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MensagemEnviado: Sáb, 18/Abr/2015 17:38 
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Irmãos

Video sobre uma opinião de liberação das dogras


"A guerra contra as drogas tem feito mais mal que bem? Numa palestra arrojada, o reformista de política para as drogas Ethan Nadelmann faz um apelo apaixonado para acabar com o movimento "retrógrado, sem coração, e desastroso" contra o tráfico de drogas. Ele nos dá dois bons motivos porque devemos nos concentrar na regulamentação inteligente."

https://www.youtube.com/watch?v=CZg_ei4NYLw




S N: É óbvio que ele exagerou no exemplo final, mas a hipérbole é um recurso válido de radicalização quando se quer exprimir uma idéia. E com a essência da mensagem não tive como deixar de concordar. Óbvio que muitos da alta sociedade consomem drogas ilícitas, mas, como em sua origem de repressão, a conduta ainda não é socialmente aceita, por isso ninguém admite e a droga não é legalizada.


PPR: Uma coisa é certa:nunca houve uma sociedade sem drogas.Todas as têm ou tiveram,em algum momento da História.Antigamente comprava-se cocaína em farmácias e o "produto" era anunciado como fortificante.O problema foi que começaram a meter o pé na jaca e o comércio legal desandou.Eu já testemunhei muitos casos nessa vida e em todos os que acabaram mal,notei o mesmo elo de ligação:muitas pessoas não têm condições psicológicas de usar droga nenhuma.Não podem sequer tomar um inofensivo copo de vinho.Isso é óbvio.O motivo é evidente,quando você analisa as reações:essas pessoas vivem uma vida inteira caminhando no fio da navalha.O equilíbrio é tênue.Aí,qualquer droga usada provoca a ruptura.


C B: Uma das formas mais eficientes de dominar a mente humana consiste em submeter o corpo ao domínio de algo real ou ideal que seja invasivo e intenso o suficiente para minar-lhe o livre-arbítrio, a capacidade critica e a autodeterminação. Basta inserir uma pessoa desde o início de seu amadurecimento bio-psicológico, quando ainda se encontra indefesa e sem parâmetros morais próprios, em um ambiente de permissiva tolerância e degradação moral para que a sua personalidade naturalmente se corrompa e se perca para sempre nas trevas da mente. Um fato é certo: crianças não usam drogas; elas aprendem isso com alguém que as usa e tem interesse em perpetuar o mal. O organismo humano delas não depende, até que sejam intencional e continuamente introduzidas em sua corrente sangüínea. A natureza humana é completamente alheia ao uso de entorpecentes e alucinógenos, que precisa ser ensinado por uma mente degradada a uma outra indefesa. Os que defendem a sua liberalização estão na linha direta da transmissão deste aprendizado nefasto para as futuras gerações, perpetuando todo o drama e terror que arrasta tantos para a prostituição, para o crime e, de alguma forma, para a completa e irreversível aniquilação de si mesmo. O argumento de que sociedades antigas empregavam psicotropicos é falacioso e demonstra ou ignorância ou escuso interesse pessoal de quem o emprega, uma vez que, neste específico contexto, o uso de tais substâncias era ritualizado e bastante parcimonioso. Que sociedade infeliz, ignorante e sem futuro será esta que, para se sentir um pouco melhor, precisa imensamente se drogar cada vez mais! Considere a seguinte questão: que pai deseja ver o uso de drogas ensinado ao seu filho? Que escola inclui esta disciplina em seu curriculum? Evidente que isto afronta o senso comum, o menor reflexo moral e até mesmo o instinto de sobrevivência. Parece necessária uma enorme dose de coragem e de integridade para se reconhecer que o nosso sistema educacional e de segurança pública estão em crise grave. Talvez nem isto, pois crise pressupõe uma presença, e, no caso, sofremos de uma total ausência de educação e segurança. Parece mais cômodo, então, sustentar a liberação de drogas do que indigitar a falência do estado. Deveria estar claro que as ideias devem ser enaltecidas e vigorosamente debatidas quando elas apresentam alguma aptidão para colaborar com a evolução social, e não quando elas, ao contrário, decorrem de um retrocesso, de uma falência, de uma visível degradação. A idéia de liberar uso de drogas decorre de alguma evolução social? Ou seria a disposição pusilânime de ser condescendente com uma minoria que, não podendo contar com o Estado e estando imersa na profunda ignorância sobre si mesma, pretende anestesiar a sua consciência de sua mortalidade e se aliviar do peso que lhe impõe a vida, gozando, assim, de um prazer artificial mórbido que lhe consome a vitalidade e a inteligência? No âmago da questão está o seguinte: desejamos uma sociedade formada por pessoas autodeterminadas, conscientes e livres, pagando para tanto o preço elevado do processo de civilização, ou iremos nos contentar em buscar ansiosamente a satisfação do próximo prazer momentâneo, com sacrifício da liberdade e da consciência?


F D: Já tinha visto este vídeo. Retórica torpe e repleta de meias verdades assim como alguns silogismos. Em outras ocasiões já havia rebatido praticamente todos os pontos desde provável mercenário do RP dos cartéis de drogas. Conveniamos para o $$$$ do tráfico. Criar um arauto desse e muito rentável e muito barato.


R A M: Tudo o que ele diz é lugar comum e sabido ha' muito tempo, com duas informações falsas: primeiro o as drogas definidas como ilegais hoje fazem parte de uma lista da OMS, ou seja depende da ONU. Se um pai's quiser liberar alguma droga, vai ter que descumprir va'rios tratados internacionais e quebrar acordos de cooperação. Em seguida, como ele tinha que inserir a proibição para cada entorpecente como sendo uma resposta poli'tica racista, decretou que a cocai'na era consumida pela minoria de negros pobres- enquanto até o surgimento das drogas sintéticas era de uso quase exclusivo dos ci'rculos da alta sociedade e do show-business.


R A M: Outra coisa: ele fala dos chineses consumindo o'pio no final do Séc. XIX, sem mencionar a Guerra do O'pium, deflagrada e perdida pela China porque o o'pium comercializado pelos ingleses afundou as atividades econômicas chinesas e causou a morte ou danos irreversi'veis a mais de 10% da população.


S N: Pô, jurava que todos se convenceriam da verdade contida na mensagem. Eu não sei quem é esse cara e não faço a menor idéia se ele é contra ou a favor a liberação das drogas, até porque a mensagem nem trata disso. Eu sou tão favorável à liberação, ao fim do tráfico, da corrupção e da violência, quanto sou totalmente desfavorável ao uso. Mas acho que as suposições e opiniões pessoais de cada um impediram a análise com a devida isenção.


F D: S N pensa bem quem possui toda a logística das drogas ? Os cartéis ...quem tem o maior interesse que as drogas se legalizadas? Os cartéis....Agora os pontos que matam. 90 das iniciativas de liberação das drogas retrocederam a longo prazo devido au aumento dos crimes colaterais associados às drogas como prostituição pequenos roubos furtos etc. E finalmente dependendo da droga a sua venda tem que ser limitada devido a danos a saúde aos custos de tratamento etc. O que vai remeter a um mercado negro ou seja tráfico. A liberação não é solucao. Solução é vontade política em combater a pirâmide inteira.


S N: Eu não conheço os cartéis, mas quanto aos chefes do morro, bicheiros, donos de casa de prostituição, etc, assim como os corruptos e corruptores a eles associados e detentores de grande parte do poder político, nenhum deles não quer nem ouvir falar em liberação, e esse, ao meu ver, é a maior razão dela não ser liberada não só no Brasil, mas no mundo todo. Os crimes associados ao uso de droga já existem, pois todos têm muito mais acesso a ela do que teriam se houvesse liberação acompanhada de fiscalização, controle e, principalmente, pagamento de impostos em fez da famigerada propina.


S N: C B, me admira você ser tão contrário a algo que salva vidas e preserva a saúde, se ministrado na dose certa e de acordo com a necessidade. Ainda bem que as drogas, remédios e fármacos em geral sempre existiram e continuarão a existir. Não confunda, por favor, o veneno que saí da peçonha com aquele utilizado na fabricação do antídoto. Se a exploração da prostituição for liberada por acaso todas as mulheres vão virar prostitutas? Esse argumento é totalmente falacioso. Se as drogas fossem liberadas da noite para o dia no mundo inteiro elas passariam a causar menos prejuízo que o álcool, acabando, ainda, com o turismo e a imigração que acabaram com a iniciativa da Holanda, fazendo-a recrudescer em sua política.

_________________
Fiquem com Deus

Marcelo


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