as de tantos outros pesquisadores: tudo depende do uso que se fará delas. Pode resultar o melhor como o pior: a aniquilação de toda liberdade humana”. Pág. 170). Tudo na realidade depende dos seres envolvidos ou dos Espíritos envolvidos encarnados e desencarnados e também da missão de cada um.
Existe sim a energia mental e a “força do AMOR”. A energia mental pode sim ser utilizada para o BEM e para o não BEM. Agora todos aqueles, que utilizam da energia (ou força) mental para o não BEM, correm ou fogem de medo dos que também usam da energia mental para o BEM e com AMOR, pois sabem que serão derrotados. (25/10/2013).

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MensagemEnviado: Ter, 28/Fev/2017 21:05 
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Paz plena... Irmãos foristas, um abraço.
Quem realmente deseja se autoconhecer tem sim que estudar de tudo e sem medo de si mesmo.
Meus comentários sobre o livro “Além da Razão – O fenômeno da sugestão” de Jean Lerède, um psicólogo francês.

5 - Escrito nas páginas 172; 174.
(“E também estamos apenas começando a tomar consciência simultaneamente dos imensos recursos da sugestão e das crescentes ameaças que ela faz planar sobre o homem e sua liberdade. Há na sugestão uma força ainda muito misteriosa, dependendo de nós, sem dúvida, fazê-la concorrer para o progresso da espécie ou para sua domesticação e, finalmente, para a sua ruína. Exatamente como o átomo”. Pág. 172). A “sugestão” é sim um estudo racional, que utiliza da energia mental do sugestionador e até do sugestionado. Conheci um grande hipnotizador no ano de 1963 e ele não deu conta de me hipnotizar e voltei a tomar conhecimento do trabalho dele na Clínica Mens Sana em1980, mas ele já tinha abandonado a técnica de hipnotizar e trabalhava com um sistema de terapia, que ajudava as pessoas a se conhecerem melhor, pois estive por 5 meses participando dos tratamentos dessa clínica no segundo semestre de 1980. Eu vivi interessantes experiências na Clínica Mens Sana, que me ajudou muito para o meu autoconhecimento. (25/10/2103).
(“O estudo científico da sugestão projeta novas luzes sobre o inconsciente e abre perspectivas, essas também novas, de intervenção deliberada sobre esse mesmo inconsciente. Ao que existe de estático na já velha psicanálise freudiana opõe-se, a este respeito, o dinamismo da psicologia sugestiva”. Pág. 172). Gostaria muito de conhecer isso, que é a psicologia sugestiva! Isso pode ser possível em algumas pessoas, mas não com todas. (25/10/2013).
Pág. 174. Ver páginas: 5; 126; 133; 137; 159; 160; 169. Ver também as páginas 22 e 24 do livro: “Vozes do Mundo Espiritual – A História Secreta do Contato com Espíritos Através dos Tempos”.
Para falamos do aspecto da sugestão, temos que primeiro compreender melhor o “inconsciente”, tanto no aspecto individual e também coletivo.
Todo ser humano, que é único em toda a criação, é sim um “Espírito encarnado”, que foi criado simples e ignorante em algum momento na imensa história da Criação Cósmica.
Todo ser humano tem sua mente, que é o somatório do consciente com o semiconsciente e inconsciente individual; neste está gravado toda a caminhada evolutiva do Espírito encarnado, que poderá ou não vir à tona, isto é: no consciente do mesmo, rompendo a barreira entre o consciente e o semiconsciente com o inconsciente. O controle deste rompimento não está em mãos de nenhum ser humano, mas da Espiritualidade e até da Espiritualidade Superior, que é dirigida pelo Espírito de Deus.
Quando a barreira divisória entre consciente e inconsciente rompe (ver paginas 5 e 6 do livro: “A Fonte da Matéria e da Energia) existe uma confusão entre os arquivos do semiconsciente da vida atual com os arquivos do inconsciente, que são de vidas passada e com os arquivos dos intervalos entre as vidas passadas, que são vividos no mundo espiritual.
As diferenças entre estes três arquivos precisam ser muito bem discernidas e compreendidas por todo psicoterapeuta, por todo analista e por todos os mestres, desde os de níveis primários até aos de níveis mais superiores possíveis, por todos os médicos, principalmente psiquiatras e por todos os psicólogos e teólogos.
Nem todos os seres humanos são sugestionáveis porque cada um tem sim sua posição no aspecto evolutivo e “Espíritos encarnados” de um nível qualquer na escala evolutiva cósmica, mesmo adquirindo um imenso conhecimento e um grande poder hipnótico ou sugestivo, nunca poderá hipnotizar ou sugestionar a outro que está em níveis superiores ao seu.
Os “segredos” dos planos superiores são sim protegidos de qualquer invasão por parte de quem está em planos inferiores. Essa é a segurança que um Espírito Superior tem quando aceita ou decidi reencarnar e trabalhar em prol da evolução coletiva, inclusive de sua própria subida na escala evolutiva cósmica.
Um grande auxílio que a humanidade recebeu nos últimos anos do século XX foi sim o processo das terapias em geral, mas principal as Terapias de Vidas Passadas. É na TVP que está a porta aberta para que cada um comece a se autoconhecer e busque a sua “regeneração” rumo à perfeição e à sabedoria.
Eu fiquei sabendo da minha primeira vida passada durante uma celebração de missa na Igreja de Santa Teresa, Belo Horizonte num domingo de agosto de 1982. Após essa revelação da Espiritualidade eu comecei a minha fase do autoconhecimento, que veio me explicar tudo o que comecei a viver desde janeiro de 1980.
A minha aceitação das vidas sucessivas, que foi no dia 05/01/1980, deu para que eu começasse a compreender vários fatos e acontecimentos vividos por mim na vida atual, mas ainda não sabia quem eu realmente era. Como foram abertas as minhas portas internas, então foi sim o início do meu autoconhecimento. (25/10/2013).
Pág. 177. Ver pág. 58 e 172. Hipnose.
Na hipnose o hipnotizador impõe a vontade dele à vontade do hipnotizado. Este por sua vez perde a sua liberdade racional e age conforme o comando dado pelo hipnotizador.
Existem pessoas, que são facilmente hipnotizáveis e outras que não são hipnotizáveis de jeito nenhum. Essa diferença é por causa dos níveis evolutivos do hipnotizador e da pessoa que ele deseja hipnotizar. Quando o nível do hipnotizador é superior ao do que vai ser hipnotizado, então este fica a mercê da vontade do hipnotizador. Quando o processo é inverso, então o hipnotizador não consegue hipnotizar as pessoas, que estão acima do nível dele.
Lembro-me muito bem da minha experiência com o frei (atual arcebispo) Boaventura Kloppenburg, que era muito conhecido como um grande hipnotizador, no ano de 1966. Eu fui ao encontro dele aqui em Belo Horizonte e falei para ele sobre o meu interesse em ser hipnotizado para ficar livre da minha dificuldade de falar em público. Ele me levou para uma sala e após fazer uma tentativa para me hipnotizar e, como nada conseguiu, então ele me falou assim:
“Eu não vou hipnotizá-lo, pois corre o riso de eu não lhe trazer de volta!”
Na época eu não conhecia quase nada sobre hipnotismo, mas como já fiz três cursos de controle mental e também já li e estudei diversos livros sobre cérebro e mente humana, então hoje digo que ele não deu conta de me hipnotizar e falou daquele jeito. Era muito mais ético e honesto se ele tivesse me falado assim:
“Eu não posso hipnotizá-lo, pois não dou conta, já que não dou conta de hipnotizar a todas as pessoas”.
Belo Horizonte. 20/02/2017.

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